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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Quando será feita Justiça? quando o goleiro Bruno será julgado ou poderá agaurdar o julgamento em liberdade?

Bruno nega envolvimento em suposta ameaça de morte

O goleiro Bruno Fernandes negou qualquer envolvimento em supostas ameaças de morte contra os envolvidos nas investigações em torno do desaparecimento de sua ex-amante Eliza Samudio, de 25 anos. Hoje, o atleta foi retirado da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, onde aguarda julgamento pelo assassinato da jovem, e levado para o Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp) da Polícia Civil para prestar depoimento sobre o caso.

As ameaças teriam sido feitas pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, também acusado da morte de Eliza, contra a juíza que preside o processo, Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, o delegado que coordenou as investigações, Edson Moreira, o advogado José Arteiro, que atua como assistente de acusação, e o deputado estadual Durval Ângelo (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas.

A existência das supostas ameaças foram reveladas por um detento que ficou preso com Bola em uma cela da Penitenciária Nelson Hungria. O goleiro chegou para depor acompanhado de seus novos advogados, Francisco Assis Eustáquio Simim e Wallace José Vidal Simim.

Segundo o delegado Islande Batista, Bruno negou ter conhecimento das ameaças. Negou também ter qualquer relacionamento com o traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, apontado como chefe do tráfico na Rocinha, no Rio de Janeiro, a quem seriam encomendadas as mortes das vítimas. Quando foi preso, Bruno atuava no Flamengo e morava na capital fluminense.

Fonte: O Estadao

[está virando rotina que qualquer reles bandido insinuar que alguém é culpado de algum crime receber total credibilidade e o acusado se tornar o bandido;

além do caso Bruno - um vergonhoso exemplo de injustiça - cuja acusação mais sólida foi efetuada por um 'di menor' e não foi encontrada um único indício que a sustentasse - o próprio 'di menor' desmentia o que tinha dito no dia anterior, temos o caso do Coronel Beltrami, da PM do Rio, que foi preso em uma ação exibicionista da polícia do Rio e cuja 'prova' mais sólida foi um traficante ter falado em um telefonema para um PM que tinha R$10 mil para o '01' - termo usado na bandidagem para designar autoridades.

Felizmente, no caso do coronel um 'desembargador' já determinou sua soltura e deu os devidos adjetivos ao juiz que determinou a prisão e ao próprio desempenho da polícia.]

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