Comissão da Verdade deve ser prioridade, diz ministra
[sempre que vai a uma reunião e leva a 'ministrinha' Rosário, a presidente Dilma tem o cuidado de dar ordens expressas para que a ministra fique calada - 'zíper na boca, para não falar bobagens'.Só que desta vez a presidente esqueceu e a ministra falou.
O que todos já sabem.]
Após se reunir com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, a ministra-chefe da Secretaria dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, declarou que o governo não está estipulando prazo para que o Congresso aprove a Comissão da Verdade. "O ritmo de votações depende do Congresso, o grau de celeridade depende do Congresso", disse a ministra, observando, no entanto, que "a expectativa do governo é que o Congresso trabalhe com prioridade em relação a essa matéria, mas que a coloque dentro do seu ritmo, como uma agenda de interesse nacional".
Maria do Rosário fez questão de ressaltar que "a Comissão da Verdade não está sendo tratada como uma questão de governo ou oposição, é tratada como uma questão da democracia do Brasil, de fortalecimento das instituições, da sociedade e dos movimentos". Para ela, o assunto "não está dividindo oposição e governo, porque é uma questão de interesse do País". Ela lembrou ainda que as lideranças de todos os partidos já avalizaram o texto e que este foi um diálogo construído ao longo de dois anos. "É um acordo nacional pela democracia", completou.
[em que essa asneira chamada 'comissao da meia-verdade', inserida pelo Lula no PNDH-51 - homenagem a preferência etílica do $talinácio Lula da Silva - é importante, para a democracia, fortalece as instituições?
Respondendo: em absolutamente NADA. Se for apurar a verdade mesmo, com isenção, vai se perceber que para cada porco esquerdista que foi abatido, foram assassinadas várias pessoas de BEM, muitas que nem envolvidas com a luta armada estavam.
Os desaparecidos - me refiro aos 'urbanos', já que os do Araguaia os 'caçadores de ossos' estão por lá consumindo dinheiro público - são na quase totalidade consequência de que quando o marginal escolhia a luta armada a primeira providência era trocar de identidade e com isso ocorria o que passamos a exemplificar: o 'joão palhano' resolvia ser terrorista, ser bandido e passava a usar o nome 'luis inácio', consequentemente passava a portar documentação falsa declarando ser o portador o 'luís inácio' - com isso o 'joão palhano' sumia;
e quando o 'luis inácio' ia praticar algum sequestro, algum assalto a banco, algum 'justiçamento' e entrava em luta com as forças de segurança e ocorria de ser abatido, para fins de identificação eram considerados os documentos que portava e portanto era dado como morto e sepultado o 'luís inácio'.
Enquanto a família do marginal 'joão palhano' continua procurando o cadáver daquele porco, que apenas e tão somente foi enterrado com o nome de 'luís inácio' - em função de estar usando criminosamente documentos falsos que diziam ser aquele o seu nome.
Naquela época não existiam os recursos modernos de identificação.
Outra causa comum de desaparecimento era que o próprio bandido resolvia abandonar a luta e fugir. Conseguia documentação falsa e pronto. Recentemente familiares de um destes bandidos, que recebiam todo mês uma mensalidade pelo desaparecimento do pai, encontraram com referido indíviduo vivo e usando outro nome.]

0 comentários:
Postar um comentário