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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

BRASIL! ACIMA DE TUDO

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sábado, 31 de março de 2012

Revolução de 1964 - A Esquerda derrotada - A Esquerda preparava o Golpe de Estado, mas não teve tempo de executá-lo.

Homenagem as vítimas esquecidas
Vítimas Ignoradas pela Secretaria de Direitos Humanos


Pela editoria do site A Verdade Sufocada
Esses são os cidadãos brasileiros que foram sacrificados, mas que jamais são lembrados. As vítimas do terrorismo e suas familias foram esquecidas. A Comissão da Verdade e Reconciliação prefere ignorar esses assassinatos.

As homengens, os nomes de ruas, de escolas, os memoriais , os livros, os filmes e os livros de história só lembram os "fatos heróicos" dos mortos pela "sanguinária ditadura " Nós queremos relembrar seus nomes e reverenciar todos os que tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus algozes, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade, queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país.



Nós não podemos esquecê-los! Devemos a nossa liberdade a eles. Ato público, em frente ao Congresso Nacional-promovido pelo Ternuma 2004/2005. Cada cruz tem o nome, data e local onde foram assassinados.


Cabe-nos lutar para que essas vitimas recebam isonomia no tratamento que os “arautos” dos direitos humanos dispensam aos seus assassinos, que hoje recebem pensões e indenizações do Estado contra o qual pegaram em armas.





Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça por terem perdido a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.
A esses heróis o reconhecimento da democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão. A essas vítimas, as nossas preces e a nossa luta para que jamais sejam esquecidos.



12/11/64 - Paulo Macena -Vigia -RJ
27/03/65 - Carlos Argemiro Camargo - Sargento do Exército – Paraná
25/07/66 - Nelson Gomes Fernandes - Almirante - PE
Edson Régis de Carvalho - Jornalista - PE
22/09/66 -Raimundo Carvalho Arruda - Cabo PM – GO
24/11/67 - José Gonçalves Conceição - Zé Dico - Fazendeiro - SP
15/12/67 - Osíris Motta Marcondes - Bancário – SP

Clique e Veja lista de nomes


Missa em sufrágio da alma de todos os brasileiros mortos em consequencia da luta armada

Missa é celebrada em homenagem às vítimas da Ditadura Militar
Uma missa em homenagem às vítimas da Ditadura Militar foi realizada às 20h30 deste sábado (31/3) na Paróquia São Camilo de Léllis, na 303 Sul. A celebração foi um pedido da ONG Terrorismo Nunca Mais (Ternuma). Nesse fim de semana o golpe militar de 1964 completa 48 anos.

No fim da celebração o general Paiva Chaves arrancou aplausos dos cerca de 80 militares presentes na igreja ao defender que a cicatrizes da Ditadura sejam esquecidas. "Não esperamos que o perdão se instale em cada alma. É por isso que existe a Lei da Anistia. A anistia não é perdão, é esquecimento. Já demorou tanto tempo para chegarmos a um acordo coletivo, chegarmos a um caminho. Quando eu rezo, eu repito essas palavras, rogamos que perdoe nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e é nossa intenção perdoar", disse o general.


O coronel da reserva Ronaldo Brito falou ao Correio sobre a composição da Comissão da Verdade, grupo que analisará os arquivos secretos da Ditadura. Brito defende que a Comissão tenha uma composição mista, com representantes dos militares e ativistas dos direitos humanos. "O que aconteceu foi que morreram pessoas dos dois lados. É preciso olhar como um fato histórico".


Clique e veja imagens da missa

[com absoluta convicção afirmamos que o título da matéria, acima transcrita, induz ao erro referente aos reais objetivos da Missa, que foi celebrada em sufrágio da ALMA DE TODOS OS BRASILEIROS MORTOS EM CONSEQUÊNCIA DA LUTA ARMADA.
Para melhor esclarecimento, transcrevemos abaixo convite que consta no site da ONG TERNUMA - Terrorismo Nunca Mais]


CONVITES

Missa
Inspirada na obra pacificadora do Duque de Caxias, a ONG Terrorismo Nunca Mais (TERNUMA) convida para a missa em sufrágio da alma de todos os brasileiros mortos em conseqüência da luta armada. O evento realizar-se-á 20:30 horas do dia 31 de março de 2012 (sábado), na Paróquia São Camilo de Lellis (EQS 303 – Lote A – Asa Sul).

Justiça de Transição -Ou agimos agora, para frente, ou vão nos pegar por trás, na próxima curva da história. O golpe dos inimigos já está em marcha...

Guerra aos militares e “Justiça de transição” contra nossa soberania ameaçam democracia no Brasil

Os filhotes da ditadura na Era Nazipetralha deram um espetáculo dantesco anteontem à tarde, atentando violentamente contra a liberdade de oficiais na reserva que foram celebrar, antecipadamente, os 48 anos do movimento civil-militar de 31 de março de 1964. Mais grave que a arruaça anti-democrática promovida por uns 350 jovens inocentes-inúteis em frente à sede do Clube Militar, no Rio de Janeiro, é a motivação internacionalista de todo um movimento para desmoralizar e enfraquecer o poder militar brasileiro.

Pregando a questionável tese da
“Justiça de Transição” (aliás, pergunte-se: transição para quê? Para uma ditadura globalitária?) -, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos abriu, oficialmente, uma investigação para apurar por que o Brasil não investigou e puniu os responsáveis pelo assassinato, sob tortura, do jornalista Vladimir Herzog, em 1975. A Advocacia Geral da União terá de analisar a petição número P-859-09 que recebida, de bom grado, pelos revanchistas da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

A tal
“Justiça de Transição”, promovida pelos esquemas globalitários contra a soberania do Brasil, pretende que a Comissão da OEA atropele até o Supremo Tribunal Federal Brasileiro – que já reafirmou a validade da Lei de Anistia de 1979 – que perdoou crimes praticados pelos dois lados ideológicos de nossa mal contada história. Atualmente sob hegemonia de ministros indicados pelo governo petista, o STF terá de reiterar que a Anistia vale. Se fizer o contrário, as conseqüências institucionais podem ser gravíssimas para o frágil projeto de consolidação democrática no Brasil.

