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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Zé Dirceu demonstra controle sobre o PT e rejeição a farsa da ‘faxina’ iniciada, e já encerrada, por Dilma

Para o PT, suposto complô entre oposição e “mídia conservadora” provocou a crise

Não é segredo que dependesse da vontade do mafioso Zé Dirceu e da corja petista que o segue a censura a imprensa no Brasil seria pior do que a chinesa

O Estadão traz, nesta sexta-feira (2), detalhes do esboço da resolução que o PT deve debater neste fim de semana, quando realiza seu 4º Congresso. De acordo com o jornal, o partido, como fazia o ex-presidente Lula, atribui os escândalos de corrupção a um suposto complô formado pela oposição e pela “mídia conservadora”.

O PT atribui a turbulência no governo, provocada pelas demissões na Esplanada e em repartições dos Transportes e da Agricultura, à oposição “e a seus aliados na mídia conservadora”. (…) “A oposição, apoiada – ou dirigida – pela conspiração midiática que tentou derrubar o presidente Lula, apresenta-se agora liderando uma campanha de ‘apoio’ à presidente Dilma, para que esta faça uma “faxina” no governo”, diz o texto. Na sequência, o documento constata que políticos “sem credibilidade”, e “omissos” no combate à corrupção em seus próprios Estados, tentam agora “dissolver a base parlamentar do governo Dilma”, a fim de bloquear suas iniciativas. [as demissões ocorridas no Ministério dos Transportes, Turismo e Agricultura, são única e exclusivamente consequência da corrupção, da roubalheira, realizada pelos demitidos – a Imprensa apenas denunciou e a corja petista não aceita que os desmandos dos seus integrantes ou de aliados sejam objeto de denúncias;

Eles bem sabem que a presidente Dilma, mesmo tendo recuado de forma desairosa da idéia da faxina, vai ser forçada a fazer novas demissões no Turismo, nas Cidades e ainda tem candidatos à degola na Casa Civil, nas Relações Institucionais e tem o ‘caroneiro’ Paulo Bernardo – são tantos ministérios inúteis que no momento não lembro qual ministério é feudo do Paulo Bernardo.]

Em documento, PT recusa ‘faxina’ de Dilma e pede reforma contra corrupção

Partido abre seu 4º Congresso, no qual apresentará resolução que evidencia incômodo com demissões promovidas nos ministérios sob suspeitas de irregularidades e desvios

Em uma resolução política de 24 páginas, o PT não conseguiu esconder o incômodo com a chamada "faxina" promovida pelo governo da presidente Dilma Rousseff, que derrubou quatro ministros em dois meses e 12 dias. Sob o argumento de que a oposição, apoiada por uma "conspiração midiática", quer dissolver a base parlamentar do governo, o documento que guiará os debates do 4.º Congresso do PT - desta sexta-feira, 2, a domingo, 4, em Brasília - não faz rodeios. A recomendação é para o partido repelir as "manobras" para promover a "criminalização generalizada" da base aliada. O texto, obtido pelo Estado, diz que o núcleo de combate à corrupção reside na reforma política e do Estado. Não tece críticas à conduta de Dilma, mas faz questão de defender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, citando as medidas tomadas por ele para o "combate implacável" à corrupção. Nos bastidores, petistas temem que ações de Dilma acabem carimbando o governo Lula como "corrupto", já que todos os demitidos foram herdados da gestão passada. [o governo do Ignorantácio Lula da Silva já está classificado, comprovadamente, como o mais corrupto que já existiu no Brasil – desde os tempos de Cabral.

A frase mais correta para definir a corrupção no governo do $talinácio Lula da Silva é a adaptação de uma criada por ele mesmo: ‘nunca antes, jamais, na história desse país, se roubou tanto’.]

O PT atribui a turbulência no governo, provocada pelas demissões na Esplanada e em repartições dos Transporte e da Agricultura, à oposição "e a seus aliados na mídia conservadora". Para a cúpula petista, é mais do que necessário discutir no Congresso o marco regulatório da comunicação social. "A oposição, apoiada - ou dirigida - pela conspiração midiática que tentou derrubar o presidente Lula, apresenta-se agora liderando uma campanha de ‘apoio’ à presidente Dilma, para que esta faça uma "faxina" no governo", diz o texto. [dependesse da vontade do mafioso Zé Dirceu, a própria presidente Dilma seria estaria sob censura prévia; aliás, Dilma impõe a alguns dos seus ministros a censura preventiva: a ministra Maria do Rosário, em toda reunião que participa com a Dilma presente, recebe a recomendação expressa: ‘fique calada para não falar bobagens.]

Na sequencia, o documento constata que políticos "sem credibilidade", e "omissos" no combate à corrupção em seus próprios Estados, tentam agora "dissolver a base parlamentar do governo Dilma", a fim de bloquear suas iniciativas.

Com sinal verde da Executiva Nacional do PT, reunida na quinta-feira, 1º, o texto ainda poderá sofrer emendas e mudanças no Congresso petista, amanhã. O encontro, a ser aberto nesta sexta com festa por Dilma e Lula, foi convocado para reformar o estatuto do PT.

Reforma

O partido faz a defesa genérica de alianças, em 2012, com siglas que apoiam o governo. As maiores polêmicas serão desidratadas, para não causar constrangimento a Dilma. O presidente do PT, Rui Falcão, disse que a luta contra os malfeitos é um compromisso "inarredável" e sem trégua. "Mas o núcleo desse combate à corrupção há de ser travado por meio de uma reforma política eleitoral e de uma reforma do Estado."

Disposto a mostrar apoio a Dilma, o PT afirma na resolução que as substituições na equipe ministerial e as disputas "naturais" no Parlamento não paralisaram os programas do governo. Mesmo assim, destaca que a dinâmica de um governo de coalizão requer da presidente a manutenção de iniciativas, "com o cuidado de não baixar a guarda".

Seis anos após o escândalo do mensalão, o PT aproveitará a segunda etapa de seu 4.º Congresso - a primeira foi no ano passado, quando oficializou a candidatura de Dilma ao Planalto - para pregar o financiamento público das campanhas. O partido diz que, para vencer a "batalha" da opinião pública, será preciso desmontar armadilhas da "espiral do cinismo", que aceita a corrupção como "inevitável".

Embora o Banco Central tenha reduzido a taxa básica de juros de 12,5% para 12% ao ano, o PT avalia que tanto a Selic como a questão do câmbio precisam se enfrentadas com "medidas mais ousadas". "O câmbio elevado é uma ameaça à economia brasileira", afirma o texto.

Fonte: O Estado de São Paulo

{é bom lembrar que o Zé Dirceu é o chefe da organização criminosa conhecida como MENSALÃO - PT e assim ele quer a imprensa amordaçada e a corrupção liberada - no estilo do Ignorantácio que dizia nada saber.]

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