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sábado, 28 de maio de 2011

Marcha da Liberdade - marcha pró-maconha disfarçada - é proibica em São Paulo

SP proíbe Marcha da Liberdade; organização mantém ato

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) proibiu hoje a Marcha da Liberdade, programada para ocorrer na tarde de amanhã na região central da capital. Em decisão do desembargador Paulo Rossi, o tribunal estende os efeitos da medida que proibiu a Marcha da Maconha na semana passada afirmando que o novo movimento é a reedição do anterior sob outro nome. Dessa forma, os argumentos que embasam a nova decisão do TJ-SP são os mesmos: a passeata faria apologia ao crime e incitaria o uso de drogas.

O advogado Raul Ferreira, que representou os organizadores, mostrou-se preocupado com os efeitos da nova proibição. "Com uma decisão dessas, corre-se o risco de se produzir mais violência", afirma o advogado. Na semana passada, diante da proibição da Marcha da Maconha, os manifestantes resolveram marchar pela liberdade de expressão e foram reprimidos pela Polícia Militar (PM), com uso de bombas de efeito moral, gás pimenta e outras armas não letais.[afirmação típica de advogado defensor de baderneiro: existe uma decisão de segunda instância impedindo a realização de um ato criminoso e é DEVER de todos cumprirem a decisão judicial (a decisão absurda do STF permitindo o 'casamento gay' apesar de inconstitucional está sendo cumprida, contestada, criticada, porém cumprida) não comparecendo ao evento.

Ocorrendo qualquer tentativa de realização do ato ilegal é DEVER do Estado, com o uso da força policial e com o emprego da força necessária, impedir sua realização e efetuar a prisão dos que tentarem afrontar a ordem legal da autoridade competente.]

A violência do confronto levou o governador Geraldo Alckmin condenar a ação policial e o comando da PM afastar dois tenentes por excessos. A Guarda Civil Metropolitana também abriu investigação para apurar a conduta dos guardas.

"É uma decisão absurda, sem cabimento. É uma marcha que vai reunir todos os grupos marginalizados que lutam por direitos em São Paulo", afirmou o advogado Raul Ferreira, que representa os organizadores. Segundo dois integrantes da organização da Marcha da Liberdade, a manifestação está mantida, pois seria impossível desmobilizar todas as pessoas já convocadas nos últimos dias. [se os organizadores NÃO QUEREM desmobilizar os baderneiros que foram convocados, cabe Polícia Militar bloquear a área onde pretendem realizar o ato criminoso e com o uso da força necessária impedir. É A LEI.

Se espera que o senhor governador não seja covarde e cumpra seu dever na condição de responsável maior pelas forças policias do Estado de São Paulo e faça a decisão ser cumprida.]

Fonte: Estadao.com.br

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