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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Em resposta à Parada Gay, vereadores tentam criar Dia do Orgulho Hétero, em SP. Para variar o PT é contra

Câmara de SP discute criação do Dia do Orgulho Hétero

Texto é do evangélico Carlos Apolinário (DEM), que há três anos é contra a realização da Parada do Orgulho LGBT na Avenida Paulista

[a iniciativa é válida, chega de aceitarmos que os viados e sapatonas imponham suas práticas doentias.
Mas, temos que resgatar e com urgência, a MARCHA com DEUS, pela PÁTRIA, FAMÍLIA e LIBERDADE.
Só assim, os que tem a força vão acordar e comprovarão que o Brasil está precisando de um "FREIO DE ARRUMAÇÃO".]

A Câmara dos Vereadores de São Paulo aprovou nesta quarta-feira, dia 22, a inclusão de um projeto que cria o Dia do Orgulho Heterossexual, que deve entrar em votação até o final da tarde. A proposta surge faltando quatro dias para um dos maiores eventos da cidade, a Parada Gay.

O texto, que foi escrito pelo evangélico Carlos Apolinário (DEM), tem a aprovação das lideranças evangélicas e entrou em regime de urgência para ser votado com o apoio de 28 vereadores. Porém, Ítalo Cardoso, líder do PT, se posicionou contra o projeto e pediu suspensão da sessão, paralisando todos os trabalhos na Câmara devido à discussão da proposta, afirmando que se ela não for retirada de pauta, nada mais seria votado hoje. A votação foi transferida das 13h30 para o último item da pauta.


Apolinário, que há três anos é contra a realização da Parada Gay na Avenida Paulista, prometeu que irá obstruir qualquer projeto de vereador caso sua proposta não seja votada. "Tiraram a Marcha de Jesus da Avenida Paulista e deixaram os gays, isso é um absurdo. Não sou contra os gays, sou contra o lugar do evento".

A quatro dias da Parada do Orgulho LGBT, um dos maiores eventos da capital paulista, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou hoje a inclusão do projeto que cria o Dia do Orgulho Heterossexual para ser votado em segunda discussão. Ele deve entrar em votação ainda nesta tarde. O texto é do evangélico Carlos Apolinário (DEM), que há três anos é contra a realização da Parada do Orgulho LGBT na Avenida Paulista.

O projeto que cria o Dia do Orgulho Heterossexual, a ser comemorado em todo terceiro domingo de dezembro, tem o apoio de lideranças evangélicas e entrou em regime de urgência para ser votado com o apoio de 28 vereadores. Ítalo Cardoso, líder do PT, se posicionou contra o projeto e pediu a suspensão da sessão.

Por volta do meio-dia, todos os trabalhos estavam paralisados na Câmara por causa da discussão sobre o projeto. O líder do PT diz que nada mais será votado no dia se a proposta de Apolinário não for retirada da pauta - o projeto é o primeiro item da pauta da sessão extraordinária. O dia começa mais uma vez tumultuado no Legislativo paulistano, um dia após o vereador Aurélio Miguel (PR) travar a votação do pacote que concede isenção de R$ 420 milhões para o Corinthians.

1 comentários:

Anônimo disse...

homofobicos!!!!!!!!!!