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domingo, 29 de maio de 2011

Polícia prende SKIN HEADSs por protestarem contra a realização de um ato ilegal e proibido, em segunda Instância, pela Justiça

Skinheads causam confusão na Marcha da Liberdade; ato reúne 5 mil
Cerca de 5 mil pessoas participam da Marcha da Liberdade neste sábado (28), de acordo com os organizadores. O ato ocorre sem incidentes graves até o momento. Segundo testemunhas que participaram do protesto, dois skinheads foram detidos por chutar o carro de uma emissora de TV, que registrava o ato. [o correto seria a Polícia Militar impedir a manifestação e prender todos que tentassem realizá-la ou dela participar. A prisão dos SKIN HEADs foi a prisão de apenas dois individuos, entre as centenas que estavem cometendo, no mínimo, o CRIME DE DESOBEDIÊNCIA.]

A marcha partiu de seu ponto de concentração, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), por volta das 16 horas (horário de Brasília). Os manifestantes ocuparam faixas da Avenida Paulista no sentido da Rua da Consolação, interditadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).


O protesto sido proibido ontem pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). A decisão do Tribunal teve como base o mesmo argumento que proibiu a Marcha da Maconha, realizada na semana passada: a apologia às drogas e ao crime.

Durante a tarde de sábado, porém, os manifestantes fecharam um acordo com a Polícia Militar (PM) para que a marcha saísse. A condição imposta era de que não houvesse menção à liberalização da maconha. No fim de semana passado, a PM entrou em confronto com os manifestantes que participaram da Marcha da Maconha. Houve prisões e alguns participantes ficaram feridos.

Neste sábado, a polícia fez um cordão de isolamento para permitir a realização da marcha e monitorou o trânsito. Cerca de 250 policiais acompanharam o grupo. Os participantes seguiam pela Avenida Paulista e pela Rua da Consolação, em direção à Praça da República, no centro da cidade. Na concentração para a marcha, eles distribuíram flores para quem passava no local e para os policiais.

Fonte: O Estadão

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