Pesquisa personalizada

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Com alta de imposto governo compensou a extinção da CPMF

Agindo de forma irresponsável e mentirosa o governo Dilma insiste na necessidade de recriar uma CPMF

Arrecadação da União no ano deve chegar a 20% do PIB, participação similar à da época do antigo tributo

Maior responsável pela recuperação do caixa foi o IOF, que voltou a subir em 2011 para conter a valorização do real [quando o Senado Federal em um gesto corajoso sepultou a CPMF e infligiu ao Ignorantácio Lula da Silva a maior derrota já sofrida por um presidente, o $talinácio aumento o IOF, CSLL e com isso recuperou boa parte do que deixou de arrecadar com a extinção da contribuição sepultada.]

Três expedientes usados pelo governo para compensar parcialmente a extinção da CPMF acabaram por permitir que a receita da União, hoje, supere a de 2007, último ano da cobrança sobre movimentação financeira.

De lá para cá, foram elevadas as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, além das parcelas dos lucros das empresas estatais repassadas ao Tesouro Nacional.

Uma análise das projeções do Orçamento deste ano mostra que a arrecadação conjunta dessas fontes deverá chegar ao menos a R$ 101,3 bilhões, equivalentes a 2,5% do Produto Interno Bruto, ou seja, da renda nacional.

Há apenas quatro anos, IOF, CSLL e dividendos das estatais não rendiam aos cofres da União mais do que R$ 49,5 bilhões, equivalentes a 1,9% do PIB de então.

Apesar de agudo, esse aumento não seria capaz, sozinho, de repor a perda da CPMF no Orçamento se os demais tributos federais mantivessem o desempenho de 2007, já considerado muito favorável na época.

No entanto, a melhora da economia, com expansão de consumo e investimentos, provocou alta generalizada das receitas federais nos últimos anos, tornando praticamente imperceptível a ausência do antigo imposto. A arrecadação se manteve estável ao longo do segundo governo Lula e, neste ano, deve contabilizar um salto. [e em 2011, a pretexto de conter a valorização do real o desgoverno Dilma aumentou novamente o IOF e com isso passou a ter receita superior a obtida nos tempos da CPMF - e mesmo assim o aumento extra do IOF não conteve a valorização da moeda nacional, já que era um mero pretexto para aumentar arrecadação e o IOF é o imposto mais fácil de ser aumentado, já que o governo tem total liberdade para alterar as alíquotas, sempre que lhe convier.]

Por: Gustavo Patu, Folha de S. Paulo

0 comentários: