Funcionários com barba podem ser vetados por empresas
O Tribunal Regional do Trabalho na Bahia deixou barbudos apreensivos. Eles derrubaram ontem uma decisão de 2010 que condenava o banco Bradesco a pagar indenização de R$ 100 mil por proibir que seus funcionários usassem barba. A decisão derrubada era de primeira instância. A ação foi movida pelo Ministério Público do Trabalho em 2008, após ouvir reclamações de funcionários do banco. As informações são da Folha de S. Paulo.
Relatora do processo, Maria das Graças Boness disse que não houve discriminação nem uma clara determinação para que funcionários tirassem a barba. Ela afirmou que mesmo uma eventual norma que proibisse o uso de barba não seria abusiva, pois não estaria fora do “poder diretivo do empregador”. Flávio Oliveira, conselheiro da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, diz que o banco não reclama de forma explícita com os funcionários, mas insinua que a aparência não está “boa”. “Numa agência em que eu trabalhava, brincávamos que se passasse algodão no rosto e saísse um fiapo a barba não estava boa para trabalhar”, disse. Ele é funcionário do Bradesco desde 1985.
O que isso significa? Que o Bradesco não é culpado por proibir barba nos funcionários e, portanto, ele pode continuar proibindo. Significa mais… Todas as empresas podem ter a mesma atitude. O jornal ouviu algumas personalidades barbudas, que deram declarações a respeito da decisão. “Se for só por essa razão, fico muito preocupado. Se fosse assim, eu poderia ter sido impedido de ser ministro do Supremo”, diz o barbudo ministro Eros Grau. “Já fui tachado de hippie, de maconheiro, de roqueiro fedorento – e olha que eu sou cheiroso (risos). Discriminado pela barba, nunca”. [o uso da barba deve ser proibido, afinal é um símbolo da corja esquerdista.]
Para tribunal, empresa pode vetar funcionário com barba
Uma empresa deve determinar se seus funcionários podem ou não usar barba? Para o Tribunal Regional do Trabalho da Bahia, sim.
Juízes do TRT da 5ª Região derrubaram ontem uma decisão de 2010, em primeira instância, que condenava o Bradesco a pagar indenização de R$ 100 mil por proibir seus funcionários de usar barba. A nova decisão, agora em segunda instância, é o mais recente capítulo da disputa que se arrasta desde 2008.
O Ministério Público do Trabalho, que entrou com a ação após ouvir reclamações dos empregados do Bradesco, afirma que vai recorrer.
Relatora do processo, Maria das Graças Boness disse que não houve discriminação nem uma clara determinação para que funcionários tirassem a barba. Ela afirmou que mesmo uma eventual norma que proibisse o uso de barba não seria abusiva, pois não estaria fora do "poder diretivo do empregador". Para o procurador Manoel Jorge e Silva Neto, que cuida do caso, a barba deve ser proibida só em casos que podem prejudicar a segurança do empregado, como a necessidade do uso de máscaras, por exemplo, cuja vedação fica comprometida. "É preciso considerar no momento de promover exigências de caráter estético se isso efetivamente traz prejuízo à atividade econômica desenvolvida pelo empregador. O que não é o caso", disse.
Procurado, o Bradesco disse que não comentaria o caso, pois ainda está sub judice. Em sua defesa no processo, o banco chegou a apresentar uma pesquisa segundo a qual 81% dos entrevistados declararam que a barba "piora a aparência e/ou charme". [o defeito insanável da barba é ser símbolo da corja da esquerda; isso é algo que a torna imunda e deve ser erradicada.]
Advogado trabalhista, Paulo Sérgio João diz que "código de conduta não pode interferir na liberdade de aparência do empregado". "Barba como um critério de seleção é uma ofensa à Constituição." [o que está tornando urgente, imperiosa, uma reforma do texto constitucional vigente (que entre suas falhas está a de ter artigos que foram inseridos pelo GENÉRICO Jobim sem o aval dos constituintes, já que não foram submetidos ao plenário – é exatamente ser uma Carta Magna que se autodesvaloriza quando desce ao trato de questões insignificantes].
Já Renata Mello, especialista em etiqueta profissional, afirma que uma empresa até pode proibir os funcionários de usarem barba, mas essa medida não deve ser radical. "Uma barba não aparada dá um ar de desleixo", disse.
Fonte: O Filtro

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