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sábado, 9 de abril de 2011

Gays tentam impedir ato Pró-Bolsonaro

Ato pró-Bolsonaro acaba em prisão na Avenida Paulista
Durante o dia de hoje, um grupo de pessoas se reuniu na Avenida Paulista, em São Paulo, para se manifestar em defesa do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), após suas declarações polêmicas em entrevista ao programa CQC da TV Bandeirantes. Pouco mais de 100 pessoas participaram do protesto, que foi organizado por grupo conhecido como "união nacionalista" e "carecas".

Cerca de 100 ativistas do movimento gay estudantil e do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo (USP) tentou impedir a manifestação. A polícia formou fileiras entre os dois grupos para evitar confrontos. De acordo com a Polícia Militar (PM), seis pessoas foram detidas e levadas para a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), suspeitas de envolvimento em crime de intolerância.

Além disso, pedaços de madeira, metal e "estrelas ninja" foram apreendidos pelas autoridades, que policiaram a área e formaram um cinturão para evitar o confronto com um grupo de ativistas gays, que compareceram para denunciar a homofobia.O grupo anti-bolsonaro, com cerca de 50 pessoas, chamou o protesto de "racista" e "fascista".

Além do policiamento em todo o trecho da Paulista, cerca de 30 policiais civis e militares, alguns à paisana, circularam no vão do MASP, onde o protesto aconteceu. De acordo com policiais que estavam no local após a dispersão da manifestação, oito pessoas foram identificadas por envolvimento em atividades sob investigação, que incluem a participação violenta em outros protestos de caráter racista ou homofóbico, inclusive no manuseio de artefatos explosivos. Um deles foi identificado como "Johnny". Outras três pessoas seriam do movimento anarquista e se recusaram a informar ou mostrar documento de identificação.

No programa 'CQC', da TV Bandeirantes, no mês passado, Bolsonaro afirmou que não discutiria "promiscuidade" ao ser perguntado pela cantora Preta Gil, sobre como reagiria caso o filho namorasse uma mulher negra. Bolsonaro também disse, no programa, que os filhos dele não são gays porque tiveram uma boa educação.

Fonte: O Estado de São Paulo

[a força do deputado Jair Bolsonaro será provada com sua absolvição no Conselho de Ética e também nas urnas - onde a cada eleição ele é mais forte.
E o repúdio aos gays será mostrado com a rejeição do PL 122.]

1 comentários:

CONFERENCISTA RICARDO RIBEIRO disse...

Bonsonaro prá Presidente! Força ae pessoal, PARABÉNS!