Pesquisa personalizada

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Élamentável que a condenação de Israel pela ONU não tenha nenhum consequência concreta que contenha os ânimos assassinos de Israel

ONU: bloqueio de Israel sobre Gaza é legal, mas houve excesso em operação contra frota humanitária

Deve ser finalmente divulgado nesta sexta-feira (2) o relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a operação militar de Israel contra uma flotilha humanitária que tentava furar o bloqueio sobre Gaza. O episódio ocorreu em maio de 2010 e deixou nove ativistas mortos – oito turcos e um americano de ascendência turca. O New York Times obteve uma cópia do relatório. A conclusão é de que o bloqueio a Gaza é legal e apropriado, mas que a reação dos militares israelenses à resistência de um grupo de passageiros de um dos navios foi “excessiva e irracional”. O tratamento dado aos detidos também é criticado. [para os israelenses a vida de um PALESTINO ou de qualquer ser humano um que tente apoiá-los – ainda que por razões humanitárias - não tem o menor valor.

Também deve ser lembrado que a conclusão não tem nenhum valor e nada pode ser feito para impedir que os palestinos sejam alvos inocentes e indefesos para o poderoso exército hebreu.]

O documento destaca que o painel que o elaborou não teve poder para convocar testemunhas ou obter documentos. Por isso, teve de se basear nos relatos e informações passados por Israel e Turquia (o Mavi Marmara tinha bandeira turca). A conclusão do relatório não pode ser considerada definitiva, nem uma sentença.

Como muitos elementos do conflito entre Israel e Palestina, os eventos no Mavi Marmara produziram duas narrativas ferozmente contrárias, cada qual com uma justificativa própria e com desprezo pela outra.

O relatório foi finalizado em julho, mas sua divulgação foi retardada em uma tentativa de que não atrapalhasse a reconciliação entre Israel e Turquia. Mas as negociações entre os dois países naufragaram. O documento da ONU recomenda que Israel faça “uma declaração apropriada de arrependimento” e pague indenizações, mas a Turquia considerada que essa fórmula não expressa remorso suficiente, informa o NYTimes. Com ou sem relatório, o impasse diplomático persiste. [Israel precisa ser punido severamente pelo ato covarde que praticou contra um barco de ajuda humanitária.

Além do bloqueio cruel e desumano que mantém contra civis palestinos que residem na Faixa de Gaza – que, a qualquer momento, dependendo unicamente de uma decisão unilateral do estado de Israel, podem ser bombardeados pela aviação israelense (um conflito pedras contra mísseis) – Israel se sente no direito de impedir qualquer ajuda humanitária aos ‘prisioneiros’ palestinos residentes naquele local – civis, mulheres e crianças.]

0 comentários: