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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Embaixador cubano por incomPTencia desmoraliza ditadura cubana

Não se preocupe, embaixador 

 Carlos Zamora Rodríguez, embaixador de Cuba no Brasil:

Circulam rumores de que a passagem da blogueira Yoani Sánchez pelo Brasil terá efeitos desastrosos para sua carreira diplomática. Escrevo para acalmá-lo. À luz dos critérios políticos normais, qualquer um dos quatro motivos mencionados como causas possíveis de sua queda seria suficiente para fulminar um diplomata. Contudo, os governos de Cuba e do Brasil não se movem por critérios normais.

Comenta-se, em primeiro lugar, que o Planalto solicitaria sua remoção em reação à interferência ilegal da Embaixada nos assuntos internos do país. De fato, é ultrajante reunir militantes do PT e do PCdoB na representação diplomática cubana para distribuir um CD contendo calúnias contra uma cidadã em visita ao Brasil. Mas não se preocupe. Sob Lula, quando prendeu e deportou os pugilistas cubanos que tentavam emigrar, o governo brasileiro violou a Carta Interamericana de Direitos Humanos para atender a um desejo de Havana. Dilma Rousseff só precisa ignorar a violação de leis nacionais para encerrar o “caso Yoani”.

Em segundo lugar, corre o rumor de que Havana pretende substituí-lo por razões de incompetência funcional. A causa seria o vazamento para “Veja” das informações sobre a reunião na Embaixada, que contou com a presença de Ricardo Poppi Martins, auxiliar do ministro Gilberto Carvalho — uma notícia depois confirmada pela própria Secretaria Geral da Presidência. Certamente, as agências de inteligência de seu país não apreciaram a condução desastrada da operação, mas duvido que o governo de Raúl Castro desconsidere os fatores atenuantes: a inconveniência representada pela liberdade de imprensa e os “dilemas morais pequeno-burgueses” de militantes de esquerda não submetidos ao centralismo do Partido Comunista Cubano.

Um terceiro motivo para seu afastamento residiria nas implicações lógicas das acusações difundidas pela Embaixada contra a blogueira. O CD qualifica Yoani como “mercenária financiada pelo governo dos EUA” para “trabalhar contra o povo cubano”. Afirmar isso, porém, significa dizer que, mesmo dispondo das provas da atuação de uma agente inimiga em seu território, o governo de Cuba optou por não prendê-la e processá-la, colocando em risco a segurança do país. O raciocínio, impecável, destruiria um diplomata de um país democrático, mas não arranhará sua reputação perante o regime dos Castro: o discurso totalitário não almeja a persuasão racional, não se deixa limitar pela regra da consistência interna e não admite o escrutínio da crítica.

Afigura-se mais grave a quarta razão que apontam como ameaça à sua carreira. Ao estimular a perseguição movida por hordas de militantes organizados contra Yoani, a Embaixada amplificou a voz e o alcance da mensagem da blogueira, produzindo um efeito contrário ao desejado por Havana. Construído no terreno de um cínico pragmatismo político, o argumento parece irretocável, mas não creio que deveria alarmá-lo. Na perspectiva do regime cubano, as repercussões da visita sobre a opinião pública são o preço a pagar pela afirmação de um princípio inegociável do totalitarismo: os dissidentes nunca estão a salvo da violência real ou simbólica do “ato de repúdio”.

O “ato de repúdio” é o equivalente político do estupro de gangue. Na China da Revolução Cultural, onde alcançou o apogeu, a prática chamava-se “assembleia de denúncia”. Segundo o relato de Jung Chang, uma jovem chinesa que testemunhou aqueles tempos, a Universidade de Pequim realizou sua pioneira “assembleia de denúncia” a 18 de junho de 1966, quando o reitor e dezenas de professores sofreram espancamentos e foram obrigados a permanecer ajoelhados durante horas em meio à multidão histérica. “Enfiaram à força em suas cabeças chapéus cônicos de burro, com slogans humilhantes” e “derramaram tinta em seus rostos para deixá-los negros, a cor do mal” (“Cisnes selvagens: três filhas da China”). A matriz chinesa, nós dois sabemos, inspirou a ditadura cubana, cujos “atos de repúdio” excluem a tortura, mas não a violência física moderada, a intimidação direta e uma torrente de insultos.

