Bolsonaro diz que MEC 'abre as portas para pedofilia' e estimula o homossexualismo
[já pensaram aquela professora 'sapatão', que foi presa recentemente no Rio, dando aula com o kig-gay? com certeza ela iria assediar tudo que fosse crianças do sexo feminino e diria que estava dando aulas.]O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) afirmou nesta quinta-feira, em entrevista à Rádio Estadão/ESPN, que o Ministério da Educação vai estimular o homossexualismo e "abrir as portas para pedofilia" ao distribuir um "kit gay para as escolas de primeiro grau". Segundo Bolsonaro, o kit contém "filmetes pornográficos", que mostram um garoto pintando as unhas na escola e cenas de beijo lésbico, além de cartazes e cartilhas. Na segunda-feira, o deputado já havia provocado polêmica ao dizer que seus filhos não 'correm risco' de namorar negras ou virar gays porque foram 'muito bem educados', no programa CQC, da Band.
Bolsonaro também criticou o Plano Nacional de Promoção à Cidadania e Direitos Humanos, lançado pela ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário. Segundo ele, o plano "cria cotas para professores gays em escolas de primeiro grau", fazendo com que professores gays consigam vagas de emprego apesar de tirarem notas mais baixas. Além disso, Bolsonaro afirma que o plano cria "cota para homossexual" ou uma "bolsa-gay" ao incentivar a qualificação profissional de travestis. O parlamentar disse ser contrário a políticas de cotas.
Questionado sobre se achava que homossexualismo era uma doença, o deputado disse que não admite "apologia ao homossexualismo". - Para mim, é grave. Não admito se fazer apologia ao homossexualismo, idolatrar o homossexual - disse. Para Bolsonaro, homossexualismo passa pela educação da criança, apesar de em outros casos "já vir no gene" da pessoa.
Bolsonaro aproveitou para saudar os militares pelo dia 31 de março, data do golpe militar de 1964 e criticou as pessoas que acham que "tudo é culpa da ditadura". - Se me permite saudar os militares, que junto com a imprensa, com a Igreja Católica, os trabalhadores, as mulheres na rua, proporcionaram o 31 de março, e fizeram com que nós hoje não estivéssemos cortando cana, a exemplo do pessoal de Cuba.
O parlamentar afirmou não ter medo de perder o mandato pelas declarações polêmicas que tem dado sobre homossexualismo e golpe militar. - Eu não estou preocupado em perder o mandato por minhas declarações. Eu tenho imunidade para roubar ou para falar? Para se corromper ou para emitir opiniões? - questionou.
Segundo ele, toda a sociedade pediu que os militares assumissem o poder em 1964, para que o país não ficasse igual a Cuba.
O filho de Jair Bolsonaro, o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PP), em entrevista ao site da revista Alfa, defendeu o pai das acusações de homofobia. - Nenhum pai tem orgulho de um filho gay - disse Carlos Bolsonaro.
MEC não comenta declarações de Bolsonaro e diz que kit é para Ensino MédioO Ministério da Educação informou nesta quinta-feira que não vai comentar as declarações do deputado federal Jair Bolsonaro. O MEC esclareceu que o kit de combate a homofobia nas escolas ainda está em análise em uma comissão da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do ministério.
O kit, segundo o ministério, não se destina a crianças de Ensino Fundamental, como afirmou Bolsonaro, mas a 6 mil escolas de Ensino Médio. Ele é composto por três vídeos e um guia de orientação aos professores. "Os vídeos, com duração em média de 5 minutos, tratam dos temas: transexualidade, bissexualidade e a relação de duas meninas lésbicas", disse o ministério, em nota.
Por: Marcelle Ribeiro - O Globo
[que interessa levar para a escola, seja do nível fundamental ou médio, lições sobre homossexualismo; tal prática deve ser combatida e restrita a adultos e entre quatro paredes. Em público, ainda que seja um beijo lésbico ou gay, deve ser punida como crime.]

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