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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

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domingo, 31 de março de 2013

31 de março de 1964 - Vítimas esquecidas

Vítimas esquecidas 
 No dia 31 de março não poderíamos deixar de relacionar  todas  as  vítimas dos terroristas . Iremos citando-as por ordem cronológica . São 119 cidadãos brasileiros que foram sacrificados , mas que jamais são lembrados. As homengens, os nomes de ruas, de escolas, os memoriais , os livros, os filmes e os livros de história  só lembram os "fatos heróicos" dos mortos pela "sanguinária ditadura " .
 
A esses heróis, vítimas desses terroristas, o reconhecimento da democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.
Precisamos relembrar seus nomes constantemente e reverenciá-los.  Precisamos lutar para que a Verdade Histórica  não continue a ser deturpada, e, n esse governo,  
oficializada.Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça  por terem perdido a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso. Cabe-nos lutar para que essas vitimas recebam  isonomia no tratamento que os “arautos” dos direitos humanos dispensam aos seus assassinos, que hoje recebem pensões e indenizações do Estado contra o qual pegaram em armas. 

Os seus algozes, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país.
A presidente Dilma deseja comoção da sociedade com depoimentos  das  famílias dos mortos e dos torturados. Presidente, saia da pele da "Wanda",  membro da POLOP, do COLINA, da VPR e da VAR- Palmares, seja imparcial. Dê a sociedade o Direito à Memória e à Verdade. Dê nome a esses mortos,
faça justiça! Deixe que a sociedade saiba porque eles morreram e quem os matou! Deixe que a sociedade saiba que muitos deles lutaram para que o 
Brasil não se tornasse uma ditadura marxista-leninista!

  

12/11/64 - Paulo Macena -Vigia - RJ - Morto durante a explosão de uma bomba colocada Cine Bruni, no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Bomba deixada por uma organização comunista como protesto pela aprovação da Lei Suplicy que extinguia a UNE ( União Nacional dos Estudantes) e a UBES (União Brasileira de Estudantes secundaristas). Além da morte do vigia, ficaram feridas seis pessoas.


27/03/65 – Carlos Argemiro Camargo - Sargento do Exército – Paraná -  Morto em combate contra um grupo guerrilheiro comandado por Jeferson Cardin de Alencar Osório, em Leônidas Marques, PR.


25/07/66 - Nelson Gomes Fernandes  - Almirante - PE   

                   Edson Régis de Carvalho - Jornalista - PE

 Mortos no atentado ao Aeroporto de Guararapes, em Recife, contra o então candidato à Presidência da República, general Costa e Silva.  Além dessas duas vítimas fatais ficaram feridas 13 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva que, além de fraturas expostas teve amputados quatro dedos da mão esquerda, e Sebastião Tomaz de Aquino, o Paraíba, guarda civil que teve a perna direita amputada. 

Segundo o historiador Jacob Gorender, militante do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário - PCBR - e participante da luta armada, o mentor  do atentado foi o  ex-padre Alípio de Freitas, da Ação Popular - AP .

Um dos executores do atentado, revelado pelas pesquisas e entrevistas de Jacob Gorender, foi Raimundo Gonçalves de Figueiredo, codinome Chico, que viria a ser morto pela Polícia Civil, em abril de 1971, já como integrante da VAR-PALMARES.

A família  de Raimundo Gonçalves de Figueiredo foi indenizada e, hoje, tem seu nome dado a uma rua em Belo Horizonte.  O ex-padre Alípio Freitas, que está vivo, foi indenizado, como perseguido político, com uma pensão mensal e mais  o retroativo no valor de R$ 1 900 000,00

Clique aqui, para matéria completa

VIVA O MOVIMENTO VITORIOSO DE 31 DE MARÇO DE 1964! Manifesto da Academia Brasileira de Defesa -


Manifesto da Academia Brasileira de Defesa, em comemoração da data nacional de 31 de Março de 1964.  
31 DE MARÇO DE 1964   
VAMOS COMEMORAR, SIM!   NÓS E O POVO BRASILEIRO! 
 


