Incomum no Brasil, ataques contra alunos e professores são mais frequentes em outros países. Veja a relação de outros massacres
Um homem invadiu uma escola pública, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro por volta das 8h da manhã.
Wellington Menezes de Oliveira, que seria ex-aluo da instituição, disparou contra crianças e funcionários em abril de 2011.
Em março de 2009, um jovem de 17 anos, abriu fogo contra estudantes na escola secundária Albertville, na cidade alemã de Winnenden, e matou dez pessoas.
Em fevereiro de 2008, um ex-aluno da Universidade de Northern Illinois, nos EUA, invadiu uma aula e matou pelo menos seis pessoas, antes de suicidar.
Na Finlândia, em novembro de 2007, 8 vítimas foram mortas por um atirador em uma escola. O criminoso divulgou um vídeo no YOUTUBE para anunciar o massacre.
Em abril do mesmo ano, um estudante da universidade americana Virginia Tech matou 32 pessoas e feriu outras 15, no maior massacre na história dos EUA.
Também nos EUA, em outubro de 2006, um caminhoneiro invadiu um escola na Pensilvânia e assassinou cinco meninas antes de se matar.
Meses antes, em março de 2005, um jovem de 16 anos matou 5 estudantes, um professor e um segurança no estado de Minnesota.
Na Rússia, em setembro de 2004, um dos piores atentados do país: 156 crianças foram mortas em uma escola na Ossétia do Norte.
Em abril de 99, mais uma vez nos EUA, dois estudantes armados assassinaram 12 alunos e um professor na escola de Columbine, no Colorado. Depois do crime, a polícia descobriu um vídeo caseiro dos atiradores.
Clique e veja vídeo sobre os massacres

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