Dilma e as 'meninas super poderosas', especialmente a 'xerife' do planejamento não aceitam negociar
Dilma é caprichosa, birrenta, em casa e quer agir da mesma forma no exercício do cargo de presidente da República.
Aliás as ‘meninas super poderosas’ quando decidem fazer uma bobagem, não adianta insistir.
Dilma só aceita a votação da Emenda 29 se arranjar jeito de embutir uma CPMF ainda que outro nome.
No tocante a PEC 300, que por não envolver a saúde – afinal aquela proposta de emenda constitucional só busca melhorar o salário daqueles que diariamente arriscam a vida a troco de um salário de fome, exceção para os PMs e BMs do DF – é mais fácil enrolar, a ordem é não conversar sobre.
O governo federal elevou hoje a pressão sobre os líderes dos partidos aliados para evitar a votação da emenda 29 no Congresso. A emenda prevê percentuais mínimos de gastos em saúde e o governo quer barrar a criação de mais despesas em meio à crise financeira global.
Durante reunião no Palácio do Planalto, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o atual projeto em tramitação na Câmara retiraria da saúde R$ 6 bilhões vindos do Fundo de Manutenção de Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
O recado foi dado em reunião na qual estavam presentes o vice-presidente Michel Temer e a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti. No encontro, no entanto, não se chegou a um acordo em relação sobre a criação de um nova fonte de financiamento para a saúde. "Não existe posição definida pela presidente da República", afirmou o líder do governo na Câmara, Cândido Vacarezza (PT-SP), ponderando que, "pessoalmente", é favorável à instituição de um novo tributo para financiar os gastos adicionais da área.
A presidente Dilma Rousseff disse hoje que a saúde precisa de mais fontes de financiamento. Em entrevista a rádios de Minas Gerais, Dilma afirmou que o governo não tem problema em aprovar a emenda 29, que estabelece limites mínimos de gastos para o setor e se disse contrária ao retorno da CPMF porque os recursos recolhidos não foram usados na saúde. "Não sou a favor daquela CPMF por conta que ela foi desviada. Agora, que o Brasil precisa... Entre esse fato e o fato de falar que não precisa, vai precisar sim", disse a presidente, ao final da entrevista.
O governo federal tem sofrido pressões dos partidos da base aliada para aprovar a emenda. Exceto o PT, os demais partidos aliados, como o PMDB, defendem a aprovação da lei no Congresso. O líder do governo na Câmara, Cândido Vacarezza, disse que a volta da CPMF pode ser uma alternativa ao custeio de novos gastos da saúde por conta da emenda 29. Segundo Dilma, mesmo se aprovada, a emenda 29 deixará o atual padrão da saúde pública igual. "Em geral, a emenda 29 mantém o atual padrão da saúde, ela não resolve. É importante que a população saiba disso porque se quiser resolver a questão da saúde vai ter de investir mais nessa questão e aí nós vamos ter de discutir de forma séria como é que se faz um investimento maior", disse.
A presidente comentou que a nova classe média vai exigir cada vez mais a qualidade nos serviços públicos de saúde, segurança e educação. Além de prometer a melhoria da gestão e de ressaltar a necessidade de contratação de médicos, Dilma afirmou que "nenhum país do mundo conseguiu dar qualidade e universalizar o sistema de saúde "sem investir muito". "A nossa saúde gasta dinheiro, mas você vai necessitar cada vez mais recursos para colocar na saúde para ela ficar cada vez mais de qualidade", afirmou.
Fonte: Valor Econômico
[Detalhe: a trupe governista acha mais fácil enrolar os policiais e bombeiros militares no que se refere a famosa PEC 300 – a maior parte não mora no DF e tem séries dificuldades financeiras para custear gastos com viagens e estadia no DF para pressionar os parlamentares.]

0 comentários:
Postar um comentário