Vamos comemorar, sempre, esta data    histórica para o Brasil, por todos os benefícios que ela nos proporcionou:    
  A libertação de uma  ideologia política totalitária,sectária e pagã;  
•  A fantástica média de 7,5% da taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (a maior da História);   
•  A redução da corrupção pública a níveis desprezíveis; 
•  As grandes obras de infra-estrutura:   o  As hidroelétricas de Itaipu e de Sobradinho;    o  A Siderúrgica Açominas e a Ferrovia do Aço;    o  A Ponte Presidente Costa e Silva  (Rio-Niterói);      os  Metrôs de São Paulo e do Rio de Janeiro;  
 - modernização das Telecomunicações;    
 -   Os portos de Suape e de Paranaguá;
 - A rodovia transazmazonica
  _A implantação estratégica dos  Pelotões de  Fronteira na Região Amazônica; 
 - A instalação e o desenvolvimento das Indústrias de Material Bélico e  Aeroespacial,  tais  como    ENGESA e EMBRAER;     
- A criação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e do Banco Nacional da Habitação;       
  A radical Reforma da Educação;   o  A implantação do Projeto Rondon;    
  A unificação dos Institutos de Previdência,  e  tantas outras obras importantes.      

Não é por outra razão  que  os brasileiros consideram as  suas Forças Armadas as instituições de maior credibilidade do País.    
 
VAMOS LAMENTAR, SIM! NÓS E O POVO BRASILEIRO!    
Vamos lamentar os desmandos havidos depois de encerrado o ciclo iniciado em 1964, entre outros:     
. A comprovação da  corrupção generalizada  de membros do governo anterior, punidos pelo Supremo Tribunal Federal, no triste processo dos “mensaleiros”; 
 •  A demissão de inúmeros Ministros do atual governo, acusados de corrupção;      
•  A reinvenção do racismo e a oficialização do preconceito racial;   
•  A  “falência ”  da Petrobras, a  mentira do Pré- Sal  e a submissa  entrega da refinaria na Bolívia ;   
•  A degradação  do Parque Industrial e a volta à posição de exportador  de “commodities”;   
  •  O desmonte da Indústria Bélica e o conseqüente retorno à condição de simples importador de equipamentos militares;  
  O ressurgimento dos apagões, com a de terioração  do Sistema Nacional de Energia Elétrica;     
  O aviltamento  do  Ensino Público, como  pretexto  para instituição de  cotas raciais, inconstitucionais, além de imorais;    
•  A decadência do Serviço de Saúde Pública, obrigando (os que podem) à contratação de dispendiosos planos de saúde;  
•  O fracasso da obra de transposição do Rio São Francisco;     •  A injustificável  incompetência administrativa,  que  retarda  a conclusão da  Hidrelétrica de Belo Monte;   
•  A satanização das Forças Armadas e a manutenção de níveis ultrajantes de remuneração da tropa como Programas de Governo, mais uma vez explicitadas com a criação da chamada  Comissão Nacional da Verdade  e com a recente concessão dos  ínfimos valores de reajuste dos soldos, a fim de enfraquecê-las e dissuadi-las de adotar qualquer reação aos absurdos que têm sido perpetrados contra o Povo Brasileiro; 
  Dispêndio de  grandes somas do dinheiro público  para sustentar e estimular a indolência de milhões de brasileiros por meio da concessão de humilhantes “bolsas-esmola”, com o objetivo de comprar a adesão de grande parcela do eleitorado nacional, garantindo, assim, o sucesso em suas eleições fraudulentas.       


Este é, infelizmente, o quadro atual da condição do Brasil, que “festeja”, neste ano, a portentosa   marca de 0,5% de crescimento do PIB nacional e o 38º lugar no mundo, ostentando, ainda,  os últimos lugares do crescimento do PIB nos países sul-americanos. Tal situação os remete aos idos de 1960, quando o descalabro, a incopetência e a corrupção governamentais, inspirados por ideologias alheias às nossas tradições levaram o povo brasileiro ás ruas em busca do amparo das Forças Armadas para reconduzir aos trilhos da decência e da responsabilidade pública.


