quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Manifestantes fazem lavagem simbólica da pista em frente ao Museu Nacional
Convocada via Facebook, a Marcha contra a Corrupção concentrou 25 mil participantes - muitos vestidos de preto e com narizes de palhaço - na Praça dos Três Poderes. O número foi confirmado pela Polícia Militar do DF. Inicialmente marcada para 28 de agosto, a manifestação foi adiada para hoje (7/9), no mesmo horário do desfile cívico da independência.
O movimento ganhou força depois que a Câmara dos Deputados absolveu a parlamentar Jaqueline Roriz (PMN-DF), em 30 de agosto. Até então, conta a idealizadora da marcha, Luciana Kalil, 5 mil pessoas haviam confirmado presença no evento por meio da página criada no Facebook. Depois disso, 30 mil internautas afirmaram seu comprometimento, e o número de integrantes da comissão organizadora passou de cinco para 40. [um esclarecimento: muitas vezes recebemos comentários que nem sequer merecem tal nome - por serem verdadeiras broncas contra os editores deste Blog - e que pela abundância de termos chulos e outras ofensas temos que deletar.
Muitos se revoltam quando manifestamos posição contra a Lei da Ficha Limpa ou então defendemos alguém da família Roriz.
O objetivo deste Blog é antes de tudo a DIFUSÃO DA VERDADE e para fazer tal coisa precisamos estar atrelados à Justiça - a UNR, tem um objetivo maior que é a eliminação política da maldita esquerda - o que significa eliminar politicamente todos essa corja que está comandando o Palácio do Planalto, o Buriti e outros locais.
Sobre nossa posição 'restritiva' do alcance da Lei da Ficha Limpa já nos manifestamos inúmeras vezes.
Nesta ocasião vamos comentar sobre o que muitos chamam de 'defesa exagerada' da família Roriz, no caso específico representada pela defesa da deputada Jaqueline.
Sabemos que a deputada não é nenhuma santa, mas não podemos, ou pelo menos não é legalmente permitido, abater um 'criminoso' a qualquer pretexto, seguindo a máxima: se ele estiver inocente deste crime, com certeza cometeu outros e assim vamos eliminá-lo.
Entendemos que se alguém é um assassino deve ser punido pelo crime de assassinato, não sendo justo que impossbilitado de puni-lo pelo assassinato, seja acusado de roubo, sem ter roubado nada, e seja punido como ladrão.
A deputada Jaqueline aparece em um vídeo que levanta sólidas suspeitas de um ato ilicito; só que decidiram julgar e condenar a parlamentar pelo delito 'quebra de decoro parlamentar' e este ato ilegal só pode ser cometido por um PARLAMENTAR, em outras palavras, por alguém que a época do cometimento do ato exercesse, fosse titular, de um mandato parlamentar.
E a deputada JAQUELINE RORIZ na época dos fatos que constam no vídeo NÃO ERA PARLAMENTAR, não ERA SUPLENTE DE PARLAMENTAR, não TINHA MANDATO PARLAMENTAR e como consequência direta e imediata NÃO TINHA DECORO PARLAMENTAR PARA QUEBRAR, por mais nojento e criminoso que fosse o ato que viesse a praticar.
Diante de tão cristalino, e irrefutável, argumento só nos resta o posicionamento ao lado da Câmara dos Deputados dos que a absolveram.
Se conseguirmos sobreviver as broncas que estamos levando por agora, rogamos a DEUS que também consigamos sobreviver as que vamos receber quando do julgamento daquela parlamentar pelo STF e for a mesma inocentada - o procurador-geral jogou para a platéia e acusou a parlamentar de um delito que só PODE SER COMETIDO POR SERVIDOR PÚBLICO e naquela época, a hoje deputada Jaqueline NÃO ERA SERVIDORA PÚBLICA.]
"Criei esse evento nas redes sociais porque já estava farta de tanta corrupção. A absolvição da Jaqueline Roriz foi a gota d'água", comenta a profissional autônoma. Os participantes se concentraram por volta das 9h em frente ao Museu Nacional e marcharam na Esplanada, em uma pista paralela à do desfile. Ao chegar à bandeira, na Praça dos Três Poderes, cantarão o Hino Nacional. Eles não pretendem entregar manifestos por escrito à presidente Dilma Rousseff.
"Não queremos atrapalhar o desfile nem causar confusão. Somos pacíficos e apartidários", enfatizou Francisco Zauer, que também integra a organização da marcha. Durante toda a caminhada, eles serão acompanhados por um carro de som cedido pela Associação dos Advogados de Brasília.
Servidores
Antes dessa concentração, já havia chegado à Esplanada um grupo de servidores para protestar contra as mais recentes denúncias envolvendo integrantes do governo federal. Vestidos de laranja, eles participam do núcleo Sérgio Buarque de Hollanda, o qual defende que as corrupções ativa e passiva sejam classificadas como crimes hediondos.
"Defendemos a educação fiscal. Muito dinheiro público vai pelo ralo por conta de desvios", comentou Rita Feliceti, 52 anos, servidora da Receita Federal. O grupo de que ela participa trouxe ainda 100 camisetas cor de laranja para vender durante o dia de manifestações populares.
Manifestantes promoveram hoje (7/9) uma lavagem simbólica da pista em frente ao Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios. Organizados via internet, eles usaram baldes, vassouras e esfregões para protestar contra as recentes acusações de corrupção no governo federal.
