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terça-feira, 28 de junho de 2011

INsegurança pública no DF receberá, para crescer ainda mais, cerca de 300 detentos que serão libertados

Crescem registros de estupros nas grandes cidades do país

Casos de estupro estão em alta nas grandes cidades do país. Em Brasília, uma adolescente de 17 anos foi violentada por um jovem da mesma idade na noite desta segunda-feira, quando saía da escola no Recanto das Emas. Estudante do Ensino Médio, ela estava em uma parada de ônibus, às 22h30m, quando foi abordada por um rapaz, com uma faca. Ele a obrigou a seguir a um descampado, onde foi estuprada. Uma pessoa viu a jovem ser abordada e chamou a polícia. Os PMs chegaram a tempo de prender o rapaz, que ainda tentou abraçar a jovem e fingir que era sua namorada. Ele foi apreendido.


No estado de São Paulo, nos cinco primeiros meses deste ano, foram registrados 4.440 casos, dos quais 1.012 apenas na capital paulista. No primeiro trimestre o número de casos aumentou 16% em relação ao ano passado. No Rio de Janeiro, a alta foi de 15% nos primeiros três meses deste ano. Nos quatro primeiros meses do ano, foram registrados 525 casos apenas na cidade do Rio de Janeiro.


No Distrito Federal, 47 mulheres foram estupradas em Ceilândia. A média é de dois casos por semana e a maioria das vítimas é menor de idade. Lotes vazios, com mato alto, e a falta de iluminação facilitam a ação dos estupradores. Uma adolescente de 14 anos foi levada a uma casa, dopada, estuprada e abandonada em uma calçada, desmaiada. O estuprador foi preso e identificado pela polícia como Diego Antonio Monteiro Rodrigues, que já era alvo de outro mandado de prisão, por roubo seguido de morte.


Muitos casos acontecem em plena luz do dia e em locais públicos. De janeiro a março foram 165 registros, contra 109 em igual período do ano passado. O governo do Distrito Federal relaciona o crescimento de 51% nos casos no primeiro trimestre ao maior consumo de drogas e ao aumento da população de rua. No DF, cerca de 2.500 estão morando nas ruas.


Fonte: Bom dia – DF

[enquanto o maconheiro safado, o viciado nojento, for tratado como mero usuário, a criminalidade continuará aumentando e com ela o tráfico de drogas.

O noiado tem que ser considerado um elemento nocivo à sociedade e recolhido ao cárcere.]

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