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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Ministério Público inocenta Allan Turnowski - ex-chefe da Polícia Civil do Rio e não o denuncia

Promotor diz que não foi comprovado que Turnowski sabia de operação

Ele pediu que inquérito fosse encaminhado ao Jecrim. Ex-chefe de Polícia Civil foi indiciado pela PF por violação de sigilo.

O promotor de Justiça Homero das Neves Freitas Filho, que estava encarregado do Inquérito Policial contra o ex-chefe da Polícia Civil do Rio, Allan Turnowsky, pediu nesta segunda-feira (28) que o inquérito fosse remetido a um dos promotores do 2º Juizado Especial Criminal (Jecrim), que julga crimes de menor potencial ofensivo.

Para o promotor, não há comprovação de que Turnowski soubesse da Operação Guilhontina, da Polícia Federal, e nem que a interferência do delegado tenha permitido a fuga de um dos procurados. O ex-chefe da Polícia Civil foi indiciado pela PF em 17 de fevereiro por violação de sigilo funcional. Ele havia deixado o cargo dois dias antes.

Após o indiciamento, na saída da Superintendência da PF, Turnowski negou que soubesse da operação e disse que o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, confirmava sua versão. Na ocasião, ele disse não acreditar que a acusação passará "pelo crivo do Ministério Público ou da Justiça." [acusação não resistiu à primeira peneira.]

A Operação Guilhotina, que investiga o envolvimento de policiais com traficantes, milícias e a máfia dos caça-níqueis, foi desencadeada pela PF no dia 11 de fevereiro e prendeu mais de 30 pessoas, a maioria policiais. Entre eles, o delegado Carlos Oliveira, que já ocupou o cargo de subchefe operacional da Polícia Civil e havia assumido a subsecretaria de Operações da Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop). Oliveira está no presídio Bangu 8, no complexo penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste.

Fonte: G 1

Um comentário:

Carlos Aceveda disse...

A Operação Guilhotina não serviu de nada, poderia de sido um início de uma limpeza, mas quando Allan Turnowski invadiu a Draco e colheu provas de que o governo do estado agia de forma ilícita envolvido em corrupção com prefeituras do interior do estado a coisa teve de ser abafada, ia cair todo mundo, do governador até o recruta da PM.
O final da operação guilhotina foi como o final do filme Tropa de Elite 2.

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