Segundo o coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União no Distrito Federal (Sindjus), Berilo Leão, o objetivo da vigília era sensibilizar o presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, e o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, presentes no prédio do tribunal. Para que o texto do acordo volte à pauta de votação do governo, seria necessária uma intervenção do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Antonio Cezar Peluzo.

Um novo protesto está marcado para as 15h desta quarta-feira (1/6) em frente ao prédio do STF, na Praça dos Três Poderes. O ministro Lewandowski tem reunião marcada com representantes do Sindjus às 16h do mesmo dia, mas o coordenador do sindicato diz esperar um diálogo direto com o próprio ministro Peluzo. "Ele assinou o acordo que previa o reajuste e a equiparação [com o salário de carreiras semelhantes], agora precisa honrar o compromisso", pontua. [todos os brasileiros estão obrigados a honrarem compromissos assumidos e quando o DEVEDOR DO COMPROMISSO é ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal esta obrigação se torna maior e tem que ser honrada - ministro Peluzo o senhor honrar o compromisso que assumiu é questão de honra.]

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