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sábado, 9 de julho de 2011

Prefeito do PT determina a oficialização da PEDOFILIA em escola pública de EMBU, na Grande São Paulo e com dinheiro público

Cartilha sobre educação sexual distribuída em escolas causa polêmica em Embu, na Grande SP
Uma cartilha sobre educação sexual está causando polêmica em Embu,
na Grande São Paulo. Pais e alunos ficaram constrangidos com as ilustrações e conteúdos explícitos demais. A publicação tem 16 páginas e foi distribuída nas escolas da rede pública municipal, para crianças de 10 e 11 anos.

As ilustrações e os textos tratam sobre as diferenças entre meninos e meninas, gravidez e doenças sexualmente transmissíveis, entre outros assuntos. Tem desenhos para colorir e jogos, entre eles o dos sete erros. - Fiquei indignada porque ela é uma criança, não tem idade para isso. Uma criança de 4ª série acho que não cabe esse tipo de material - diz a mãe de uma aluna que estuda na Escola Municipal Professora Elza Marreiro, que não quer ser identificada.

Não gostei, de forma alguma dessa cartilha, da capa até o final

- Não gostei, de forma alguma dessa cartilha, da capa até o final - acrescenta a mãe.

A cartilha começou a ser elaborada em 2004. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, na época, a intenção era mesmo entregar para crianças de 10 a 11 anos. Quando o material ficou pronto, no entanto, a comissão responsável pela apostila decidiu que o trabalho deveria ser feito com a família e a distribuição não foi feita. Sete anos depois, o material foi usado em sala de aula.

- Eu fiquei bastante chocada que esse material foi distribuído para crianças. Era orientação expressa que esse material não poderia ter sido entregue - diz Rosemary Mendes Matos, secretária municipal de Educação.

Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP) analisou o material. Disse que a ideia da cartilha é ótima, a linguagem é objetiva e clara, mas ressaltou que as ilustrações poderiam ser mais discretas.

- Acredito que está faltando um passo anterior, que é os pais estarem sendo preparados para receber essa apostila e entender o conteúdo dela, para não se colocarem contra a educação sexual. Uma vez isso feito, raramente eles irão rever a posição deles - disse.

A Secretaria Municipal de Educação de Embu abriu sindicância para investigar como o material produzido com dinheiro público chegou às crianças. A Prefeitura disse que preparou profissionais para entregar as oitenta mil cartilhas aos pais e que o encarte só seria distribuído com a autorização dos responsáveis.

Fonte: SP-TV

[as únicas medidas cabíveis são:
-identificar quem autorizou a impressão do material pedófilo e com a agravante do uso do dinheiro público na consecução do objetivo criminoso;
- quem se omitiu e autorizou a guarda do material pedófilo em dependencias de uma escola pública, quando o procedimento correto seria denunciar a autoridade policial, que se incumbiria das investigações policiais e da futura destruição do material;
- quem autorizou a distribuição do material?
Os criminosos que serão identificados com a resposta as três perguntas dever ser processados criminalmente, julgados e por uma questão elementar de JUSTIÇA e CUMPRIMENTO DA LEI serão condenadas a penas privativas de liberdade.
Diante da agravante do uso de RECURSOS PÚBLICOS - dinheiro para custear o material pornográfico, uso de dependencias de órgão público para guarda e distribuição do material criminoso e uso de funcionários públicos para divulgar o produto do crime a PERDA DO CARGO PÚBLICO deve fazer parte da sentença.
Naturalmente que o principal criminoso - o chefe da GANG PEDÓFILA - é o prefeito de Embu, que por uma incrível coincidência é do PT.]


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