sábado, 23 de abril de 2011
Os cem dias do não governo Dilma
Dilma Rousseff quase nada fez nos primeiros 100 dias do seu 'governo' e o pouco que fez prejudicou ao Brasil
Toda a imprensa brasileira - seja a 'chapa branca' ou a 'isenta' - na análise dos 100 primeiros dias do governo Dilma Rousseff se limitou, a pretexto de uma tolerância a um período que representa o inicio de um governo, a expressar aprovação a algumas 'não atitudes' da presidente, ou mesmo a sua 'inação' e passividade.
Vejamos alguns exemplos:
- foi dado um destaque exagerado à forma discreta e até relativamente silenciosa adotada pela presidente - como discrição e não falar bobagens, algo que deve ser uma obrigação de qualquer governante - como se fossem excepcionais virtudes.
Até que é explicável, já que depois de oito anos do BOQUIRROTO Lula, sempre falando asneiras e confundindo a presidência da República com o picadeiro de um circo, uma presidente silenciosa, mais comedida, é algo que causa estranheza.
- quando precisou adotar uma atitude, tomar uma posição - voto no Conselho de Segurança da ONU sobre ajudar ou não os rebeldes líbios contra o Kadhafi - Dilma optou por colocar o Brasil na confortável, porém não dignificante, posição de 'em cima do muro' = abstenção;
- quando o Conselho de Segurança da ONU deciciu colocar em votação o envio de um 'inspetor de direitos humanos' ao IRÃ, Dilma em um gesto de 'grande coragem e humanidade' votou pelo envio do tal 'inspetor = satisfazendo as pressões dos EUA e outras nações que podem, eventualmente, no limitado raciocínio dilmense, se alinhar ao lado do Brasil na obsessão petista de um assento permanente naquele Conselho;
- já que falamos em Conselho de Segurança da ONU quando Obama esteve no Brasil, Dilma conseguiu a muito custo que aquele presidente manifestasse sua simpatia pela obsessão lulo-petista do Brasil ter assento permanente no mencionado conselho - vale lembrar que Obama expressou a 'visão simpática' àquela pretensão brasileira, após ser quase forçado a assim proceder, pois o fez em um discurso respondendo a um 'cometido' por Dilma. Já no tocante à Índia, Obama manifestou tal simpatia de forma espontânea. Desnecessário indagar qual das 'simpatia' possue maior valor???
- em um gesto de extrema pusilanimidade, covardia é um termo bem mais agressivo e chocante, apesar de mais adequado, Dilma que tão prontamente autorizou o voto contra o Irã, quando estava na China simplesmente ignorou o tema DIREITOS HUMANOS - devemos notar que por mais severidade que seja usada no julgamento da forma que o IRÃ administra os DIREITOS HUMANOS a utilizada pela China é centenas de vezes pior, mais severa e mesmo desumana - as sentenças de morte que o Irã cumpre em um ano não são sequer a metade das execuções praticadas na China em um mês.
Mas os cem primeiros dias do governo da "comissária Rousseff" não foram só de omissões, gestos servis e silêncio incomPeTente.
Na viagem à China, Dilma mostrou que sua simpatia por aquele país e o desejo de colocar o Brasil em posição subalterna ao mesmo continua igual, ou maior, que os por ela acalentados nos seus tempos de guerrilheira.
Dilma quer a qualquer custo colocar o Brasil em posição inferior à China e para isso ela não foi, nem será, omissa. Todas os acordos comerciais e industriais firmados durante aquela viagem apresentam como maior resultado:
a) geração de mais empregos para chineses na China;
b) desindustrialização do Brasil, já que mais e mais produtos passarãm a ser importados diretamente do país asiático reduzindo ainda mais a nossa capacidade industrial, aumentando as importações e reduzindo as exportações - que no ritmo que vão logo se limitarão apenas a matéria prima, sem nenhum valor agregado; e,
c) redução do número de empregos na indústria brasileira que graças aos acordos assinados terá que competir com a industria chinesa em condições ainda mais desvantajosas.
Tanto que a Senhora Rousseff pode até ter sido menos espetaculosa que Lula mas com certeza foi mais eficiente nos objetivos de prejudicar ao Brasil e aos brasileiros do que foi nos tempos de terrorista.
