terça-feira, 31 de maio de 2011
Gays entendam que vocês perderam. Não precisou nem do Bolsonaro. Bastou o Garotinho. Qualquer coisa convocamos o Palocci
Ala do PT pressiona Dilma por liberação de material contra a homofobia
A Setorial Nacional LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) do PT reagiu à suspensão da distribuição do kit contra a homofobia preparado pelo Ministério da Educação, que seria distribuído em escolas brasileiras. A distribuição do material foi interrompida por ordem de Dilma Rousseff, na última quarta-feira. Em carta aberta à presidente, o o grupo pede que ela reconsidere sua decisão e dê continuidade à distribuição do material. '' Não concordamos, em nenhuma hipótese, com a possibilidade dos materiais elaborados pelo projeto Escola sem Homofobia não chegarem a seus destinatários'', diz a carta. O grupo lembra que a maioria da comunidade LGBT trabalhou ''dia e noite'' pela eleição da petista, em 2010. [os que não concordam que sentem em cima... vcs sabem do que e com certeza gostam.]
No documento, o grupo argumenta que o estado brasileiro é laico e que a Constituição combate toda forma de discriminação. Além disso, a carta evoca a decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF), que permitiu o reconhecimento de uniões estáveis entre homossexuais.
Para a Setorial, o chamado ''kit anti homofobia'' é um material didático que tem como único objetivo combater o bullying nas escolas, mas foi objeto de uma ''sórdida campanha'' de ''mentiras e distorções'' de pessoas que não conhecem o conteúdo preparado pelo MEC. A carta lembra ainda que o material foi aprovado por entidades como a UNESCO, o Conselho Federal de Psicologia e a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão. ''O Brasil não cederá à chantagem de religiosos homofóbicos, que confundem templo com parlamento, que ignoram a laicidade, o pluralismo e a dignidade humana''.
A Setorial relembra que o PT foi pioneiro em ações de combate à discriminação contra os homossexuais e que desde 1992 a legenda possui um núcleo que discute políticas voltadas para a comunidade LGBT. ''A maioria das leis e projetos de leis garantindo direitos à população LGBT, em todo o Brasil, são de iniciativa de parlamentares petistas. Marta Suplicy, já em 1995, propôs projeto de lei que estabelecia a união civil homossexual. Várias resoluções de Encontros Nacionais e Congressos do PT - e também nosso estatuto - ratificam esse compromisso com de combate ao preconceito e a discriminação em geral, e à homofobia em particular'', afirma a carta.
Fonte: Luisa Brasil - CB
A Setorial Nacional LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) do PT reagiu à suspensão da distribuição do kit contra a homofobia preparado pelo Ministério da Educação, que seria distribuído em escolas brasileiras. A distribuição do material foi interrompida por ordem de Dilma Rousseff, na última quarta-feira. Em carta aberta à presidente, o o grupo pede que ela reconsidere sua decisão e dê continuidade à distribuição do material. '' Não concordamos, em nenhuma hipótese, com a possibilidade dos materiais elaborados pelo projeto Escola sem Homofobia não chegarem a seus destinatários'', diz a carta. O grupo lembra que a maioria da comunidade LGBT trabalhou ''dia e noite'' pela eleição da petista, em 2010. [os que não concordam que sentem em cima... vcs sabem do que e com certeza gostam.]
No documento, o grupo argumenta que o estado brasileiro é laico e que a Constituição combate toda forma de discriminação. Além disso, a carta evoca a decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF), que permitiu o reconhecimento de uniões estáveis entre homossexuais.
Para a Setorial, o chamado ''kit anti homofobia'' é um material didático que tem como único objetivo combater o bullying nas escolas, mas foi objeto de uma ''sórdida campanha'' de ''mentiras e distorções'' de pessoas que não conhecem o conteúdo preparado pelo MEC. A carta lembra ainda que o material foi aprovado por entidades como a UNESCO, o Conselho Federal de Psicologia e a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão. ''O Brasil não cederá à chantagem de religiosos homofóbicos, que confundem templo com parlamento, que ignoram a laicidade, o pluralismo e a dignidade humana''.
A Setorial relembra que o PT foi pioneiro em ações de combate à discriminação contra os homossexuais e que desde 1992 a legenda possui um núcleo que discute políticas voltadas para a comunidade LGBT. ''A maioria das leis e projetos de leis garantindo direitos à população LGBT, em todo o Brasil, são de iniciativa de parlamentares petistas. Marta Suplicy, já em 1995, propôs projeto de lei que estabelecia a união civil homossexual. Várias resoluções de Encontros Nacionais e Congressos do PT - e também nosso estatuto - ratificam esse compromisso com de combate ao preconceito e a discriminação em geral, e à homofobia em particular'', afirma a carta.
Fonte: Luisa Brasil - CB
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