Yoani relata no seu blog o primeiro “ato de repúdio” que assistiu, quando tinha cinco anos (“As pessoas gritavam e levantavam os punhos ao redor da porta de uma vizinha”), e um outro, do qual foi vítima junto com as Damas de Branco (“as hordas da intolerância cuspiram em nós, empurraram e puxaram o cabelo”). No “ato de repúdio”, o “inimigo do povo” deve ser despido de sua condição humana e convertido em joguete da violência coletiva. A agressão física é um corolário último desejável, mas não é um componente necessário do ritual — e, dependendo das circunstâncias políticas, deve ser prudentemente evitada. Estou convicto de que sua embaixada levou isso em conta quando indicou o caminho dos atos contra Yoani.

Seu conhecido Breno Altman, um quadro político do PT, defendeu os “atos de repúdio” contra a blogueira em debate televisivo, alegando que “ninguém saiu ferido”. De fato, apenas em Feira de Santana chegaram a empurrar Yoani e a puxar-lhe o cabelo. Na mesma cidade e em São Paulo, gangues de vândalos a insultaram em público, cassaram-lhe o direito à palavra, ameaçaram pessoas que queriam escutá-la, provocaram o cancelamento de eventos literários e cinematográficos. Tudo isso caracteriza constrangimento ilegal, um crime contra as liberdades públicas e individuais.

No Brasil, a palavra de Yoani desmoralizou a ditadura cubana. Mas, nessa particular guerra de princípios, sua embaixada venceu: a polícia não interferiu, os “intelectuais de esquerda” silenciaram, a editora que publica Yoani eximiu-se da obrigação de protestar e uma imprensa confusa sobre a linguagem dos valores democráticos qualificou os vândalos como “manifestantes”. Por sua iniciativa, o “ato de repúdio” fincou raízes no meu país. Creio que lhe devem uma medalha.

Por: Demétrio Magnoli, sociólogo - Blog do Noblat

 

Projeto de Código Penal contém erros de português e pode envergonhar o Brasil

 Reale Júnior diz que Código Penal pode ser motivo de vergonha internacional

Relator da proposta rebate, nega temer críticas e exige respeito

Com várias frases de efeito e bastante exaltado, o jurista Miguel Reale Júnior, ex- ministro da Justiça do governo de Fernando Henrique, voltou a atacar duramente nesta quinta-feira a proposta elaborada por uma comissão de juristas formada pelo Senado para reformar o Código Penal. Ele disse que a proposta contém absurdos, contradições graves e pode ser motivo de vergonha internacional para o Brasil. Criticou até mesmo erros de português do texto do anteprojeto, que foi aprovado pela comissão de juristas no ano passado e agora tramita no Senado como projeto de lei. Miguel Reale Júnior participa de uma reunião da comissão interna do Senado que discute a reforma do código. - Minha preocupação com esse projeto é que ele se torne motivo de vergonha internacional.

O Código Penal tem duas partes: uma geral e outra especial, que especifica as penas de cada crime. Segundo Miguel Reale Júnior, a proposta tem absurdos nas duas partes, mas é na geral que estão os maiores problemas. Entre outros pontos, ele criticou as restrições impostas ao livramento condicional e a instituição da barganha, em que uma das partes, após acordo judicial, concorda em cumprir uma determinada pena. - A barganha é manifestamente inconstitucional. A aplicação da barganha nos Estados Unidos mostra o grau de injustiça, de inocentes que, receosos de conseguir provar sua inocência na Justiça, aceitam a pena mínima imposta – afirmou.