Ironia da história, desde 1985, são os militares quem são vítimas de golpes.
As Forças Armadas são submetidas a um criminoso processo de sucateamento. Seus profissionais são vítimas de um lento e gradual processo de achatamento salarial. Na mídia e no mundo acadêmico dominado pelo dogma esquerdista, os militares são comumente destratados como “ditadores”, “torturadores”, “violadores de direitos humanos” e até como “inúteis”. O Ministério Público, com membros também afetados pelo dogma sinistro, aderiu a tal “Justiça de Transição” e mantém os militares sob fogo intenso.

Toda essa ampla guerra psicológica contra os militares é para enfraquecê-los e impedir que tenham plenas condições de cumprir a missão constitucional de defender a soberania do Brasil.
Logo, os verdadeiros inimigos dos militares não são os fanatizados pelas ideologias de esquerda – sejam militantes (como os jovens manipulados de ontem,do tal Levante Popular da Juventude, na Cinelândia) ou outros tipos de meliantes. Eles são agentes conscientes ou inconscientes manipulados pelo sistema do globalitarismo – comandado pela oligarquia financeira transnacional – que tem o projeto de inviabilizar a soberania do Brasil, para mantê-lo como uma colônia de exploração.

Os militares têm obrigação de conhecer e reagir, na verdade, contra seus verdadeiros inimigos
– e não contra os agentes do inimigo, como se fez em 1964 (quando não se conhecia, ainda, o verdadeiro inimigo). Os militares (sobretudo os na ativa) têm o dever de mobilizar os segmentos esclarecidos da sociedade brasileira para que conheçam, entendam e defendam um projeto democrático de valorização e reestruturação das Forças Armadas, para que se cumpra a missão de Defesa da Pátria e da Soberania do Brasil.

Ou fazem isso ou as Forças Armadas vão virar um amontoado de meros funcionários públicos fardados sem razão para existência.
Se ou quando isto acontecer, o Brasil terá ido para o caso como Nação – sendo apenas uma sofisticada colônia a serviço do sistema globalitário – a mais escrota ditadura de todos os tempos.

Resumindo a opereta:
Militares não têm de dar golpe. Também não lhes basta apenas acusarem o golpe ou aceitarem tudo, passivamente. Entrar no joguinho ideológico é outro pecado mortal que não pode nem deve ser repetido historicamente. Também não devem reeditar o tenentismo – se julgando salvadores da Pátria repleta de apátridas que não querem ser salvos, pois preferem ser colonizados.

A guerra agora é Política
– na mais pura acepção do termo – sem a conotação ideológica que o inimigo globalitário tanto gosta de empregar no jogo ilusório de dominação. Militares precisam contar com o apoio real e político dos segmentos esclarecidos da sociedade para que seja desenhado um Projeto de Nação para o Brasil – trabalho que ainda não foi feito pelos ideólatras dogmáticos que infestam nossos podres poderes.

Se tal trabalho Político não for feito –
dentro da linha da Ordem para um verdadeiro Progresso -, o Brasil caminhará para uma ruptura institucional de conseqüências imprevisíveis que o manterá como eterna “vanguarda do atraso” (o país do futuro que nunca chega).

Em síntese: Ou agimos agora, para frente, ou vão nos pegar por trás, na próxima curva da história. O golpe dos inimigos já está em marcha...

Fonte: Blog Alerta Total - Jorge Serrão

A reação das esquerdas ao Manifesto, mostra que eles, os comunas, são covardes e se reagirmos eles recuarão. Já os vencemos por duas vezes

MILITARES (EX?) ACUADOS
Sim, um dia foi um peteleco na orelha, no outro um beliscão no braço, mais adiante um chute no traseiro, em seguida uma cusparada na cara, finalmente... Ao que tudo indica nunca chegaremos ao finalmente, pois sempre haverá espaço para mais um achincalhe, uma desdita, uma agressão, uma ofensa, uma degradação. Vivemos em estado de sadomasoquismo em marcha, eles são os sádicos e nós os masoquistas.

Mas, “quem cala consente”, diz o ditado. De um lado uma marginália velha conhecida; no oposto (?), camuflados cidadãos. Tão camuflados que se confundem com a paisagem, tão bem escondidos, que não se escuta nem a sua respiração. Estarão escondidos? Com medo?
Sim, é um escárnio por dia, e a cada, mais certeiro e mais desmoralizante.

O alvo é fraco e inerme, afirmam os estribados subversivos. “Vai que o leão é manso” brada o marginal. É, de fato, nem leão é. É um gatinho de madame, daqueles que tem medo até de camundongo. Bastou um leve clamor rebarbativo através de um modesto manifesto para em massa destrutiva, se aliarem as esquerdas brasileiras para demolir o que restava de um outrora impávido colosso.

No natalício do tremendo PC do B, todos os diletos filhos do marxismo - leninismo, do maoísmo, do fidelismo, e congêneres, foram irmanados pela sedenta insânia e, em bloco, com jovens, com cretinos juristas, com correligionários, sem eira nem beira, desencadearam, sob os complacentes olhos das autoridades coniventes, e quiçá incentivadoras, uma onda de ataques e pichações.

