[o mais repugnante e revoltante é que durante a campanha política Dilma assistiu várias missas em igrejas católicas e com isso profanou lugares sagrados e brasileiros estúpidos acreditaram nela.]
Em menos de dez dias no poder, Dilma Rousseff fabrica desgastes desnecessários para si mesma. O Vaticano enviará uma mensagem ao Palácio do Planalto para que o crucifixo seja recolocado na parede da sala presidencial, e a Bíblia Sagrada volte a ocupar o espaço tradicional na mesa da chefe da Nação. A cúpula da Igreja ficou contrariada com a notícia divulgada no domingo pela Folha de S. Paulo de que Dilma mandou tirar de seu ambiente de trabalho a imagem sagrada de Jesus e o Livro Sagrado. Católicos já prometem uma movimento de protesto contra Dilma via Internet.
A intransigência religiosa de Dilma, em nome de um pretenso ecumenismo, pode atrapalhar a relação da nova Presidenta com segmentos religiosos, sobretudo a ala católica. Dilma já tinha escalado o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, um conhecido católico – ler um, para promover uma maior aproximação com lideranças religiosas. O objetivo é conseguir apoio para o Programa de Erradicação da Miséria - que pretende lançar, brevemente, com toda marketagem possível. O apoio de Dilma ao aborto – que virou polêmica na recente campanha presidencial – é outro fatos de desconfiança dos religiosos em relação a ela.
Dilma cometeu a façanha de desagradar a gregos e baianos. A “censura” ao crucifixo – vetado pelos protestantes - desagrada aos católicos. Mas a retirada da Bíblia consegue fazer os membros de todas as religiões cristãs protestarem. Com o gesto desrespeitoso aos símbolos religiosos, sob o argumento de que o Estado brasileiro é laico, Dilma comete um pecado político que pode lhe custar muito caro, no curto prazo. Com o gesto radical dela, ficou evidente que era apenas para efeito de campanha a imagem de uma Dilma – pretensamente católica - que participou de missas ao lado do Padre Marcelo Rossi e outros pop stars religiosos.
Crise milico-religiosa
Um militar será escalado para pedir a Dilma que reveja sua posição sobre o crucifixo e a Bíblia no gabinete presidencial.O comandante do Exército, Enzo Martins Peri, é conhecido membro da Opus Dei – a mesma prelazia do Papa da qual Geraldo Alckmin faz parte.
Já não bastasse ter de administrar os desgastes gerados pelas férias de Lula, com mordomias, no Forte dos Andradas e os estragos causados pela sincera manifestação do General José Elito sobre a Comissão da Verdade, agora o General Peri terá a missão de ajudar a pacificar as relações entre a Igreja e a chefona-em-comando Dilma Rousseff.
Fonte: Blog Alerta Total – Jorge Serrão
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