Ele fugiu sem prestar socorro e, alguns metros depois, jogou pela janela do carro uma sacola com duas garrafas de cerveja tamanho long neck. À época, a polícia conseguiu identificá-lo porque, com as garrafas, foi encontrado um comprovante bancário. Em janeiro, o Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) decidiu levar a júri popular o acusado. A 1ª Turma Criminal do MPDFT está prestes a julgar um novo pedido de recurso favorável a Ítalo, negado em primeira instância pelo juiz João Marcos Guimarães, do Tribunal do Júri de Taguatinga.
Esperamos que a justiça seja feita, o quanto antes. Não queremos que ele tenha concedido o direito de diminuir o impacto da pena. Ele deve ser responsabilizado exatamente pelo o que fez, disse Claudia Jesus Carneiro, avó paterna de Yasmin, durante a carreata, que reuniu mais de 50 pessoas. Ítalo aguarda o julgamento em liberdade.
Caso as denúncias sejam mantidas, será julgado por homicídio com dolo eventual (ao assumir o risco de provocar a morte) e, se condenado, pode pegar de 6 a 20 anos de prisão.

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