O Clube Militar do Exército, no RJ, no dia 29 de março, que o diga. Agigantam-se os comunas em todos os rincões nacionais. A ação em frente ao Clube Militar nos dá uma pálida ideia do que nos aguarda deitados em berço esplêndido, esperando que o bem vença o mal, e que a verdade surja das trevas em socorro. “O que vem de baixo não me atinge” declarou o incauto na UTI, entre a vida e a morte (depois morreu), com tubos por todo o corpo, após ser chutado, esbofeteado, massacrado e trucidado por um bando de marginais; que fizeram gato e sapato de sua dignidade, que lhe cuspiram no rosto, e o agrediram física e verbalmente. Tudo, simplesmente por declarar - se um convicto “democrata”.

É visível que se impõe uma postura firme. Inútil escudar-se por detrás de um altruísmo degradante, à espera que do céu desça uma força divina para resgatar a verdade, punir os culpados e abençoar os inocentes. Nem nas novelas cristãs é assim. É, meus preclaros, na impossibilidade de punir os militares da reserva, de proibi-los de comemorar datas como o 31 de março, o comunismo nacional em marcha aciona os seus asseclas para demonstrar a sua força, e que é capaz, pela agressão, pelo tumulto e pela pressão, de calar a todos os que se opõem aos seus desígnios.

E nós, disciplinados, ainda desfilaremos em continência a uma bandeira vermelha, onde estarão desenhados a foice e o martelo. Quem viver, e ficar esperando pelo socorro divino, verá.

Por: Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente do Ternuma, é General de Brigada Reformado.

Clique e se enoje

PENA QUE NÃO TENHAM USADO CONTRA AQUELA TRASTE MUNIÇÃO DE VERDADE

Repórter do PT/Globo dando sua versão fantasiosa!
A mulher, irmã do tal desaparecido, não chora, está sob os efeitos da pimenta. Reparem, que ela põe o lenço por baixo dos óculos!
A reunião nunca ficou tentando prosseguir, ela foi direta do princípio ao fim!
Ele não mostrou o ato do coronel, quebrando o pau de uma das bandeiras vermelhas e pisando em seu pano.
Aquele moleque, aquele rato de esgoto dizendo que chutou um senhor idoso; chuta um idoso mas corre da PM.




Paraquedistas comemoram 48 anos do 31 de março de 1964

Veteranos saltam com bandeiras do Brasil na Praia da Reserva

Militares comemoram os 48 anos do Golpe de 1964

Militares da reserva promoveram, na manhã deste sábado, uma nova homenagem ao Golpe Militar de 1964, que completa 48 anos. Quatro veteranos da Brigada Paraquedista saltaram de um avião, cada um deles carregando uma bandeira do Brasil, e pousaram na Praia da Reserva, no Recreio, diante de um quiosque frequentado por militares paraquedistas.

Veteranos saltam com bandeira do Brasil, em comemoração aos 48 anos do Golpe Militar de 1964 Domingos Peixoto


Dez coronéis da reserva estavam entre 50 veteranos que participaram do encontro. Entre eles, o deputado Jair Bolsonaro, que contratou um avião para circular pelas orlas da Barra e da Zona Sul com uma faixa que trazia a mensagem "Parabéns, Brasil, 31 de março 64". — Esta é uma comemoração em memória do período que viveu o nosso país, que foi conturbado, mas permitiu o progresso e a transição para o estado democrático — diz André Chrispin, que, até novembro, ocupou o cargo de chefe do Estado Maior da Brigada de Infantaria Paraquedista e chegou a participar das operações no Complexo do Alemão. O oficial acaba de entrar para a reserva.
— Estamos aqui para comemorar, sim. Democracia é liberdade de manifestação — defende.

Após ser desautorizado, ministro da Defesa se enquadra

Ministro da Defesa evita polêmica sobre golpe militar de 1964

Alguns chamam de GOLPE mas o que houve foi um CONTRAGOLPE ao GOLPE que os comunistas estavam prontos a realizar

Um dia após o tumulto entre apoiadores e opositores do golpe militar de 1964 e três dias depois de a Organização dos Estados Americanos (OEA) ter notificado o governo brasileiro para apurar a morte do jornalista Vladimir Herzog durante o regime militar, o ministro da Defesa, Celso Amorim, evitou entrar em polêmicas nesta sexta-feira. O golpe de 1964, que depôs o presidente civil João Goulart e deu início a uma ditadura de 21 anos, faz aniversário no sábado.

Somos contra qualquer violência. Somos a favor de que haja sempre liberdade de expressão, desde que pacífica e respeitosa - afirmou o ministro nesta sexta, ao ser questionado sobre o tumulto ocorrido quinta-feira no Rio de Janeiro, após o encontro de dois atos: um para comemorar os 48 anos do golpe no Clube Militar, e outro que pedia a punição para crimes da ditadura.
Na terça-feira, o governo brasileiro recebeu notificação da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA, que abriu investigação para apurar se houve omissão do Brasil ao não punir os responsáveis pela tortura e pelo assassinato do jornalista Vladimir Herzog, em 1975. Indagado sobre a notificação, o ministro respondeu:
- Não sei. Não recebi ainda. Isso é pelo Itamaraty.
As declarações foram dadas após solenidade em comemoração aos 40 anos do Hospital das Forças Armadas, em Brasília, quando também houve a cerimônia de troca de direção do hospital.