Outro artigo foi apelidado por ele de "Silvério dos Reis", em referência ao delator de Tiradentes no século XVIII. - Eu chamaria o artigo de artigo Silvério dos Reis. Aqui se diz o seguinte: que haverá o perdão judicial para qualquer tipo de crime para aquele que trouxer elemento para solucionar o caso.

O jurista implicou com a frase "omissão deve equivaler-se a causação", presente na proposta, lembrando que há um erro de português, uma vez que a partícula "se" está sobrando.  - Agora essa frase, me decifre essa frase, senhores. Isto aqui é direito penal exotérico - disparou.

Na parte especial, ele também criticou a forma como a eutanásia é tratada.  - Prevê perdão de parente que mata independentemente de diagnóstico médico. Quem vai julgar o estado terminal é o parente que mata quem precisa se salvar do sofrimento. Quantos velhinhos vão olhar com desconfiança o suco de laranja que lhe oferecem?

Também criticou a parte que trata dos crimes contra animais. - Entre uma criança e um cachorro, eu vou socorrer o cachorro, para não passar mais tempo na prisão.

Após a fala de meia hora de Miguel Reale Júnior, o procurador regional da República e relator da comissão de juristas, Luiz Carlos Gonçalves, reagiu às frases de efeito. Também bastante exaltado, o procurador negou temer críticas, mas exigiu respeito e disse que várias das observações de Miguel Reale Júnior estão erradas. - Eu aprendi com meu pai que cordialidade e educação não são mera formalidade. Independentemente do que tenhamos feito ou dito, todas as pessoas são dignas de respeito - afirmou o Gonçalves, acrescentando: - Eu quero aqui de público fazer um desagravo a todos os membros da comissão. Nós não nos nomeamos. Não buscamos notoriedade. Fomos nomeados pelo Senado. Trabalhamos abnegadamente e intensamente, e por isso não merecemos as palavras desonrosas e desairosas por Miguel Reale Júnior em várias entrevistas. Podemos estar errados, mas exigimos respeito.

Gonçalves criticou Miguel Reale Júnior, que segundo ele fez uma exposição do direito penal dos ano 80, Constituição Federal de 1988. Reale participou da reforma do código feita em 1984. Segundo Gonçalves, dispositivos do atual código já são motivo de vergonha, por garantir a impunidade para vários criminosos. Durante o debate, manifestantes estenderam várias faixas pedindo tratamento duro a quem comete crimes contra animais.

Fazendeiro reage à invasão de sua propriedade e mata um indio

Fazendeiro confessa ter matado índio no MS e ministra exige 'punição exemplar'

 Nove parentes do índio guarani-caiuá Denilson Barbosa, de 15 anos, morto por fazendeiro, estão protegidas pelo Ministério da Justiça

Nove parentes do índio guarani-caiová Denilson Barbosa, de 15 anos, morto por um fazendeiro de Caarapó (MS) no último dia 17, foram incluídos no Programa de Proteção a Testemunhas, do Ministério da Justiça. O corpo dele foi encontrado domingo com um tiro na cabeça na estrada que liga Caarapó a Dourados, região sul de Mato Grosso do Sul, onde se concentra os maiores conflitos agrários entre índios e fazendeiros. O caso fez com que a ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, da Presidência da República, Maria do Rosário, fosse ao Estado no início da semana, para conversar com o governador André Puccinelli (PMDB) e cobrar agilidade nas investigações e “punição exemplar” dos culpados pelo crime. O fazendeiro Orlando Gonçalves Carneiro se apresentou um dia depois do crime e confessou que atirou no índio, mas foi liberado para responder o inquérito de homicídio em liberdade. [é  desnecessária qualquer manifestação da ministra revanchista favorável à punição do fazendeiro - que só pode ser punido se restar provado que houve dolo - quanto a responder o inquérito em liberdade é um direito que a lei lhe concede, haja vista sua apresentação espontânea.]

De acordo com o delegado regional de Polícia de Dourados, Carlos Videira, a perícia entregou nesta quinta-feira o laudo que confirma o argumento do fazendeiro Orlandino Gonçalves Carneiro, de que ele atirou de longe para assustar os indígenas que teriam invadido a sua propriedade para pescar num açude. Um garoto de 11 anos, irmão de Denilson, e o cunhado dele, um rapaz de 20 anos, desmentem a versão do fazendeiro e disseram em depoimento à polícia que os tiros foram disparados à queima-roupa. [a perícia pode indicar facilmente se o disparo foi efetuado à queima-roupa ou a longa distância.]
 
Segundo o delegado, o fazendeiro Orlandino Gonçalves confessou que atirou e disse que estava sozinho no dia. Mas o cunhado do índio morto afirma que ao serem atacados pelo fazendeiro e seguranças, ele e o menino foram embora e quando estavam na estrada viram a caminhonete do fazendeiro fazendo manobra para retornar, depois de jogarem o corpo de Denilson na estrada. Por isso, a polícia agora quer esclarecer se mais pessoas acompanhavam o fazendeiro. Um dos pontos que a polícia quer esclarecer é como o fazendeiro, sozinho, conseguiu pegar Denilson do açude onde caiu atingido pelo tiro, colocá-lo na carroceria do veículo e depois jogar o corpo na estrada. No depoimento, Orlandino Gonçalves disse que estava levando Denilson para o hospital quando viu na estrada um grupo de pessoas que ele acreditava serem índios. Com medo, teria abandonado o índio e fugido. — Queremos agora que o fazendeiro responda como, no escuro, usando um farolete, conseguiu ver os índios na estrada e como conseguiu sozinho carregar o índio ferido — afirmou o delegado.

O assistente técnico da Funai de Dourados, Diógenes Cariaga, disse que os nove parentes de Denilson Barbosa foram incluídos no programa de proteção a testemunha, por causa das ameaças que vem sofrendo e dos atentados ao acampamento indígena. O corpo de Denilson Barbosa foi enterrado na fazenda em que foi morto e desde o enterro cerca de 300 guarani-caiová montaram barracos no local. Ontem, várias entidades internacionais dos direitos humanos estiveram no local, entre elas a Anistia Internacional, para fazer um manifesto em defesa dos guarani-caiowá.

PRELÚDIO DE UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA




“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência  de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam”
Gen Marco Antonio Felicio da Silva

O Sr. Claudio Fonteles, ex-procurador da República e até alguns dias atrás coordenador da “Comissão da Verdade” (CV), designada por muitos como a “Comissão da Mentira”, foi entrevistado pelo “O Globo”, no dia 17/02 deste ano em curso, durante a qual mostrou que, passados muitos anos, não se desvencilhou de seu viés cristão-marxista, adquirido, na década de 60, enquanto militava em organização subversiva, oriunda da juventude universitária católica, denominada  Ação Popular (AP). Das mais atuantes entre todas as organizações subversivas, já em 1963, antes de 31 de março de 64, a AP realiza aliança com o PCB, atuando no meio rural.

Em 1965, dominando a UNE e o movimento estudantil, tendo como aliado o PC do B, então em oposição ao PCB, prega um “socialismo com humanismo” e define o caminho da revolução como o da luta armada, segundo a concepção cubana foquista e passa a receber apoio financeiro de Cuba.  Pratica toda sorte de agitação e propaganda comunista e violências como assassinatos, roubos e atos terroristas. 

Como vemos, todos aqueles que militavam na AP não lutavam por uma democracia, mas pela ditadura do proletariado, a mesma que matou milhões de seres humanos nos países que caíram sob o jugo comunista.


Sou obrigado a repetir, para bem enfatizar, que os integrantes da “Comissão”, bem como o Sr Fonteles, violam a lei que  criou a CV por não satisfazer o seu artigo 2º , aquele que estabelece as credenciais básicas para os seus componentes, entre elas a isenção política, a defesa da verdadeira democracia e dos direitos humanos.  

Consultando o Blog, do dia 17 de fevereiro de 2003, do Sr. Fonteles, deita ele a já conhecida verborragia enganadora, pinçando palavras fora do contexto geral, afirmando:  “Não há dois lados, na verdade não há lado algum, mas uma única realidade, normativamente caracterizada. Com efeito, como está mesmo na Exposição de Motivos que fundamentou a Lei nº 12.528/2011, que criou a Comissão Nacional da Verdade, com a Lei nº 9.140/1995, ficou assentado que o Estado brasileiro, por seus agentes públicos, cometeu graves violações em detrimento da pessoa.” 

Repetindo o que já disse, a violação da lei torna-se nítida quando o Sr. Gilson Dipp e um de seus auxiliares, o advogado José Carlos Dias, ao assumirem os respectivos cargos, afirmaram, publicamente, que caberia à “Comissão da Verdade ouvir e investigar os dois lados, agentes do Estado e guerrilheiros e terroristas subversivos, que cometeram supostamente os crimes capitulados na lei que a criou. Entretanto, acovardados, no dia 12 de Junho de 2012, à página 11, do Jornal O Globo, o Sr. Gilson Dipp afirmou que “o caráter da Comissão da Verdade será o de apurar os crimes cometidos pelo Estado e não os dois lados do conflito durante o regime militar: - Quais os dois lados? 

Vamos procurar as graves violações aos direitos humanos. Quem comete graves violações? A lei diz isso (que se trata de violações do Estado)”. O Sr, José Carlos Dias o acompanhou nas afirmações acima.  Ora! A lei se refere apenas às graves violações dos direitos humanos, sem particularizar os agentes do estado como os únicos passíveis de investigação.
 
Diz a lei em seu artigo primeiro:
 “ Art. 1º - Fica criada, no âmbito da Casa Civil da Presidência da República, a Comissão Nacional da Verdade, com a finalidade de examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos praticadas no período fixado no art. 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.”
 
Aliás, repito, mais uma vez, o tema já havia provocado dura discussão entre o ex- ministro da Defesa e ex-Presidente do STF,  Nelson Jobim, com o ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi. O ex-ministro Jobim não aceitava e recriminava a possibilidade de a dita “Comissão” investigar apenas os crimes cometidos por Agentes do Estado  ( militares) e ameaçou pedir demissão do cargo se o seu ponto de vista não fosse o acordado, o que finalmente ficou assentado com o apoio dos atuais comandantes militares os quais, hoje, repito e enfatizo, não fazem qualquer objeção à deformada e ilegal leitura da lei.

Há que enfatizar que metade dos crimes da chamada esquerda não tem autoria definida, sendo que a lista respectiva foi encaminhada aos membros da “Comissão da Verdade” para apuração de violações contra direitos humanos.  Isso representa um universo de cerca de mais de meia centena de crimes cujos autores não foram identificados até hoje.  Dentro da lista dos crimes da chamada esquerda, cujos assassinos até hoje não foram identificados, estão atentados à bomba, assaltos a estabelecimentos comerciais e mortes originárias de tiroteios ou troca de tiros com militares e/ou policiais.

A ilegalidade se torna, ainda, maior quando a “Comissão da Verdade” resolve “legalizar” sua decisão de realizar investigações somente de agentes públicos e de excluir das apurações os crimes cometidos pelos subversivos, por meio de uma medida administrativa, publicada sob a forma de “Resolução”, no Diário Oficial da União, referendando o acordo informal dos integrantes da “Comissão”, os quais passam, agora, a se concentrar em "agentes públicos, pessoas a seu serviço, com apoio ou no interesse do Estado", considerando que os opositores ao regime já haviam sido, anteriormente, punidos pelo próprio Estado, o que, como já vimos, é uma deslavada mentira.

