Alguns especialistas em segurança dizem que os adesivos podem fornecer informações para assaltantes e falsos sequestradores
Eles viraram uma febre. Adesivos representando os membros das famílias — pai, mãe, filhos, cães, gatos e tudo mais — e colados na traseira dos carros viraram parte da paisagem do trânsito das grandes capitais do Brasil.A explicação mais aceita para a origem dos adesivos “Família Feliz” é a de que a ideia foi do designer Germano Spadini, dono de uma fabricante de adesivos. Ele fez os primeiros “Família Feliz” há três anos, quando sua esposa ficou grávida do primeiro filho do casal. Familiares e amigos encomendaram adesivos também, e quando Spadini patenteou a marca, eles já estavam por toda parte.
Adesivos podem chamar a atenção de criminosos?
Hoje, Germano Spadini vende por mês de 7 mil a 8 mil unidades destes adesivos, ao preço de R$ 3 por membro da família e R$ 2 por animal de estimação. Ao longo do último ele viu sua receita crescer cerca de 40%.
A economia da “Família Feliz”, ou dos seus “genéricos”, vai muito além: os adesivos são vendidos em bancas de jornais, papelarias e até nos sinais de trânsito. Só no site Mercado Livre há mais de 220 vendedores especializados.
Alguns especialistas em segurança dizem que os adesivos “Família Feliz” podem chamar a atenção e fornecer informações para assaltantes e falsos sequestradores. Brincando com a preocupação, Spadini criou adesivos de seguranças para irem na traseira dos carros também.
Fonte: Opinião & Notícia

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