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terça-feira, 5 de julho de 2011

A camareira precisa ser punida – como exemplo para acabar com denúncias ‘vazias’ e politicamente corretas’, tão estimuladas, inclusive no Brasil

Promotores vão retirar acusações contra Strauss-Kahn

O caso de Dominique Strauss-Kahn está cada vez mais favorável ao ex-diretor-gerente do FMI. Segundo o jornal The New York Post, os promotores do Tribunal Penal de Nova York vão retirar todas as acusações na próxima audiência, prevista para 18 de julho.

“Nós todos sabemos que esse caso não se sustenta”, disse um investigador ao The Post. “A credibilidade da camareira está tão baixa que não podemos manter um caso com os depoimentos dela”, disse a fonte, referindo-se a empregada do hotel guineense que acusou Strauss-Kahn de tentar estuprá-la em sua suíte de um luxuoso hotel.

O caso começou a desmoronar com as suspeitas de que a camareira mentiu sobre detalhes de sua acusação contra o francês. Além disso, o jornal The New York Times publicou denúncias de que ela estaria envolvida com traficantes de drogas e teria recebido US$ 100 mil nos últimos dois anos. Na última sexta-feira, Strauss-Kahn foi libertado da prisão domiciliar.

Nesta terça-feira, Strauss-Kahn anunciou que vai processar a jornalista francesa Tristane Banon por calúnia. A jornalista pretende ingressar com um processo na justiça contra o ex-gerente do FMI por tentativa de estupro. Banon, cuja família é próxima a de Strauss-Kahn, denunciou na televisão francesa em 2007 que o político tinha tentado estuprá-la em 2002, aos 22 anos, enquanto o entrevistava para preparar um livro. Naquele momento, disse não ter denunciado os fatos pelos conselhos de sua mãe.

[se espera que a camareira seja devidamente processada, condenada e após cumprir a sentença seja expulsa do território americano;

Além da tentativa covarde de acabar com a vida de uma pessoa inocente, a camareira se revela infratora de diversos artigos da legislação penal americana que vão de denunciação caluniosa, tráfico de drogas, formação de quadrilha e outros.]

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