Ministro da Justiça quer nova campanha de desarmamento
[ao governo petista interessa a população desarmada. Na ótica da trupe que está no governo além da polícia e forças armadas, armas só na mão dos facínoras dos chamados 'movimentos sociais' - com destaque para a GANG do MST, embrião das futuras milicias populares - dos integrantes dos 'círculos bolivarianos'. População desarmada não reduz a criminalidade, mas facilita em muito o seu controle e sua colocação sob o jugo da corja petista/esquerdista.Temos que lembrar que há uma íntima ligação entre MST x PT e PCC.]
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse nesta quinta-feira que o governo vai retomar a campanha do desarmamento. Ele falou durante o lançamento do Mapa da Violência 2011, que mostra que 50.113 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2008. Cardozo destacou que houve queda nas estatísticas em 2004 e 2005, atribuindo essa diminuição aos efeitos da campanha deflagrada em 2004. - O Ministério da Justiça irá retomar com muito rigor as políticas de desarmamento - afirmou o ministro.
Segundo ele, uma das propostas em estudo é repetir a fórmula adotada no primeiro mandato do governo Lula, quando o Executivo pagava por arma devolvida. Ele disse também que serão realizadas campanhas publicitárias para incentivar o desarmamento. - Uma população armada é uma população violenta - disse Cardozo.
O ministro afirmou também que considera indispensável a integração de esforços do governo federal com as esferas estaduais. Sem isso, segundo ele, não há como avançar. Ele disse ainda que está em contato com os governadores e que anunciará medidas em breve. O ministro adiantou que trabalha na elaboração de um plano de enfrentamento da violência nas áreas de fronteira. Ele vai colocar a Corregedoria da Polícia Federal à disposição dos estados com objetivo de aperfeiçoar as corregedorias estaduais, caso haja interesse dos respectivos governos.
Cardozo disse ainda que o Ministério da Justiça criará um sistema de informação para monitorar os índices de criminalidade.
Fonte: O Globo

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