Que isenção terá a tal comissão se todos os seus membros forem indicados por uma ex-terrorista?
Reportagem do Estadão mostra que a costura política para que a Comissão da Verdade (cujo objetivo é trazer à tona os crimes cometidos durante o regime militar, porém sem julgá-los) saia do papel está perto do fim. O DEM é o único partido que ainda é contra o texto, apoiado até pelos comandos das Forças Armadas. Segundo o jornal, o DEM quer que o Senado e a Câmara indiquem cada um, um dos sete membros da Comissão da Verdade, e não que a tarefa caiba apenas à presidente Dilma Rousseff, como determina o texto existente e como é o costume em outros países que tiveram processos semelhantes. [a opção mais aceitável para que o vômito chamado ‘comissão da verdade’ – vômito porque o PNDH 51, que contém entre outros excrementos o projeto da tal comissão, foi gestado durante uma das ressacas advindas do consumo excessivo da CACHAÇA 51, por Luis Inácio Apedeuta da Silva – é que o Poder Executivo indique três membros, o Senado indique um e a Câmara dos Deputados um outro e o Poder Judiciário indique os dois restantes.]
O governo se recusa a atender a demanda do DEM porque qualquer emenda ao projeto vai atrasar seu andamento, o que implica em reabrir negociações com os militares e correr o risco de o texto chegar a 2012, ano eleitoral em que a votação pode ser dificultada.
Sabe-se que o ex-ministro Nelson Jobim (Defesa) negociou cada palavra do texto com os comandantes militares. Foi nessa negociação que se definiu, por exemplo, que a comissão procurará esclarecer fatos ocorridos no período da ditadura, mas não terá caráter judicial ou punitivo. Qualquer mudança levaria a uma nova rodada de negociações. “O projeto que está no Congresso conta com o respaldo dos comandantes militares”, assegura Genoino. [deve ser mais uma das mentiras do ex-guerrilheiro e palrador Zé Genoíno, que os comandantes militares tenham deixado a cargo de uma ex-terrorista, a atual presidente Dilma Rousseff, o encargo de escolher todos os integrantes da ‘comissão da meia verdade’ ou da ‘mentira inteira’.]
Para evitar mais atrasos, o governo convidou ex-ministros dos Direitos Humanos, inclusive aqueles do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), para manifestar apoio ao projeto. Nesta segunda, eles devem se encontrar com Marco Maia (PT-RS), o presidente da Câmara. [o governo além de esperar deturpar os objetivos da ‘comissão da verdade’ e com isso se vingar dos BRASILEIROS DO BEM que, corajosamente e muitas vezes colocando em risco a própria vida – sem contar os muitos que tombaram na luta contra os porcos terroristas e guerrilheiros – combateram os traidores que pretendiam transformar o Brasil em uma nova Cuba com o sacrifício da própria vida, pretende desviar a atenção do POVO BRASILEIRO da corrupção reinante e assim evitar a faxina ética que começa a ser cobrada nas ruas.]
Dilma deve indicar membros de Comissão da Verdade
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou hoje que o projeto que cria a Comissão Nacional da Verdade, em discussão no Congresso, tem grande chance de ser aprovado respeitando-se o texto original apresentado pelo governo, ou seja, com a previsão de nomeação de sete membros pela Presidência da República, e não de nove, com a indicação de dois deles pelo Congresso. "Sinto hoje que há uma acomodação nos termos do projeto original. Se isso acontecer, a indicação será da presidente da República", disse o ministro, após participar da abertura de congresso sobre segurança pública para a Copa e a Olimpíada, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O ministro acredita que as discussões sobre a instalação da Comissão da Verdade já estão amadurecidas o suficiente para serem chanceladas pelos parlamentares. "A meu ver, o projeto está bem maduro para ser aprovado", afirmou.
Cardozo ressaltou que o governo tem pressa na aprovação do projeto - a comissão vai tentar esclarecer denúncias de torturas, mortes e desaparecimentos no período da ditadura militar, mas não terá caráter judicial ou punitivo. "O País espera a aprovação do projeto e isso viria em boa hora. Se puder aprovar até o dia 21, ótimo", disse o ministro, em referência à data em que a presidente Dilma Rousseff vai discursar na abertura da assembleia geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA) [a utilidade da ONU começa a ser questionada – pela absoluta ineficiência e total parcialidade – e esse discurso cometido pelo presidente brasileiro se tornou desde 2003 um espetáculo circense.
Agora que esse ministro deve ter concedido a entrevista sobre aprovação até o próximo dia 21 em pleno sonho isso é verdade. Sonha ministro, sonhar é livre.]

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