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terça-feira, 3 de maio de 2011

Jean Wyllys sempre que pode fala mal do Bolsonaro, ou faz ameaças, para aparecer na mídia

Jean Wyllys defende cassação do mandato de Bolsonaro por crime de racismo

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) defendeu a cassação do mandato do colega Jair Bolsonaro (PP-RJ), durante entrevista concedida à Rede TV. De acordo com Wyllys, Bolsonaro "quebrou o decoro parlamentar por praticar o crime de racismo".

No dia 27 de março, o deputado do PP atacou o parlamentar do PSOL, que se declara homossexual. "Este é o ambiente propício para colocar isso. Uma pessoa já disse aqui que as melhores professoras que teve foram as prostitutas. Tem professor que é gay. Será que é bom também?", afirmou Bolsonaro, na ocasião.

Durante a entrevista ao canal de televisão, veiculada na madrugada dessa segunda-feira, Wyllys afirmou que o colega parlamentar quebrou o decoro não por ser homofóbico, mas sim por ter sido racista. "Ele ofende a dignidade dos homossexuais sem o menor problema. Ele chega a incitar o ódio contras os homossexuais", destacou. O deputado do PSOL acrescentou que Bolsonaro faz isso "porque homofobia ainda não é crime como racismo". [não temos procuração para representar o deputado Bolsonaro, mas temos a certeza que ele NÃO TEME os homossexuais e sim os repudia – o que endossamos.

Homofóbico é aquele que tem medo dos homossexuais e com certeza não é o nosso caso nem o do Bolsonaro.

Já do ‘KIT GAY’ nós temos fobia pelo imenso mal que ele pode causar a nossa juventude.]

Conhecido na Casa por dar declarações polêmicas, Bolsonaro criticou, na semana passada, o kit do Ministério da Educação para combater homofobia nas escolas, chamando o material de "kit gay". Na ocasião, o deputado foi repreendido pela presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputada Manuela D'Ávila (PCdoB-RS) e pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Bolsonaro tenta se defender, na Corregedoria da Câmara, a acusações de racismo e preconceito contra homossexuais, por declarações concedidas a outro programa de televisão, em março.

Fonte: O Estado de Minas

[falta aos dois ministros autoridade para repreender um parlamentar que emite opinião sobre um produto imoral e pornográfico produzido por um órgão do governo e com os custos bancados por ‘recursos públicos’;

Bolsonaro não cometeu o crime de ‘preconceitos contra homossexuais’ pelo simples fato de não existir tal delito no ordenamento jurídico brasileiro.

Quanto à acusação de ‘crime de racismo’ o deputado Bolsonaro também não cometeu, pois apenas expressou não aprovação à cantora ‘Preta Gil’, reprovação esta não em função da cor da sua pele e sim em razão da sua conduta.]


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