Fonte: O Globo

Faces da ditadura

Historiadores destrincham relações políticas que sustentaram os anos de repressão, dentro das Forças Armadas e na sociedade civil 

(...) 
Sua análise se opõe à historiografia dominante, que se concentra no papel da elite hierárquica na ditadura militar. Por que os oficiais de patente mais baixa não costumam ser tratados como atores políticos?
MAUD CHIRIO: De um lado, é pelo discurso da própria instituição militar, segundo o qual militares não fazem política. Esse discurso foi integrado na memória coletiva. Até porque há de fato um movimento histórico, no século XX, de despolitização dos escalões subalternos nas Forças Armadas brasileiras. O golpe e a ditadura não foram um tenentismo, mas um movimento de generais que tinham autoridade hierárquica sobre os mais novos. Isso criou uma imagem geral de que o regime militar era o ponto final desse processo de desmobilização. Além disso, as fontes relativas aos oficiais de baixa patente são muito menos acessíveis.


Em que medida esses oficiais, alguns até mais à direita dos generais, tiveram peso nas decisões políticas da ditadura militar no Brasil? Você poderia dar alguns exemplos?

Os oficiais intermediários, que apoiaram o golpe, pensavam que o sucesso era deles e reivindicavam participação no poder. Eles são o que chamo de primeira linha dura, com o discurso de que a revolução era um processo radical e coletivo. Eles pressionaram muito o Castelo Branco, que adotou o AI-2 para reforçar o próprio poder, mas também porque era a medida desejada pelos coronéis de linha dura desde o golpe. Quando Costa e Silva chegou ao poder em 1967, eles pensavam que essa era a vez deles. Mas Costa e Silva tinha um imaginário dos generais, não queria a participação dos coronéis, e eles foram reprimidos, mandados para quartéis na Amazônia e no Sul, perderam tropas e peso político. Instaurou-se de maneira muito conflituosa um regime de generais, que se radicalizou com o AI-5. Durante os anos de chumbo, outros oficiais intermediários foram integrados ao aparelho repressivo. Foi uma segunda linha dura, com outra lógica política. Estes oficiais tentaram impedir a abertura, colocando bombas e escrevendo panfletos. Só que também não tiveram sucesso.


Mas por certo tempo eles tiveram o apoio da elite militar...
Com certeza, não eram os generais de um lado e os jovens oficiais do outro, não havia esse maniqueísmo. O Ministro do Exército na época, Silvio Frota, estava totalmente de acordo com o pensamento desses oficiais mais novos, que receberam muito apoio nos anos 1970, quando houve pouca vontade de descobrir quem cometia os atentados. Estes oficiais continuaram na carreira militar no momento da redemocratização, chegaram a postos altos, o que não foi o caso da primeira linha dura.

Como você vê essa atuação política hoje?
Não é uma surpresa, fiz entrevistas com alguns oficiais da reserva. Sua oposição à Comissão da Verdade era de se esperar. O problemático é que não se sabe qual é o estado de espírito dos militares da ativa, que não podem falar. 

A CRISE VIAJOU

Uma história de conflitos 

A comemoração da Presidente Dilma, diretamente da Índia, apontando a aprovação da Lei Geral da Copa como uma prova de que a crise institucional entre o Executivo e o Legislativo só existia “na imprensa”, pode ser precipitada.

Há quem veja na rápida reorganização dos partidos da coalizão governamental não o dedo de uma coordenação eficiente com a distribuição de verbas aos parlamentares, mas um recado do Legislativo de que a crise só existe por que a Presidente Dilma não sabe lidar com seus aliados.

Nunca a frase “a crise viajou”, cunhada pelo então senador Fernando Henrique Cardoso para criticar o Presidente José Sarney, foi tão usada pelos parlamentares. As crises entre o Legislativo e o Executivo brasileiros estão registradas na nossa História, confronto que parece permanente, desde o Império, talvez reforçado pelas características parlamentaristas de nossa Constituição de 1988. Como temos historicamente um Executivo "imperial", e um Legislativo forte, o choque parece inevitável.

Como exemplos da força do Legislativo, alguns políticos apontam que nunca foi possível ao Executivo impor decisões ao Legislativo, e sempre que isso foi tentado, um dos dois poderes acabou submetido, ou o Presidente caiu (Getulio, Jânio, Collor) ou o Congresso foi fechado, como no regime militar. O cientista político Sergio Abranches cunhou o termo “presidencialismo de coalização” para caracterizar as necessárias relações entre o Executivo e o Legislativo, e o jurista Pontes de Miranda, no primeiro volume dos “Comentários à Constituição de 1946” já chamava nosso sistema pluripartidário de “presidencialismo de codecisão”, que herdáramos da Europa e dos Estados Unidos da América.

Mas ambos imaginavam negociações políticas em torno de programas partidários, e não fisiológicas como se registram hoje. O historiador José Murilo de Carvalho, da Academia Brasileira de Letras e professor emérito da UFRJ, acha que ao longo de nossa história independente as relações entre Executivo e Legislativo nunca foi unívoca, com alternância entre hegemonia do Executivo, hegemonia do Legislativo e diversos graus intermediários de conflito.

O cientista político da Fundação Getulio Vargas do Rio Octavio Amorim Neto diz que do ponto de vista histórico, o novo arcabouço institucional estabelecido pela Constituição de 1988 melhorou as condições gerais de efetividade do Executivo, apesar de todos os defeitos da Carta. Não à toa, diz ele, o que se tem observado desde 2006 – isto é, desde que Lula reorganizou suas relações com os partidos para dar conta da crise do mensalão – são duras fricções entre aliados eventualmente mal coordenados, e não necessariamente crises entre o Executivo e o Legislativo.