 Fonteles, violando a lei da CV, mais uma vez, reiterou que todos os militares "convocados" à comparecer à comissão são obrigados a dar o seu depoimento"Se ela (a pessoa) não quiser depor, ela responde ao crime de desobediência. E se ela não quiser ir depor, ela pode ser conduzida coercitivamente. Não com violência, mas alguém a pegar pelo braço e a levar lá". 

A lei é clara, pois, em seu Art 4º, incisoVIII, parágrafo 4º diz:As atividades da Comissão Nacional da Verdade não terão caráter jurisdicional ou persecutório.”
 
Assim, nenhum militar será obrigado a comparecer e a depor em tal CV, muito menos arrastado pelo braço. Desafio o Sr Fonteles a obrigar qualquer militar, oficial ou não, a comparecer à CV e a depor contra vontade. Ainda mais, coercitivamente, arrastado pelo braço.  Poderá ser o prelúdio de uma tragédia anunciada!     


 Por: Gen Marco Antonio Felicio da Silva – A Verdade Sufocada


Brasil vende 20 aviões para de ataque leve para os EUA



Venda de aviões brasileiros aos Estados Unidos envolve US$ 427 milhões

Embraer fornecerá 20 unidades do A-29 Super Tucano à Força Aérea americana

 

O acordo militar entre o Brasil e os Estados Unidos, no valor de US$ 427 milhões, envolvendo a Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A (Embraer), é considerado essencial nas missões norte-americanas, inclusive no Afeganistão. O subsecretário de Defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter, conversou nessa quarta-feira (27), por telefone, com o ministro de Defesa do Brasil, Celso Amorim, sobre o acordo.

O contrato determina a venda de 20 unidades do avião de ataque leve A-29 Super Tucano à Força Aérea dos Estados Unidos com o objetivo de servir de apoio à Força Aérea, segundo autoridades norte-americanas. Em comunicado, o Pentágono detalhou o acordo feito com a Embraer, que apresentou proposta de sociedade com a empresa norte-americana Sierra Nevada Corporation. “É fundamental para dar apoio às forças afegãs de segurança nacional, como parte do apoio a longo prazo dos Estados Unidos ao país após a conclusão da missão da Força Internacional de Assistência para a Segurança [da Organização do Tratado do Atlântico Norte, Otan] no fim de 2014", disse o porta-voz do Pentágono, George Little.

De acordo com os termos do contrato, 20 aeronaves serão enviadas às bases aéreas no Afeganistão em 2014, para as tarefas de "treino avançado de voo, vigilância, apoio aéreo e missões de interdição aérea”.  O porta-voz informou ainda que Carter e Amorim devem se reunir, seguindo o cronograma do acordo denominado Diálogo de Cooperação na Defesa dos Estados Unidos e Brasil para “continuar a cooperação de defesa".

Fonte: Isto É

Que Deus salve as nossas Desarmadas Forças!



A rapa no tacho no almoço com a estrelas

Que não se duvide, deve ter iniciado com coquetel. Os “estrelados”, aqueles que observam o desfile do armamento obsoleto nas formaturas de seus grandes comandos, entre um gole e outro de champanhe, comentando sobre quantos iriam morrer no próximo conflito que nos espreita face às amazônias verde e azul.

Os que não marcham mais, aqueles que foram escrachados na saída do Clube Militar/Rio de Janeiro no dia 29 de março último, ah, esses ficaram de fora. Lamentável, a politicalha não os convidaria, pois eles não saberiam mastigar a verdade do que pode redundar o descaso para com os “filhos de Esparta”, em disputa que se delineia pela posse de nossos invejáveis ecúmenos.

Eis que os convidados se dirigiram para suas mesas, as estrelas refulgindo, mas o sobrecenho daqueles amadurecidos profissionais das armas estava carregado. A corroê-los o desaparelhamento, a nossa incapacidade operacional. Ainda outro dia, “especialista” do setor, com ares de “Alice no País das Maravilhas”, comentou na televisão sobre as últimas inovações da nossa indústria de material bélico.

