O cabo Patrício se projetou na política exatamente contestando a DISCIPLINA e HIERARQUIA na Policia Militar do Distrito Federal.
Chegou a ser punido, mas com o destaque conseguido se tornou deputado – atualmente exerce a presidência da CL-DF - e nos parece que até abandonou a Corporação.
Agora resolve apresentar um projeto de Medida Provisória – um instrumento que deveria ser usado só pelo Poder Executivo e em situações de emergência e que o presidente da CLDF (deputado distrital, não sendo deputado federal, tanto que encaminhou para a presidente uma ‘minuta’... alguém que conheça de técnica legislativa precisa conversar com o presidente da CL-DF, inclusive destacando que a MP é assunto a ser emitido pelo Poder Executivo Federal e analisado, única e exclusivamente, pelo Poder Legislativo Federal) sob a forma de minuta e que golpeia seriamente tanto a DISCIPLINA quanto a HIERARQUIA – princípios basilares e inegociáveis de qualquer Instituição Militar.
Qualquer pessoa medianamente instruída sabe que uma corporação militar, ainda que força auxiliar tem como principio basilar, indispensável, a DISCIPLINA e HIERARQUIA. Sem disciplina e hierarquia qualquer força militar implode.
Tudo indica que o presidente da CL-DF enviou a ‘minuta’ sem um estudo profundo das implicações que acarreta – como bem lembra o major Rômulo Palhares. Temos até o entendimento que na realidade a proposta de igualdade, de unificação de classes e outras baboseiras tão comuns aos comunistas, que a maldita esquerda insiste em reativar, foi passada por mentores comunistas ao cabo Patrício e este interessado nos votos que ‘sua’ iniciativa poderá lhe trazer encampou a idéia.
Segundo a matéria publicada no CB, o cabo Patrício alega que as promoções não irão retirar os praças das ruas; Claro que não. Está certo.
Os praças, soldados, cabos e sargentos que não forem alcançados pelas promoções vão continuar nas ruas – fazendo o policiamento ostensivo que é função primeira de soldados e graduados. Mas, os que forem promovidos deixarão de ser praças e sairão das ruas. Tudo isso em uma cidade em que a criminalidade está crescendo a cada dia.
O cabo Patrício atenta contra o principio constitucional da HIERARQUIA quando quer impor que um soldado chegue ao posto de tenente-coronel. Para se tornar oficial superior é necessário não só o tempo de serviço, não só a experiência no policiamento e sim todo um conhecimento que só um estudo especializado propicia.
Para ser oficial PM é necessário passar em um concurso específico, de nível bem mais complexo do que o destinado a selecionar candidatos ao CFAP.
Logrando aprovação o candidato é encaminhado para a Academia, ocasião em que cursa matérias que versam sobre diversos assuntos, incluindo – sem limitar - planejamento, administração, estratégia. Ser oficial PM, especialmente superior, não é uma mera questão de ter experiência em comandar, em policiar.
Para sair do quadro de oficiais subalterno e chegar a major é necessário curso específico. É totalmente absurdo e destituído de fundamento que um militar que ingresse na PM, fazendo o CFAP, mesmo que conclua dois ou três cursos de terceiro grau, se torne oficial superior PM. É até aceitável que alcance o posto de capitão. Mas, oficial superior só iniciando pela Academia de Polícia Militar e fazendo curso de estado-maior.
Quanto ao sargento Sansão entendemos que seria conveniente, necessário mesmo, que ele fosse punido, pois ao criticar o fato de um subtenente, com mais de 29 anos de PM, receber ordens de um segundo-tenente, ele está insuflando a que um militar de patente/graduação inferior, mas antigo de PM se sinta no DIREITO de não acatar ordens de um oficial, pelo simples fato do oficial ser mais moderno.
Isso pode se espalhar não só em termos de rejeição por graduados mais antigos a ordens de oficiais recém formados, mas até mesmo um soldado com,k digamos, dez anos de Corporação, se recusar a aceitar ordens de um sargento mais moderno.
O sargento Sansão com seu comentário – veiculado no jornal de maior circulação do DF – agrediu a DISCIPLINA e HIERARQUIA.
Sentimos, como cidadãos, que temos o DEVER de alertar que iniciativa do tipo da apresentada pelo Cabo Patrício são nitidamente oriundas do ideário comunista.
A pseudo igualdade foi tentada na União Soviética e em todos os países que ficaram sob o tacão comunista – uma igualdade em que todos eram iguais para entrar em filas de supermercado, suportar racionamento, enquanto os MAIS IGUAIS se agrupavam na NOMENKLATURA e usufruíam do direito de acesso a lojas sem filas, sem limitação de quantidade e com mercadorias da melhor procedência – fracassou e mesmo assim os comunistas ainda tentam implantar na América Latina.
Mas NÃO CONSEGUIRÃO.
Nota do Blog da UNR, emitida com base na reportagem publicada no Correio Braziliense
Clique aqui e leia na íntegra a mátéria publicada no Correio Braziliense

1 comentários:
Boa Tarde!
Sem C.A.P, em DEZ/11 por que não haverá promoção de 3º à 2º Sargento, cade o DEP Patrício,
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