segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Sanha assassina tem como causa principal a IMPUNIDADE dos 'DI MENOR'
Adolescente de 17 anos mata três pessoas e deixa outras 12 feridas em Minas
Com uma incrível sanha assassina, um adolescente de 17 anos, conhecido como Loirinho, feriu 15 pessoas a tiros, matando três delas e deixando pelo menos duas em estado gravíssimo, na noite de sábado. A sequência de crimes durou duas horas e aconteceu em três locais diferente da região noroeste de Belo Horizonte. O motivo da tragédia seria uma vingança por parte do menor — o irmão dele, Iago Dutra, foi assassinado há três meses. A principal suspeita do crime é uma mulher identificada como L., irmã de um dos mortos, Leonardo José de Souza. Segundo a Polícia Militar, um possível acerto de contas entre gangues rivais e disputa pelo controle do tráfico de drogas na região também podem ter motivado os crimes. Testemunhas afirmaram que o tiroteio foi causado pelos três fatores.
Um detalhe importante é o fato de que D.H.S.D. completará 18 anos no próximo dia 18 e teria, segundo uma fonte da Polícia Militar, aproveitado o fato de ainda ser menor para “passar a régua” e cometer os crimes quando ainda é, segundo a lei, inimputável. Nos últimos dois anos, de acordo com o comandante do 34º Batalhão de Polícia Militar de Belo Horizonte, tenente-coronel Idzel Fagundes, o menor foi apreendido quatro vezes em função do envolvimento com o tráfico de drogas. [o mais decepcionante, revoltante mesmo, é que se durante uma dessas apreensões - eufemismo que o ECA usa para quando bandido 'di menor' é preso - um dos policiais forjasse um auto de resistência e o bandido morresse (o que com certeza teria poupado a vida e a integridade de várias pessoas, entre elas uma criança de apenas dois anos) aí seria Justiça, Ministério Público e todas as autoridades condenando os policiais.
Muitas vezes o 'auto de resistência' é a única forma que a polícia encontra para eliminar no nascedouro um bandido do tipo desse tal de 'loirinho'.
Agora o bandido após toda essa crueldade, completa 18 anos em menos de vinte dias e ZERA as contas.]
A sequência de crimes começou às 21h40, na Rua Eneida, quase esquina com a Avenida Amintas Jaques de Morais, na Lanchonete Cia. do Sabor. Ali, ele chegou a pé e atirou contra os fregueses, atingindo quatro pessoas: Leonardo da Conceição de Oliveira, de 21 anos, Gabriel Martins Barbosa de Oliveira, de 19, Rogério da Silva Oliveira, de 32 e o menor J.A.S, de 17. Depois dos disparos, fugiu num automóvel preto, cuja placa não foi anotada.
Incêndio
O alvo seguinte foi uma residência na Rua Piúma, 511, onde ele ateou fogo no imóvel e feriu Cláudio da Cruz e Saymon David Silva, ambos de 21, Magea Pamela Silva, de 19, e duas menores, de 17 e de apenas dois anos. A garotinha foi ferida por um tiro no ombro, que atingiu a coluna cervical, e foi internada com chances de ficar paraplégica. Cláudio teve 80% do corpo queimado e corre grave risco de morte.
O terceiro ataque, o mais fatal, ocorreu por volta das 23h, na Rua Damasco com Rua Sinai, no Bar da Alzira. Ali, ele estacionou o carro a poucos metros de distância e disparou contra seis pessoas, matando três delas: Leandro de Castro Moraes, de 27, Maycon Walace Cupertino Silva, de 23, e Leonardo José de Souza (idade não divulgada). Três pessoas ficaram feridas. Depois da sequência de crimes, Loirinho desapareceu. Até o fechamento da edição, a polícia ainda não havia detido o adolescente.
Com uma incrível sanha assassina, um adolescente de 17 anos, conhecido como Loirinho, feriu 15 pessoas a tiros, matando três delas e deixando pelo menos duas em estado gravíssimo, na noite de sábado. A sequência de crimes durou duas horas e aconteceu em três locais diferente da região noroeste de Belo Horizonte. O motivo da tragédia seria uma vingança por parte do menor — o irmão dele, Iago Dutra, foi assassinado há três meses. A principal suspeita do crime é uma mulher identificada como L., irmã de um dos mortos, Leonardo José de Souza. Segundo a Polícia Militar, um possível acerto de contas entre gangues rivais e disputa pelo controle do tráfico de drogas na região também podem ter motivado os crimes. Testemunhas afirmaram que o tiroteio foi causado pelos três fatores.
Um detalhe importante é o fato de que D.H.S.D. completará 18 anos no próximo dia 18 e teria, segundo uma fonte da Polícia Militar, aproveitado o fato de ainda ser menor para “passar a régua” e cometer os crimes quando ainda é, segundo a lei, inimputável. Nos últimos dois anos, de acordo com o comandante do 34º Batalhão de Polícia Militar de Belo Horizonte, tenente-coronel Idzel Fagundes, o menor foi apreendido quatro vezes em função do envolvimento com o tráfico de drogas. [o mais decepcionante, revoltante mesmo, é que se durante uma dessas apreensões - eufemismo que o ECA usa para quando bandido 'di menor' é preso - um dos policiais forjasse um auto de resistência e o bandido morresse (o que com certeza teria poupado a vida e a integridade de várias pessoas, entre elas uma criança de apenas dois anos) aí seria Justiça, Ministério Público e todas as autoridades condenando os policiais.
Muitas vezes o 'auto de resistência' é a única forma que a polícia encontra para eliminar no nascedouro um bandido do tipo desse tal de 'loirinho'.
Agora o bandido após toda essa crueldade, completa 18 anos em menos de vinte dias e ZERA as contas.]
A sequência de crimes começou às 21h40, na Rua Eneida, quase esquina com a Avenida Amintas Jaques de Morais, na Lanchonete Cia. do Sabor. Ali, ele chegou a pé e atirou contra os fregueses, atingindo quatro pessoas: Leonardo da Conceição de Oliveira, de 21 anos, Gabriel Martins Barbosa de Oliveira, de 19, Rogério da Silva Oliveira, de 32 e o menor J.A.S, de 17. Depois dos disparos, fugiu num automóvel preto, cuja placa não foi anotada.
Incêndio
O alvo seguinte foi uma residência na Rua Piúma, 511, onde ele ateou fogo no imóvel e feriu Cláudio da Cruz e Saymon David Silva, ambos de 21, Magea Pamela Silva, de 19, e duas menores, de 17 e de apenas dois anos. A garotinha foi ferida por um tiro no ombro, que atingiu a coluna cervical, e foi internada com chances de ficar paraplégica. Cláudio teve 80% do corpo queimado e corre grave risco de morte.
O terceiro ataque, o mais fatal, ocorreu por volta das 23h, na Rua Damasco com Rua Sinai, no Bar da Alzira. Ali, ele estacionou o carro a poucos metros de distância e disparou contra seis pessoas, matando três delas: Leandro de Castro Moraes, de 27, Maycon Walace Cupertino Silva, de 23, e Leonardo José de Souza (idade não divulgada). Três pessoas ficaram feridas. Depois da sequência de crimes, Loirinho desapareceu. Até o fechamento da edição, a polícia ainda não havia detido o adolescente.
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