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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Após atentado no Arizona, Sarah Palin recebe ameaças de morte

Sarah Palin adota medidas de proteção devido ameaças de morte que tem recebido

As ameaças de morte contra a ex-governadora do Alasca e principal nome do movimento conservador Tea Party, Sarah Palin, alcançaram "um nível sem precedentes" desde o tiroteio do último sábado, em Tucson (Arizona), informou a imprensa local nesta quarta-feira.

Um assessor próximo a Palin disse à emissora de televisão "ABC" que a equipe de Palin, candidata republicana à Vice-Presidência dos Estados Unidos em 2008, já contatou "profissionais" do setor de segurança após o aumento do número de ameaças. Por sua retórica inflamada, Palin ficou em evidência após o ataque de sábado, quando seis pessoas morreram e outras 14 ficaram feridas, entre elas a congressista democrata Gabrielle Giffords. [a deputada democrata Gabrielle Giffords é comprovadamente a favor da liberação total da posse de armas e também do porte.]

Após o atentado em Tucson, Palin retirou de seu site um controverso mapa que mostrava o desenho da mira de uma arma que tinha como alvos vários democratas que respaldaram a reforma da saúde, entre eles a própria Gabrielle.

Nesta quarta-feira, Palin postou em sua página no Facebook um vídeo de oito minutos no qual se defende das acusações que a assinalam como a responsável indireta pelo tiroteio.

“Os atos de criminalidade monstruosa respondem por si só. Começam e terminam com os criminosos que os cometem”, afirmou a Sarah, ex-candidata à vice-presidência dos EUA. Uma expressão utilizada por Sarah, entretanto, causou mais discussão.

Especialmente nestas horas de tragédia, jornalistas e comentaristas não devem produzir um “libelo de sangue” que só serve para incitar o ódio e a violência que eles dizem condenar.

Fonte: Agência EFE

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