"É preciso fortalecer os mecanismos de controle da corrupção e as instituições à frente dessa tarefa, como o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria Geral da União (CGU)", defendeu Charles Guerreiro, presidente da Associação Brasileira de Defesa dos Consumidores de Combustíveis e Derivados, uma das entidades que participam da manifestação.
Fonte: Agência Brasil
O movimento ganhou força depois que a Câmara dos Deputados absolveu a parlamentar Jaqueline Roriz (PMN-DF), em 30 de agosto. Até então, conta a idealizadora da marcha, Luciana Kalil, 5 mil pessoas haviam confirmado presença no evento por meio da página criada no Facebook. Depois disso, 30 mil internautas afirmaram seu comprometimento, e o número de integrantes da comissão organizadora passou de cinco para 40. [um esclarecimento: muitas vezes recebemos comentários que nem sequer merecem tal nome - por serem verdadeiras broncas contra os editores deste Blog - e que pela abundância de termos chulos e outras ofensas temos que deletar.
Muitos se revoltam quando manifestamos posição contra a Lei da Ficha Limpa ou então defendemos alguém da família Roriz.
O objetivo deste Blog é antes de tudo a DIFUSÃO DA VERDADE e para fazer tal coisa precisamos estar atrelados à Justiça - a UNR, tem um objetivo maior que é a eliminação política da maldita esquerda - o que significa eliminar politicamente todos essa corja que está comandando o Palácio do Planalto, o Buriti e outros locais.
Sobre nossa posição 'restritiva' do alcance da Lei da Ficha Limpa já nos manifestamos inúmeras vezes.
Nesta ocasião vamos comentar sobre o que muitos chamam de 'defesa exagerada' da família Roriz, no caso específico representada pela defesa da deputada Jaqueline.
Sabemos que a deputada não é nenhuma santa, mas não podemos, ou pelo menos não é legalmente permitido, abater um 'criminoso' a qualquer pretexto, seguindo a máxima: se ele estiver inocente deste crime, com certeza cometeu outros e assim vamos eliminá-lo.
Entendemos que se alguém é um assassino deve ser punido pelo crime de assassinato, não sendo justo que impossbilitado de puni-lo pelo assassinato, seja acusado de roubo, sem ter roubado nada, e seja punido como ladrão.
A deputada Jaqueline aparece em um vídeo que levanta sólidas suspeitas de um ato ilicito; só que decidiram julgar e condenar a parlamentar pelo delito 'quebra de decoro parlamentar' e este ato ilegal só pode ser cometido por um PARLAMENTAR, em outras palavras, por alguém que a época do cometimento do ato exercesse, fosse titular, de um mandato parlamentar.
E a deputada JAQUELINE RORIZ na época dos fatos que constam no vídeo NÃO ERA PARLAMENTAR, não ERA SUPLENTE DE PARLAMENTAR, não TINHA MANDATO PARLAMENTAR e como consequência direta e imediata NÃO TINHA DECORO PARLAMENTAR PARA QUEBRAR, por mais nojento e criminoso que fosse o ato que viesse a praticar.
Diante de tão cristalino, e irrefutável, argumento só nos resta o posicionamento ao lado da Câmara dos Deputados dos que a absolveram.
Se conseguirmos sobreviver as broncas que estamos levando por agora, rogamos a DEUS que também consigamos sobreviver as que vamos receber quando do julgamento daquela parlamentar pelo STF e for a mesma inocentada - o procurador-geral jogou para a platéia e acusou a parlamentar de um delito que só PODE SER COMETIDO POR SERVIDOR PÚBLICO e naquela época, a hoje deputada Jaqueline NÃO ERA SERVIDORA PÚBLICA.]
"Criei esse evento nas redes sociais porque já estava farta de tanta corrupção. A absolvição da Jaqueline Roriz foi a gota d'água", comenta a profissional autônoma. Os participantes se concentraram por volta das 9h em frente ao Museu Nacional e marcharam na Esplanada, em uma pista paralela à do desfile. Ao chegar à bandeira, na Praça dos Três Poderes, cantarão o Hino Nacional. Eles não pretendem entregar manifestos por escrito à presidente Dilma Rousseff.
"Não queremos atrapalhar o desfile nem causar confusão. Somos pacíficos e apartidários", enfatizou Francisco Zauer, que também integra a organização da marcha. Durante toda a caminhada, eles serão acompanhados por um carro de som cedido pela Associação dos Advogados de Brasília.
Servidores
Antes dessa concentração, já havia chegado à Esplanada um grupo de servidores para protestar contra as mais recentes denúncias envolvendo integrantes do governo federal. Vestidos de laranja, eles participam do núcleo Sérgio Buarque de Hollanda, o qual defende que as corrupções ativa e passiva sejam classificadas como crimes hediondos.
"Defendemos a educação fiscal. Muito dinheiro público vai pelo ralo por conta de desvios", comentou Rita Feliceti, 52 anos, servidora da Receita Federal. O grupo de que ela participa trouxe ainda 100 camisetas cor de laranja para vender durante o dia de manifestações populares.
Manifestantes promoveram hoje (7/9) uma lavagem simbólica da pista em frente ao Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios. Organizados via internet, eles usaram baldes, vassouras e esfregões para protestar contra as recentes acusações de corrupção no governo federal.
"É preciso fortalecer os mecanismos de controle da corrupção e as instituições à frente dessa tarefa, como o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria Geral da União (CGU)", defendeu Charles Guerreiro, presidente da Associação Brasileira de Defesa dos Consumidores de Combustíveis e Derivados, uma das entidades que participam da manifestação.
Fonte: Agência Brasil
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