O historiador Marco Antonio Villa, professor da Universidade de São Carlos, diz que desde 1985 o Executivo passou a comprar apoios no Legislativo, e por isso chama este "modelo" de “presidencialismo de transação, de negócios, e negócios nada republicanos”.
Para José Murilo de Carvalho, o Primeiro Reinado (1822-1831), graças ao Poder Moderador da Constituição e ao caráter autoritário do Imperador, foi de predomínio do Executivo.
Na Regência (1831-1840), com governante eleito e sem o Poder Moderador, o Legislativo dominou a cena, a ponto de levar Feijó à renúncia. No Segundo Reinado (1840-1889), sob Pedro II, caminhou-se lentamente para o parlamentarismo, mas ainda debaixo da sombra do Poder Moderador.

Na primeira República (1889-1930), o Executivo foi amplamente hegemônico frente ao Legislativo. “O federalismo da nova Constituição conferiu grande poder aos governadores, mas a política dos estados de Campos Sales, substituta do Poder Moderador, fez com que o contrapeso dos estados se reduzisse a uns cinco com os quais o Presidente tinha que negociar”.

Já Marco Antonio Villa acha que no Império não tivemos este conflito entre Executivo e o Legislativo, pois desde 1847, com a criação da Presidência do Conselho de Ministros, o Primeiro-Ministro era sempre do partido majoritário. Quando isto não ocorria, a Câmara era dissolvida e convocadas novas eleições, que davam, inevitavelmente, maioria ao chefe do governo. Na Primeira República, na sua opinião, não ocorreu este tipo de confronto entre Executivo e Legislativo, pois os parlamentares estavam submetidos ao chefe de governo via mandatários estaduais.

De 1930 a 1945, na definição de José Murilo de Carvalho, tivemos “tempos revolucionários e autoritários”, o Congresso pouco mais fez do que elaborar a Constituição de 1934, de curta vigência. “Um Executivo forte e centralizador domou até mesmo os governadores, com o auxílio de um terceiro poder moderador, as Forças Armadas”. Marco Antonio Villa chama de “breve período democrático (pero no mucho)” o que vai de 34-37, quando ressalta que Getúlio governou como quis, principalmente após a revolta comunista de novembro. “Aprovou de tudo, até que os parlamentares autorizassem a prisão dos próprios colegas”, comenta Villa. Para José Murilo de Carvalho, as coisas começaram de fato a mudar a partir de 1945, quando as relações entre os dois poderes passou a ser conflituosa e instável até 1964.

A ditadura (1964-1985) reimplantou o predomínio de Executivo, voltando o conflito após a Constituição de 1988. Portanto, analisa José Murilo, com a exceção da Regência e dos períodos democráticos pós 1945, “a regra foi o predomínio do Executivo, com ou sem poder moderador”. O cientista político Octavio Amorim Neto diz que desde a queda do Estado Novo em1945, as relações entre o Executivo e o Legislativo no Brasil foram marcadas, até recentemente, por grandes crises. “Basta lembrar que quase todos os presidentes que não conseguiram formar ou manter uma maioria parlamentar não lograram terminar seus mandatos”.

Lula, em 2003-2006, é a primeira exceção, lembra Amorim Neto. “Ainda assim, o ano de2005 se caracterizou por uma grave crise política cuja origem se encontra na má organização da base de apoio do chefe de Estado na Câmara dos Deputados e que quase o levou à lona” (continua amanhã).

Por: Merval Pereira - O Globo

31 de MARÇO de 64 - A Nação Brasileira agradece seus HERÓIS


Transcrito do Site A Verdade Sufocada


FIBRA DE HERÓI

Salve o GLORIOSO 31 de MARÇO de 64


Carta aos Jovens
Você, que hoje está iniciando a carreira das armas, certamente já ouviu muitas coisas sobre governos militares. Ouviu falar de ditadura, tortura, arbitrariedade. Só ouviu coisas ruins. Nunca falaram dos guerrilheiros, de suas atrocidades, de seus atentados. Nunca lhe contaram a verdade. Por isso, quero deixar pra você esta mensagem de 50 anos de caserna. Sou isento e equidistante de todas as paixões. Os extremos sempre me fizeram mal. Nasci e me criei no sertão mineiro. Lá estudei e trabalhei como camponês. Convivi com pessoas simples. No campo, a simplicidade é verdejante como relva nas veredas.

Um dia, ingressei no Exército, onde me ensinaram novamente as coisas do sertão e muitas outras. No Exército, senti-me como alguém que escala a montanha e descobre a planície. Na planície, a democracia e o comunismo travavam uma luta de vida e de morte. A gente estava entre o mar e o rochedo. Era uma realidade muito distante da de hoje. Minha opção foi pela democracia, onde a liberdade tem a sua morada. Ela me recordava o passado. Tinha a magia dos campos, dos rios, das florestas. Tinha o cheiro da virtude e a beleza da oração. Era o útero materno da liberdade. Já o comunismo me dava a sensação de brutalidade, de escravidão, de truculência. Representava um mundo sem encanto, sem primavera. Mais parecia um deserto sem oásis, um mundo sem prece e sem Deus. Era a matriz da heresia e do profano.

Com o tempo, percebi que a democracia tinha suas falhas, suas injustiças, suas misérias. Neste mundo nada é perfeito. O que me parecia mais certo era corrigir os erros, melhorar a democracia, fazê-la produzir bons frutos. Substituí-la pelo comunismo seria o mesmo que trocar o vale pelo deserto, a esperança pela incerteza. Bani-la é abdicar da liberdade. A sua grande deficiência não está no conteúdo, mas nas pessoas que a fazem, nas instituições que a governam. O que ela precisa é de pessoas que lhe dão vida, energia e justiça.
No início dos anos 60, o sonho do comunismo alastrou-se pelo mundo, como as heras se alastram pelos muros. Muitos países acreditaram no canto da sereia. Muitos povos sentiram-se atraídos por miragens. Quem está à morte acredita até no milagre do diabo. O canto socialista ecoou como serenata aos ouvidos das democracias fragilizadas e moribundas. O Brasil era uma delas. Estava mórbido e enfraquecido. Suas Instituições tinham a solidez das cascas. Mais parecia uma árvore retorcida no cerrado, pronta a se entregar ao sopro do vento, do que um coqueiro ereto na praia, resistindo à ventania do mar. O comunismo usou o bem dourado da democracia – a liberdade – para infectar a sociedade e carunchar as instituições.

