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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Pedro Novais, ministro do Turismo, terá que fornecer explicações sobre nova falcatrua

Ministro teria usado verba da Câmara para pagar empregada doméstica

O ministro do Turismo, Pedro Novais, conseguiu escapar da onda de demissões que abalou o governo Dilma Rousseff nas últimas semanas, mas agora deve ter que dar novas explicações. Segundo reportagem publicada nesta terça-feira pela Folha, Novais usou verbas da Câmara para custeio de mandato parlamentar para pagar o salário de uma governanta que trabalhava em sua casa e acompanhava a família em viagens ao Rio de Janeiro e ao Maranhão. Essa situação teria persistido por sete anos.


A empregada Doralice Bento de Sousa, 49 anos, recebia como secretária parlamentar na Câmara, nomeada por Novais. A Folha apurou que ela não dava expediente no gabinete de Novais nem no escritório político no Estado de origem, precondições para o uso de verbas parlamentares para pagar assessores. Dora fazia tarefas no apartamento de Novais: cozinhava, organizava a casa e chefiava a faxina das diaristas.


Ainda segundo o jornal, Dora foi exonerada quando Novais assumiu o Ministério do Turismo, e atualmente trabalha em uma empresa ligada à pasta. Em 2009, quando surgiram denúncias de que os deputados pagavam o salário de domésticas com dinheiro público, Novais teria pedido para que Dora aparecesse na Câmara algumas vezes por semana, mas depois ela teria retomado sua rotina na casa do então parlamentar.


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O ministro negou as acusações do jornal: Novais afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que a servidora Doralice de Sousa trabalhou até dezembro no seu gabinete como secretária parlamentar. Segundo a assessoria, a função de Dora era dar “apoio administrativo ao deputado e outros funcionários”. Novais não respondeu por que Dora passava os dias no apartamento funcional.


[O ministro Novaes, cria do Sarney, já era enrolado em termos de honestidade nos tempos do SNI

Em termos de produtividade o ministro é menos que um ZERO À ESQUERDA, tanto que em mais de cinco meses no ministério assinou apenas um ato oficial. Resumo da ópera: ou o ministro é inútil, ou o ministério é inútil ou ambos são inúteis.]


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