Editores do Blog da UNR
Toda a imprensa brasileira - seja a 'chapa branca' ou a 'isenta' - na análise dos 100 primeiros dias do governo Dilma Rousseff se limitou, a pretexto de uma tolerância a um período que representa o inicio de um governo, a expressar aprovação a algumas 'não atitudes' da presidente, ou mesmo a sua 'inação' e passividade.
Vejamos alguns exemplos:
- foi dado um destaque exagerado à forma discreta e até relativamente silenciosa adotada pela presidente - como discrição e não falar bobagens, algo que deve ser uma obrigação de qualquer governante - como se fossem excepcionais virtudes.
Até que é explicável, já que depois de oito anos do BOQUIRROTO Lula, sempre falando asneiras e confundindo a presidência da República com o picadeiro de um circo, uma presidente silenciosa, mais comedida, é algo que causa estranheza.
- quando precisou adotar uma atitude, tomar uma posição - voto no Conselho de Segurança da ONU sobre ajudar ou não os rebeldes líbios contra o Kadhafi - Dilma optou por colocar o Brasil na confortável, porém não dignificante, posição de 'em cima do muro' = abstenção;
- quando o Conselho de Segurança da ONU deciciu colocar em votação o envio de um 'inspetor de direitos humanos' ao IRÃ, Dilma em um gesto de 'grande coragem e humanidade' votou pelo envio do tal 'inspetor = satisfazendo as pressões dos EUA e outras nações que podem, eventualmente, no limitado raciocínio dilmense, se alinhar ao lado do Brasil na obsessão petista de um assento permanente naquele Conselho;
- já que falamos em Conselho de Segurança da ONU quando Obama esteve no Brasil, Dilma conseguiu a muito custo que aquele presidente manifestasse sua simpatia pela obsessão lulo-petista do Brasil ter assento permanente no mencionado conselho - vale lembrar que Obama expressou a 'visão simpática' àquela pretensão brasileira, após ser quase forçado a assim proceder, pois o fez em um discurso respondendo a um 'cometido' por Dilma. Já no tocante à Índia, Obama manifestou tal simpatia de forma espontânea. Desnecessário indagar qual das 'simpatia' possue maior valor???
- em um gesto de extrema pusilanimidade, covardia é um termo bem mais agressivo e chocante, apesar de mais adequado, Dilma que tão prontamente autorizou o voto contra o Irã, quando estava na China simplesmente ignorou o tema DIREITOS HUMANOS - devemos notar que por mais severidade que seja usada no julgamento da forma que o IRÃ administra os DIREITOS HUMANOS a utilizada pela China é centenas de vezes pior, mais severa e mesmo desumana - as sentenças de morte que o Irã cumpre em um ano não são sequer a metade das execuções praticadas na China em um mês.
Mas os cem primeiros dias do governo da "comissária Rousseff" não foram só de omissões, gestos servis e silêncio incomPeTente.
Na viagem à China, Dilma mostrou que sua simpatia por aquele país e o desejo de colocar o Brasil em posição subalterna ao mesmo continua igual, ou maior, que os por ela acalentados nos seus tempos de guerrilheira.
Dilma quer a qualquer custo colocar o Brasil em posição inferior à China e para isso ela não foi, nem será, omissa. Todas os acordos comerciais e industriais firmados durante aquela viagem apresentam como maior resultado:
a) geração de mais empregos para chineses na China;
b) desindustrialização do Brasil, já que mais e mais produtos passarãm a ser importados diretamente do país asiático reduzindo ainda mais a nossa capacidade industrial, aumentando as importações e reduzindo as exportações - que no ritmo que vão logo se limitarão apenas a matéria prima, sem nenhum valor agregado; e,
c) redução do número de empregos na indústria brasileira que graças aos acordos assinados terá que competir com a industria chinesa em condições ainda mais desvantajosas.
Tanto que a Senhora Rousseff pode até ter sido menos espetaculosa que Lula mas com certeza foi mais eficiente nos objetivos de prejudicar ao Brasil e aos brasileiros do que foi nos tempos de terrorista.
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