Que beleza, mecanismos de alta tecnologia, tudo de grande utilidade, porém, não têm dúvida, sem condições de equipar as unidades em curto prazo e que, no momento presente, não vão representar nada para fazer frente, quiçá dissuadir, às reais ameaças que nos preocupam, sobremodo e particularmente, em face à região norte e ao pré-sal.

Quando dialogaram sobre o que se mostra para o público na TV, com certeza, ponderaram sobre o que realmente nos faz falta, hoje, agora, para pelo menos esboçarmos alguma reação contra uma expedição guerreira/ecológica, em nome da comunidade internacional, patrocinada por grandes predadores militares.

Indignados, sussuraram quanto: aos caças novos para a FAB, que continuam sendo uma miragem apocalíptica; aos submarinos, que são previstos para o dia de São Nunca; à demora do fuzil novo, que precisa substituir o “bacamarte” do lote de 1965; â carência de mísseis portáteis, ainda insuficientes para as unidades de selva sustentarem o combate com os helicópteros e as lanchas artilhadas do inimigo; às minas e explosivos, acionados à distância por controle remoto, que ainda não foram armazenados em quantidade, impedindo a instrução de forças subterrâneas e de sustentação (combatentes civis) no seu manejo; à estupidez da subserviência dos políticos, que impuseram aos militares o inominável adestramento na “estratégia de resistência”.

Que se diga: somente com a guerra na selva não vamos vencer! Será que a "presidenta" estaria sendo alertada na “mesa da santa ceia” por quem de direito? Ah! Mas e se fosse dito para ela que a estratégia da resistência, a pior para a defesa da Amazônia, precisa ser complementada pela guerrilha urbana a ser desencadeada, sim, mas pelos civis?"presidenta", com certeza, se engasgaria entre uma garfada e outra. E se  lhe segredassem ao pé do ouvido, logo depois do brinde, que fosse, para não azedá-lo, que as tropas de uma “coalizão”, quando ocuparem as capitais amazonenses, deverão ser enfrentadas pela população em complemento à guerra na selva, esta sim a ser desencadeada pelo Exército?

Parece que estou vendo o momento da sobremesa. Entre um docinho e outro, não houve como fugir: à boca pequena a calda adocicada se misturou ao fel do vil achincalhe a que estão sendo submetidos os militares, particularmente os do Exército. Uma campanha canalha de desmoralização constante, covarde, tiranicamente pusilânime, que vem ganhando corpo desde a posse de sua excelência.

No contexto da difamação, entre outros, o intempestivo “comandamento” dado pela OEA, concretizando a aposição de uma placa, no mínimo anômala, na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), que ofende e menospreza para sempre a competência profissional dos oficiais que ministram a instrução militar naquele instituto marcial, isto sem falar no auto-respeito que, a esta altura dos acontecimentos, já foi para o espaço.

Por fim, não posso deixar de imaginar o "papo do cafezinho", aquele sorver amargo, servido com a cobertura insossa do acordo sem cabimento e mais do que suspeito que a Companhia do Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEFASF) ajustou, nada mais nada menos do que com o Corpo de Engenharia do Exército dos EUA.

Uma  abertura de guarda sem precedentes, que concedeu, de mão beijada, a consultoria pertinente ao desenvolvimento da hidrovia do Rio São Francisco, isto sem nenhuma consulta aos brasileiros, que sabem muito bem do que são capazes nossos engenheiros militares.

Ah! Mas o almoço foi muito bom! “Me engana que eu gosto”, consciências pesadas. Em verdade, todos voltaram para casa digerindo o menosprezo, o amadorismo estratégico, o alheamento atávico/patológico que temos aos ensinamentos do mestre da guerra SunTzu.

Enfim, que Deus salve as nossas Desarmadas Forças!

Por: Paulo Ricardo da Rocha Paiva, Coronel de Infantaria e Estado-Maior na reserva

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