Ele nunca abre mão da liberdade quando está na oposição, mas sempre a excomunga quando está no poder. O comunismo rejeita o contraditório. Não aceita oposição nem pluralidade. Só aceita o partido único. Todos os países comunistas da época eram assim e agiam desta forma. Fidel Castro mandou executar milhares de dissidentes cubanos e Stalin milhões de cidadãos russos. O crime que cometeram as vítimas era opor-se ao regime. No Brasil, o comunismo avançava a passos largos, ameaçando de escuridão a democracia e de morte a liberdade. Seus defensores sonhavam com a União Soviética, com a China, com Cuba e com todos os países onde a bandeira da liberdade tinha sido arriada para sempre. Seus ideais não eram os mesmos daqueles muitos brasileiros que deixaram o seu sangue e a sua vida em solo europeu na luta contra a tirania hitleriana.

Essa ameaça comunista às tradições de nosso povo gerou uma reação da sociedade. Todos foram às ruas de mãos dadas, contra o esmagamento da democracia no Brasil. Sem tiro e sem morte, o povo celebrou a vitória. Vitória do navio contra as ondas do mar, do barco contra o banzeiro dos rios...

Os solistas do comunismo ficaram tristes, frustrados e solitários. Era o fim de uma ameaça e o começo de uma luta. Luta em prol de homens livres, de uma sociedade aberta. O funeral da democracia foi interrompido pela vontade de um povo. Essa realidade também ocorreu em vários países.

Inconformados com a derrota, os radicais do comunismo iniciaram uma luta armada. Praticaram atos de violência, torturas, assaltos, assassinatos. Queriam o poder à custa de sangue. Diziam lutar pela restauração da democracia. Seus aliados e patrocinadores, porém, eram países comunistas, onde milhares de cidadãos foram executados. Seus líderes eram Stalin e Fidel Castro. Seu ideal era conquistar o poder e incinerar a liberdade. A democracia brasileira se restabeleceu. A incerteza deu lugar à esperança. O Brasil amadureceu e nós brasileiros também. O trabalho de todos era construir uma democracia mais sólida, mais justa, mais inclusiva.

Em meados dos anos 80, o mundo assistiu à derrocada do comunismo. Seus tempos de energia tinham chegado ao fim. Não era mais capaz de atrair nem empolgar as massas com seus dogmas. A essência de sua doutrina desmoronou-se aos olhos do mundo. Não passava de um castelo de areia. 

No Brasil, até mesmo os comunistas mais radicais retiraram esse nome de suas siglas partidárias. Os militares recolheram-se aos quartéis, dedicando-se inteiramente às atividades profissionais. A Constituição de 1988 restabeleceu a plenitude democrática e o Estado de Direito. Os comunistas abandonaram a sua ideologia ortodoxa. Muitos migraram para outros partidos.

Em 2002, a esquerda chegou ao poder. O povo brasileiro assistiu a essa mudança com a naturalidade de um país amadurecido, preocupado em dar mais vigor à democracia, em construir um futuro melhor. Ao contrário do comunismo, a democracia admite a alternância, a pluralidade, o contraditório. Alguns adversários, porém, aproveitando-se do poder, fazem tudo para obstruir a conciliação. Com espírito revanchista, querem a todo custo reinterpretar a Lei da Anistia e colocar militares no banco dos réus. Não estão interessados no futuro, mas no passado. Sua obsessão não são os problemas de milhões de brasileiros, mas a punição de meia dúzia de pessoas. Por meio delas querem atingir as Forças Armadas e todos os militares. Seu ideal não é a conciliação, mas a vingança, própria dos ditadores e dos regimes autoritários.

É muito difícil conviver com essas pessoas. Hoje se julgam donos do poder, donos do Brasil. Um dia, porém, não estarão mais lá. A democracia nos dá o direito da livre escolha. Uma escolha sem fraudes, sem mutilações. É o que desejamos e o que esperamos. Ela nos dá também esperança. A mesma dos rios que sonham com o mar, a mesma do sol que espera o dia. Esperança e futuro são indissociáveis. Estão ligados entre si como a montanha à planície, como o oceano à terra, como a vida à morte. As Forças Armadas são como águas que nunca param de correr. São Instituições permanentes, imantadas de vida, de tradições, de amor ao Brasil. Elas se destinam à defesa da Pátria, dos poderes constitucionais. É o que reza a Constituição. Elas representam a alma de nossa gente. Jamais permitirão afronta à Soberania e quebra da Unidade Nacional. Não são vontades destoantes e revanchistas que irão ofuscar as instituições militares. Por mais que queiram, não conseguirão sobrepor seu desejo de vingança ao espírito conciliador do nosso povo. Os homens são árvores que morrem, são vidas que acabam, são dias que anoitecem. Não são como as Instituições, que têm vida própria.

A democracia é mais forte do que eles. Ela é um patrimônio do povo brasileiro. É o altar onde brilha a nossa liberdade. É o núcleo de nossa história, a pedra que enfrenta o tempo. É na democracia que depositamos a nossa fé e esperança. Ela é o caminho de nosso destino e o desejo de nossa gente.
A maior arma da democracia não é a espada, mas o amor que o povo tem à liberdade. Esta é como o vento suave que roça o mar, a terra e o céu. Aquela é como a chuva forte que alimenta os campos, os rios e as matas.
A única maneira de nos afastarmos de ditaduras é aperfeiçoando o desempenho da democracia e iluminando o sorriso da liberdade. 

