Torre Digital: obra do novo cartão postal está parada por falta de verba
A torre, que começou a despontar no horizonte há dois anos, está plantada na região do Grande Colorado, a área mais alta de Brasília. Ao nos aproximarmos da construção, compreendemos por que ela é vista de tão longe: tem 120m de altura e ainda falta uma antena de 50m, que será colocada no topo da estrutura de concreto. Entrando na obra, o térreo local para lojas e estúdios de TV, a estrutura está quase pronta. Uma rampa de madeira dá acesso à torre; faz lembrar as fotos antigas da construção de Brasília. O chão da entrada ainda está no contrapiso. Os poucos operários vistos na construção montam um dos elevadores.
Subindo no prédio, o sétimo andar marcado na botoeira do elevador, estamos a uma altura de 60m. Nesse andar, sai o braço que leva à primeira cúpula da torre. Na passarela de acesso à cúpula, apenas um guarda-corpo separa o visitante da paisagem. Uma experiência, digamos, tridimensional. A sensação é de estar caminhando sobre o Cerrado. Na cúpula de vidro ainda vazia, temos a impressão de estar visitando Os Jetsons, desenho animado da década de 1960 de uma família que vive em um mundo futurista. Quando concluída, a obra deverá abrigar uma galeria para exposições.
A visão de 360 graus permite ver até mesmo a barragem de Santa Maria, oculta no meio do Parque Nacional de Brasília. É possível ver, também, a Apa de Cafuringa, após Sobradinho 2. O nono andar dá acesso à outra pétala. Semelhante à primeira, essa fica virada para a cidade-satélite do Paranoá, o Lago e o Plano Piloto. A 80m do chão é possível ter uma visão panorâmica de Sobradinho e dos condomínios do Colorado. Lá será montado um café. A ideia inicial era um restaurante, mas foi desaconselhada pelos bombeiros. Para os mais supersticiosos, vai ser difícil chegar ao último andar, marcado com o número 13 no painel do elevador. Mas vale a pena arriscar: janelas redondas enormes parecidas com o Anexo 4 da Câmara Federal mostram uma vista maravilhosa de toda a cidade.
Uma pena é que na cobertura, onde será montada a antena digital, não será permitido o acesso a visitantes. A vista ampla do Planalto com somente o céu sobre nossa cabeça é inesquecível. Um verdadeiro observatório de onde se pode ver o pôr do sol de um lado e, do outro, o nascer da lua cheia. É experiência de tirar o fôlego! Infelizmente, a obra só será concluída este ano se conseguir aditivo de verba. O orçamento previsto não foi suficiente e a Torre de TV Digital está praticamente parada.
Manifestantes do MTST vão manter acampamento irregular na BR-070
[age de forma irresponsável e criminosa o governador do DF, quando não determina a expulsão dos marginais que estão ocupando a BR-070; a Constituição preserva o DIREITO DE PROPRIEDADE e não cabe ao governador decidir quando cumprir ou não o determinado na Lei Maior.
A área está invadida, esse tal de Edson é chefe de um 'bando ou quadrilha' tem que preso por formação de bando ou quadrilha - crime grave e que não permitirá que ele responda em liberdade;
e também o governador do DF. TEM A OBRIGAÇÃO, O DEVER, de expulsar os que estão montando acampamento em frente ao Palácio do Buriti - governador Agnello, PT-DF, precisa entender que ele não é DONO do Palácio do Buriti, é apenas um ocupante (muito provisório, esperamos) e não pode permitir baderna no coração da capital da República.]
Manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) devem permanecer no acampamento irregular da BR-070 pelo menos até a próxima terça-feira (26/7), quando irão se reunir com representantes do governo do Distrito Federal.
Segundo o líder do assentamento, Edson Francisco da Silva, representantes do movimento foram recebidos por assessores do secretário de governo Paulo Tadeu na noite desta terça-feira (19/7), mas a negociação não avançou. "Eles queriam que a gente deixasse o acampamento antes da reunião, mas a nossa proposta é continuar lá até a próxima semana", conta.
Edson da Silva afirma que os manifestantes continuarão se dividindo entre o acampamento da BR 070 e o acampamento improvisado em frente ao Palácio do Buriti. "Só ficou acertado que o assentamento não vai aumentar até a próxima terça-feira", informa o líder do movimento.
O MTST ocupou a área no último sábado (16/7) como protesto contra as políticas habitacionais do DF. Durante uma operação conjunta entre a Secretaria de Estado de Ordem Pública Social (Seops) e a Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis), o acampamento foi desmontado na tarde de segunda-feira (18/7). Mas na noite do mesmo dia os membros do movimento começaram a armar as barracas novamente.Fonte: Correio Braziliense


0 comentários:
Postar um comentário