Quem planejava comprar um carro importado no Brasil nos próximos dias terá que desembolsar 30% a mais de dinheiro planejado. O aumento, anunciado pelo Ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta quinta-feira (15/9), faz parte de um conjunto de medidas para apoiar as indústrias automobilísticas nacionais. O pacote inclui aumento de 30% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as montadoras que não se enquadrarem.
[a estúpida política economica do governo petista - iniciada no governo do Luiz Inácio Apedeuta da Silva desmoronou;
agora a verdade nua e crua se revela e o Brasil, país que pretende ter uma economia de mercado, começa a adotar medidas protecionistas da indústria automobilistica - esquecem os incomPeTentes que administram a economia do Brasil que a queda estrondosa nas vendas dos carros populares é consequência:
- do fato de que o governo não conseguiu mais promover a venda de 'carros populares', sem entrada e em 100 parcelas mensais - juros estão mais elevados e o risco do calote aumentado (tem muito eleitor do Lula devolvendo o carro que comprou em CEM PRESTAÇÕES e agora não está conseguindo pagar e tem que devolver);
- da volta lenta e gradual, mas inexorável, da inflação;
- da estagnação que lentamente toma de conta da economia, já que a política 'burra' do dólar baixo, prejudicou seriamente a industria nacional, promoveu uma desindustrialização e colocou o brasil diante de uma ESTAGFLAÇÃO.
São esses os pontos que estão levando a indústria automobilistica nacional a dar férias coletivas, manter estoque superior em mais de 30% ao habitual e por aí vai.
Quem quer comprar seu carro importado vai comprar tranquilamente - os carros encalhados são os 1.0, principalmente aqueles estilo eleitores do Lula, pintado com cores berrantes, tipo o 'amarelo cheguei'.]
O valor adicional vai ser aplicado nas alíquotas já existentes, que variam de acordo com a potência dos carros. No caso dos automóveis de até 1 mil cilindradas, o IPI passará de 7% para 37%. Para os veículos de 1 mil a 2 mil cilindradas excluídos dos benefícios, a alíquota, atualmente entre 11% e 13%, subirá para 41% a 43%.
Além de automóveis de passeio, o benefício englobará a fabricação de tratores, ônibus, caminhões e veículos comerciais leves. Por causa do regime automotivo comum entre o Brasil e a Argentina, as montadoras que atuam no país vizinho também serão beneficiadas.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, afirmou que metade dos veículos importados serão afetados pela medida. O ministro Aloizio Mercadante, da Ciência e Tecnologia, explicou que isso significa que o carro nacional pode ficar até 28% mais barato do que o importado com o aumento do imposto. "Queremos gerar empregos no Brasil, tecnologia no Brasil. Criando condições para que o carro produzido no Brasil seja competitivo em função dos reflexos que a crise internacional tem causado no mercado", disse. [mais uma mentira do Mercadante: o carro importado vai aumentar, devido os impostos absurdos e protecionistas, no mínimo 30%, mas os carros nacionais vão ficar no mesmo preço - quem não pode comprar o 1.0 vai continuar sem poder.]
A medida vale até dezembro de 2012 e as montadoras terão dois meses para se adaptar às novas regras ou provar que cumprem os requisitos para não sofrer o aumento no IPI.
Fonte: Agência Brasil

0 comentários:
Postar um comentário