Por:  Gen Ref José Batista de Queiroz

sexta-feira, 30 de março de 2012

Recrutamento dos jovens

E foi assim que tudo começou...
 

Aproveitando o idealismo dos jovens, sua ousadia, sua esperança de poder reformar o mundo, o PCB, o PCdoB e as suas dissidências reunia grupos e, discutindo política, incutia nos jovens as idéias do Manifesto Comunista de Marx e Engels. Todas as organizações deram destaque especial ao setor de recrutamento. As organizações de esquerda, tendo como suporte experiente militantes comunista, sempre dispensaram especial atenção ao recrutamento dos jovens - mesmo àqueles no início de sua adolescência -, conhecedores da sua impetuosidade, da alma sonhadora, inquieta e aventureira da juventude.
Esses jovens estão robotizados e usados como bucha de canhão. Começam com essas ações, depois partem para assaltos e quando percebem, não tem mais volta, já estão na luta armada. Foi assim em 1964...
A história se repetirá?
A penetração de idéias subversivas era feita no momento em que o jovem sentia os problemas sociais no meio em que vivia. Normalmente, esse setor era dirigido por elementos altamente politizados, verdadeiros líderes, de fácil trânsito no meio jovem. Os contatos eram estabelecidos entre os elementos mais permeáveis às novas idéias. Eles eram sondados pelos organismos de fachada das organizações.
Por exemplo, a Dissidência da Guanabara (DI/GB), depois MR-8, tinha na sua estrutura os chamados Grupos de Estudo (GE), especialmente voltados para o aliciamento dos jovens.
: As hienas do Kremlin, atacam, covardemente, de forma vil, depois, partem para a luta armada.
È assim que tudo começa.... Covardes! atacam pelas costas . Um deles,
parece até que quer morder....

O recrutamento começava, geralmente, em reuniões sociais, shows, bares, colégios e faculdades. Inicialmente, reuniões informais, sem intenções políticas. Depois, os indivíduos que mais se destacavam eram reunidos para discussões em torno de fatos políticos que haviam causado impacto no âmbito internacional ou nacional. Ardilosamente, o coordenador da reunião induzia o debate, conectando-o com a situação sócio-econômica do Brasil e explorando o espírito contestador do jovem contra o sistema.

A discussão dos problemas era feita em nível mais amplo. Nessa etapa, distribuíam textos que, partindo dos problemas gerais, se dirigiam aos problemas brasileiros. Esses textos, normalmente escritos e publicados por membros da organização, não davam margem a qualquer discussão. Levavam a pessoa a concluir que o sistema vigente era totalmente ineficiente, incapaz, explorador e corrupto. Adquirida a confiança dos jovens, o líder sugeria uma mudança estrutural do regime vigente no País.

Qualquer crise, insatisfação popular e reivindicação de grupos eram estopins a serem aproveitados como “ganchos”, e explorados para despertar no jovem o desejo de mudar a realidade existente, nem sempre agradável, e criar uma nova condição social. O próximo passo era sugerir aos jovens, aventureiros e “reformadores do mundo”, idéias para concretizar a mudança: a revolução social, inicialmente apresentada como pacífica, para quebrar resistências e comprometê-los com o grupo.

Aos poucos, encantados com a idéia de um mundo melhor, eram envolvidos de forma lenta e ardilosa. Ávidos por mudanças, propunham-se, inicialmente, a apoiar a organização. Contribuíam com dinheiro, mantinham material subversivo e militantes escondidos em suas casas, cediam automóveis para deslocamentos e locais para reuniões. Depois, praticavam pequenas ações, como panfletagem, entrega de mensagens, transporte de material e levantamentos.

Progressivamente, eram escalados para dirigir carros, sem saberem o que, exatamente, seria feito. Num crescente, iam se envolvendo em ações mais comprometedoras e perigosas, perdiam o medo e passavam a considerar questão de honra participar de atos arriscados e ter um bom desempenho perante o grupo. Nessa etapa, era chegada a hora de se afirmarem como guerrilheiros.

A organização, por sua vez, os envolvia cada vez mais. Até que um dia não só dirigiam carros, mas já os furtavam; quando “abriam os olhos” já estavam participando de ações armadas, explosões de bombas e, finalmente, participavam de um assassinato. Nesse momento, descobriam que não tinham mais volta. Largavam a família, o emprego, os estudos e passavam a viver na clandestinidade, usando nomes falsos.Tornavam-se cada vez mais dependentes da organização. Dependiam economicamente dela, ficando sujeitos a praticar qualquer ação para a qual tivessem sido designados. Passavam a viver em “aparelhos” com pessoas das quais apenas sabiam o codinome. Deslocavam-se por todo o País e perdiam a liberdade. [se em algum momento expressassem o pensamento na possibilidade de abandonar a organização ou questionassem alguma ordem eram sumariamente executados = operação covarde e chamada de ‘justiçamento’.]

A prática de ações armadas tornava-se rotina. Em muitos casos, eram enviados ao exterior para cursos de guerrilha e de capacitação política. Cerca de 150 militantes foram para Cuba, 120 para a China e outros para a União Soviética. Seus princípios se alteravam e se submetiam às condições impostas pela organização. Depois dos cursos, ocupavam cargos de coordenação ou chefia dentro da organização. Nessa altura, sua formação ideológica tinha normas tão rígidas de comportamento que não havia mais volta. Em casos de arrependimento, corriam o risco de serem “justiçados”. Frente à repressão, esses quadros eram orientados a não se entregarem vivos. Eram ensinados a resistir até a morte.

