Pesquisa personalizada

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Presidente Dilma, tentando servir a DEUS e ao diabo

Pareceres contrários e a presidente endossou os dois

Um parecer contraria o outro, e a presidente endossou os dois

Entre um texto e outro, o STF estabeleceu que a lei de 1979 beneficiou tanto os perseguidos políticos quanto seus perseguidores

[servir ao diabo não é dificil para Dilma nem para qualquer esquerdista, afinal satanás já faz parte do DNA dos petistas, esquerdistas, lulistas e assemelhados.
Impossível, é ela conseguir enganar a DEUS.]
Em dezembro de 2008, quando convidada a se manifestar sobre a ação da OAB que tramitava no Supremo Tribunal Federal (STF), a Casa Civil da Presidência da República, então chefiada por Dilma Rousseff, emitiu um parecer incisivo de apoio à iniciativa dos representantes dos advogados. O documento citava declarações da Corte Interamericana de Direitos Humanos e lembrava sua "competência para julgar violações continuadas ainda que iniciadas anteriormente ao reconhecimento de sua jurisdição (da Corte) pelo Estado".

O texto daquela época difere, sob todos os aspectos, do que foi enviado dez dias atrás ao STF pela Advocacia-Geral da União (AGU), subordinada à Presidência da República, hoje nas mãos da mesma Dilma. O documento de agora diz que a Corte não tem competência para julgar crimes que ocorreram antes de 1992, quando ela foi oficialmente reconhecida pelo Estado brasileiro. Isso significa que apoia a ideia de que crimes políticos ocorridos na ditadura militar e anistiados em 1979 estariam fora do alcance daquela Corte.

O que mudou de lá para cá? Os que não desejam fazer marola lembram que entre um texto e outro o STF estabeleceu, no polêmico julgamento de 2009, que a lei de 1979 beneficiou tanto os perseguidos políticos quanto seus perseguidores - os agentes do Estado. O advogado-geral, Luís Inácio Adams, teria se limitado a repetir argumentos técnicos citados pelos ministros do STF, entre eles o de que as determinações da Corte Interamericana não têm alcance sobre atos ocorridos antes de seu reconhecimento pelo Brasil. Ainda segundo esse ponto de vista, a ex-guerrilheira e atual presidente considerou correto não se opor à decisão do STF.

Entre os que desejam marola os comentários são desencontrados. Um deles indica que Adams, cujos pontos de vista nesse debate são conservadores, teria agido à revelia da presidente. Assessores da AGU admitem que o texto não foi submetido a Dilma, mas acrescentam que isso acontece com frequência em questões muito técnicas e quando há acordo sobre linhas gerais.

Para representantes de organizações de direitos humanos, a manifestação da AGU ocorreu em hora inapropriada: no momento em que se costura no Congresso um acordo de líderes partidários para a aprovação da lei que cria Comissão da Verdade, meta de governo das mais caras à presidente. Destinada a jogar luz sobre casos de violações de direitos humanos ocorridos no período da ditadura, a comissão já passou por uma de suas fases mais cruciais, que era um acordo entre órgãos do próprio governo. Agora, no momento do debate mais amplo, a manifestação da AGU parece lançar dúvidas sobre as reais intenções da presidente e os limites de seus acordos políticos. [o que a presidente Dilma mais quer é concluir o mandato dela - algo praticametne impossível, tanto pela falta de comPeTência e pulso da presidente, quanto pela tutela do Lula - que quer voltar em 2014, mesmo que para isso tenha que 'queimar' a criatura - caso parecido o de uma novela da Globo em que o criador de uma mulher-robô, vai destruí-la para ficar com a de carne e osso e que servir de modelo.]

Fonte: O Estado de São Paulo - Roldão Arruda

0 comentários: