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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Preconceito, não e sim PREVENÇÃO. Os gays jamais podem ser aceitos. Podem, no máximo, ser tolerados

Movimento gay ainda é alvo de repressão no sul dos Estados Unidos

Uma batalha acontece em Batesville, no Arkansas. O Batesville Daily Guard recentemente omitiu, em seus obituários gratuitos, o nome do parceiro de um homem gay que falecera. O dono do jornal disse a Terence James que sua política era não incluir o nome de ninguém – gay ou heterossexual – que não fosse casado com o morto. Sua única opção então foi pagar por um anúncio que o listasse. Mas quando um grupo nacional de direitos dos homossexuais tentou colocar um obituário por ele, seu dinheiro foi rejeitado. Desde então, o Centre for Artistic Revolution, um grupo de luta por igualdade de direitos, está fazendo vigílias em frente à sede do jornal.

A luta pela igualdade de direitos dos homossexuais no sul do Estados Unidos está bastante atrasada se comparada à do resto do país. É verdade que Annise Parker, a prefeita de Houston, é abertamente homossexual, mas a afiliada local da Fox criou um furor, em abril, ao perguntar a seus espectadores se a inclusão de programas como o seriado Glee era “gay demais”. A Aliança contra a Difamação de Gays e Lésbicas, sediada em Nova York, exigiu um pedido de desculpas, que nunca veio.

No dia 28 de junho, o governador democrata do Arkansas, Mike Beebe, fez história, e, ao mesmo tempo, enfureceu a comunidade gay do estado. Ele se tornou o primeiro governador na história do Arkansas a estabelecer um diálogo com um grupo de direitos dos gays. Mas durante uma sessão de perguntas sobre o assunto, Beebe disse não acreditar que o estado aprovaria uma lei permitindo o casamento gay, como Nova York, e foi mais além, dizendo acreditar que os casamentos deveriam ser entre homens e mulheres e se dizendo contrário às uniões civis.

A herança conservadora religiosa do Sul, que constantemente prega contra o homossexualismo, contribui para a repressão sexual na região. Em Pineville, Louisiana, um grupo recentemente realizou uma vigília na porta da Louisiana College, uma universidade batista privada, para chamar atenção para uma política que condena estudantes que praticarem ou defenderem atos “imorais”, como o homossexualismo ou o sexo fora do casamento. O manual dos alunos diz que estudantes que forem pegos sofrerão ações disciplinares.

As visões do chamado “cinturão bíblico” encontram eco até mesmo dentro do mundo gay. Em setembro do ano passado, Mike Halterman lançou a Out on the Town, a primeira revista regional do Sul voltada para gays, lésbicas, bissexuais e transexuais. Ele diz que “mesmo dentro da comunidade LGBT há desavenças quanto a tópicos e fotos que deveriam – ou não – preencher as páginas da revista”. Halterman diz que as decisões da revista não seriam um problema em locais como São Francisco ou o Greenwich Village.

Na maior parte do Sul, o número de casais do mesmo sexo vivendo juntos aumentou no censo de 2010, especialmente nas áreas metropolitanas. Mas a região também abriga muitos grupos antigay, incluindo a American Family Association, do Mississippi, que comanda uma rede de 192 estações de rádio, com 2 milhões de ouvintes. O Southern Law Poverty Centre, no Alabama, considera a American Family Association um “grupo de ódio”, por divulgar “mentiras conhecidas” sobre o homossexualismo.

Em pequenos bolsões no Sul, a vida está mudando para a comunidade gay, em partes graças ao trabalho de grupos como o The Centre for Artistic Revolution, em Little Rock, ou o GLBT Advocacy & Youth Services, em Huntsville, Alabama. Mas não espere nenhum casamento em breve.

Fonte: Opinião & Notícia

Nota do Blog da UNR: por discordarmos radicalmente do uso da palavra 'homofóbia' para designar os que repudiam os gays e assemelhados, doravante, todo POST deste Blog que trate de assunto que use o referido termo, apresentará ao final esta nota:

"O que dizer então destas classificações que não utilizam a mínima objectividade científica? É isso que o movimento homossexual faz contra os seus adversários, passando a chamá-los de “homofóbicos”.

“Homofobia é um neologismo criado em 1971 que expressaria ódio, discriminação ou aversão de uma pessoa contra homossexuais. Assim, qualquer pessoa contrária ao homossexualismo ou ao movimento homossexual passou a ser taxada de “homofóbica”.

A palavra adoptada não poderia ser mais enganadora. Fobia significa simplesmente terror, medo irracional de algo. Homofobia seria, nesse sentido, terror a homossexuais. Na vida quotidiana, torna-se quase impossível imaginar alguém que trema de medo na presença de um homossexual. No DSM há previsão de várias fobias, como fobia social, agorafobia, medo de insetos, de sangue, de aviões etc. Porém, não há previsão de homofobia.

A utilização do termo leva ao preconceito contra todos aqueles que não compartilham do ideário homossexual. Existem, há séculos, respeitáveis opiniões contrárias de fontes religiosas, culturais ou filosóficas. Com essa denominação, os oponentes do homossexualismo como prática é que passam a ser vistos como doentes mentais, ou seja, como portadores de um distúrbio que deve ser clinicamente tratado! (aliás, já existe esse tratamento nos Estados Unidos).

A contradição está evidente: ao mesmo tempo em que se comemora o “aval científico” para o homossexualismo, utiliza-se uma denominação pseudocientífica para estigmatizar aqueles que são contrários a esta depravação."

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