À sombra da greve e do atraso pelo país
Se comparados às obras de infraestrutura das cidades, os trabalhos de construção e reforma de estádios são o ponto mais próximo do cronograma na preparação brasileira para a Copa de 2014. Mas há motivos de preocupação. Em São Paulo, a construção do estádio do Corinthians só começou recentemente. Agora, o novo alerta vem do Rio, que passou a trabalhar no limite por causa da greve dos operários do Maracanã, que já dura 15 dias. A consequência pode ser o aumento do custo. Nesta quinta-feira, operários do Mineirão entraram em greve mas logo encerraram o movimento.[o Brasil não tem condições economicas, de infraestrutura, administrativas para sediar nem uma COPA nem uma OLÍMPIADA.
O que colocou o Brasil nessa 'sinuca' foi o megalomaníaco do $talinácio Lula da Silva visando sua promoção pessoal - afinal aquele Apedeuta sonha com o cargo de 'presidente geral do Universo' - e também deixar meios para que a corja de 'cumpanheiros' - esses sim, uma herança maldita que ele deixou para a AINDA presidente Dilma - façam seu 'pé-de-meia', já que até o Luíz Inácio Apedeuta da Silva, sabe que essa roubalheira vai acabar e levar junto esse governo esquerdista;
estão para sua satisfação pessoal e deixar os 'cumpenheiros' bem, o estulto ex-presidente fez o Brasil embarcar nessa e SIFU.
A FIFA não está nem aí para os atrasos - eles possuem um cronograma, datas definidas e na hora que confirmar o atraso simplesmente se utilizam de um país coringa, já fizeram isso mais de uma vez.
O mesmo vale para as Olímpiadas.]
Os estádios particulares que não terão recursos do BNDES viraram o novo problema. Em Curitiba, as obras na Arena da Baixada não começaram. Em Porto Alegre, estão paradas.
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Palco da final, o Maracanã precisa estar pronto em dezembro de 2012 para entrar na Copa das Confederações de 2013. O custo do projeto, aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), ficou em quase R$ 860 milhões. Mas caso a greve, cuja legalidade será votada hoje, não termine até a próxima semana, a situação poderá se complicar. - Cada etapa do projeto tem uma folga. A nossa está diminuindo. Ainda conseguimos manter prazo e custo. Já vamos elevar o número de operários a 3.500 (eram 2.200) e usar métodos como a concretagem em pré-moldado, que dá velocidade - disse Ícaro Moreno, presidente da Empresa de Obras Públicas (Emop). - Se a greve passar da outra semana, aí fica mais grave. Teremos que usar outras tecnologias para manter o prazo, o que pode elevar o custo. [muitos desses atrasos são propositais para elevar o custo das obras; o perigo é que além da elevação dos custos - mais ladrões da corja governista enchendo os bolsos com dinheiro público - também passa a haver riscos de segurança, já que começam a apressar a obra, utilizar materiais não testados e o risco mais uma vez é de quem for assistir jogos nesses estádios feitos 'nas coxas'.
Mas, o QUE É RUIM, SEMPRE PODE PIORAR: não vão conseguir concluir a tempo, a FIFA escolhe outro país sede, as obras nas quais foram enterrados milhões ficam inacabadas e o Brasil mais uma vez SIFU.]
O movimento será julgado nesta sexta-feira, às 14h, no Tribunal Regional do Trabalho. Ícaro diz que o grande problema de prazo é a Copa das Confederações: - Para a Copa do Mundo, podemos até ficar descansados. Mas nosso compromisso é a Copa das Confederações. Para isto, não podemos dormir. Estamos no limite.
Três cidades já estão fora da Copa das Confederações porque não entregarão estádios: Manaus, São Paulo e Natal.
Fonte: O Globo

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