A lavagem cerebral e o comprometimento com as organizações subversivas os tornavam reféns do terror e verdadeiros autômatos. Família, pátria, religião passavam a ser “alienações da burguesia”. Em suas mentes só havia espaço para as convicções ideológicas que lhes impregnaram e que, em muitos casos, levaram-nos à morte em enfrentamentos com os órgãos de segurança. O recrutamento dos jovens talvez tenha sido o pior crime cometido pela esquerda armada no Brasil, pois levou rapazes e moças a crimes hediondos, corrompendo-os e tornando-os verdadeiras “buchas de canhão”. 
 
Manipular criminosamente o idealismo da juventude foi mais uma demonstração de que, para a esquerda revolucionária, os fins, realmente, justificam os meios.


Covardes, só são valentes na hora de atacar senhores com mais de 70 anos. Gostaria de ver a coragem deles enfrentando a PE até meados dos anos 70

Radicais desrespeitam a liberdade de expressão...

Tumulto em frente ao Clube Militar no Centro do Rio

Terminou em confusão, corre-corre e pancadaria na tarde desta sexta-feira o protesto contra a comemoração pela passagem dos 48 anos do golpe militar de 1964. Enquanto cerca de 300 militares da reserva participavam do evento, chamado de “1964 — A Verdade”, na sede do Clube Militar, em frente à Cinelândia, pelo menos 350 pessoas, entre elas representantes de PT, PCB, PCdoB, PSOL, PDT e outros movimentos sociais de esquerda, fizeram a manifestação na frente das duas entradas do prédio, na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Santa Luzia.

Um dos manifestantes foi detido pela polícia e liberado após prestar depoimento. Outros dois ficaram feridos ao serem atingidos estilhaços de bombas de efeito moral. O grupo que participou do protesto, organizado pelas redes sociais na internet, levou bandeiras, faixas e cartazes com frases como “Ditadura não é revolução” e “Onde estão nossos mortos e desaparecidos do Araguaia?”, além de fotografias de vítimas durante os anos de chumbo. Parentes de desaparecidos também compareceram ao local. Do lado de dentro, no auditório do clube, militares criticaram a criação da Comissão da Verdade, que investigará, sem punição, casos de violações de direitos humanos na ditadura militar, e defendiam as ações do período, entre 1964 e 1985. — A comissão vem 30 anos após os fatos, quando ex-militantes da luta armada estão hoje em posição importante no cenário internacional — criticou o general Luiz Eduardo Rocha Paiva durante o discurso.

Rocha Paiva já tinha dado declarações sugerindo que a presidente Dilma Rousseff fosse convocada a depor sobre atos da organização política de esquerda VAR-Palmares, da qual a presidente fazia parte na época da ditadura. Ontem, durante o encontro, Rocha Paiva afirmou que “todos devem ser expostos à nação”. Desde o ano passado, a presidente determinou o fim da comemoração do golpe militar por representantes de Exército, Marinha e Aeronáutica.

Na rua, os manifestantes gritavam palavras de ordem, chamando os militares de “torturadores”, “porcos”, “assassinos” e “covardes”. Cada militar que chegava ou saía do local era cercado e xingado; precisaram ser escoltados pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar e pela Guarda Municipal. [ter sempre em conta que a maior parte dos militares presentes era formada por senhores com mais de 70 anos.] Houve enfrentamento entre policiais e manifestantes em diversos momentos e duas pessoas foram atingidas por tiro de descarga elétrica de uma pistola Taser. A confusão aconteceu entre 14h e 18h.

Os manifestantes também derramaram um balde de tinta vermelha nas escadarias do Clube Militar, representando o sangue das vítimas da ditadura, e atingiram um segurança do local com ovos. Durante o tumulto, o Batalhão de Choque da PM usou spray de pimenta e bombas de efeito moral. A Avenida Rio Branco foi interrompida ao trânsito por 10 minutos. A cena chamou a atenção dos militares da reserva. Parte deles observou a movimentação pela janela do quinto andar da sede do Clube Militar. — Eu tenho pena desse pessoal. São ignorantes. Não conhecem a verdade — atacou o coronel do Exército Délio Mascarenhas.

No fim do evento, os militares ficaram acuados dentro do prédio e foram saindo aos poucos. O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, ex-ministro da Justiça, passou em frente à sede por causa de um outro evento. Ele considerou a comemoração dos militares uma provocação. Já o general Nilton Cerqueira, que comandou a operação que acabou na morte do ex-capitão Carlos Lamarca, [general Nilton, o Brasil lhe deve muito pela morte do porco do Lamarca, lamentável que ele tenha morrido de forma rápida.] em 1971, enfrentou os manifestantes.

Em São Paulo, o engenheiro Roberto Médicifilho do general Emílio Garrastazu Médici, que presidiu o país entre os anos de 1969 e 1974 — autografou o livro Médici — A Verdadeira História” em comemoração ao golpe do dia 31 de março de 1964 .

Processo Crime

Senhores,

Os arruaceiros e moleques abestalhados, como de hábito sob o cabresto da esquerda doente e ultrapassada, devem ser responsabilizados pela gratuita agressão física, dirigida aos militares da reserva, ocorrida na data de hoje.

Espero que o Clube Militar tenha tomada as providências policiais que o caso requer e posteriormente, providencie a identificação desses baderneiros, com vistas a instauração do devido processo crime.

Inajá Guedes Barros - Procurador de Justiça aposentado do MP do Estado de SP

Fonte: A Verdade Sufocada

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