- POR TUDO ISSO, E POR MUITAS OUTRAS RAZÕES MAIS, O POVO BRASILEIRO    
  - PRECISA LEMBRAR E COMEMORAR, SEMPRE, COM SAUDADE E ESPERANÇA, O DIA  - 31 DE MARÇO DE 1964.    

 
-É assim, pois, que louvamos este quadragésimo nono aniversário do movimento redentor que    - salvou o Brasil da escravidão de um governo extremado e das arbitrariedades totalitárias de um partido   único - , poupando, certamente,  da morte nos paredões, milhares, talvez milhões, de cidadãos brasileiros.  

 
-VIVA O MOVIMENTO VITORIOSO DE 31 DE MARÇO DE 1964!  


Manifesto da Academia Brasileira de Defesa,
Manifesto da Academia Brasileira de Defesa, em comemoração da data nacional de 31 de Março de 1964
 
ACADEMIA BRASILEIRA DE DEFESA  

Pro Patria  

Prof.ª Dr.ª Aileda de Mattos Oliveira -Alte.-Esq. Alfredo Karam -Cel. Aer. Antônio Celente Videira - Prof. Antoniolavo Brion -Jorn. Aristóteles Drummond  - Gen.-Ex. Carlos Alberto Pinto Silva - Prof. Dr. Denis Lerrer Rosenfield - Dr. Emílio A. Souza Aguiar Nina Ribeiro – Gen Div. Francisco Batista Torres de Melo - Prof. Dr. Francisco Martins de Souza - Cel. Ex. Gelio Augusto Barbosa Fregapani - Dr. Gustavo Miguez de Mello-  Dr. Herman Glanz - Maj.-Brig. Hugo de Oliveira Piva - Vice-Alte. Ibsen de Gusmão Câmara - Ten.-Brig. Ivan Moacyr da Frota - Prof. Dr. Ives Gandra da Silva Martins - Dep. Fed. Jair Messias Bolsonaro - Prof. Dr. João Ricardo Carneiro Moderno - Sen. José Bernardo Cabral - Dr. Luciano Saldanha Coelho - Cel.-Av.Luís Mauro Ferreira Gomes - Gen.-Ex. Luiz Cesário da Silveira Filho - Gen.-Ex. Luiz Gonzaga Schroeder Lessa - Econ. Marcos Coimbra - Emb. Marcos Henrique Camillo Côrtes - Prof.ª Dr.ª Maria Helena de Amorim Wesley -Prof.ª Dr.ª Mina Seinfeld de Caracushansky - Ten.-Brig. Octávio Júlio Moreira Lima ✝ - Vice-Alte. Othon Luiz Pereira da Silva  - Dr. Paulo Antônio Uebel - Gen.-Ex. Paulo Cesar de Castro - Ten.-Brig. Reginaldo dos Santos - Gen.-Ex. Rubens Bayma Denys - Desemb. Semy Glanz- Ten. R/2 Sérgio Pinto Monteiro-  Vice.-Alte. Sérgio Tasso Vasquez de Aquino - Maj.-   Brig.  Umberto de Campos Carvalho Netto –    
 31 DE MARÇO DE 1964    
VAMOS COMEMORAR, SIM! 
NÓS E O POVO BRASILEIRO! 


Rio de Janeiro, 31 de março de 2013 
Ivan Frota
Presidente

O alvo é Dilma

Gentil patrocínio  

Não é ato oficial nem explícito: informal e discretamente o PSDB está ajudando Marina Silva a coletar assinaturas para a criação de seu novo partido. Migrantes do tucanato para a Rede dos sonháticos comentaram com antigos companheiros de partido que está havendo dificuldade na coleta dos apoios exigidos pela Justiça Eleitoral para conceder registro à legenda que precisa estar legalizada até início de outubro.

Em vários Estados a estrutura do PSDB se movimenta para arregimentar signatários e também para conferir as assinaturas. Em Minas Gerais, por exemplo, há prefeitos encarregados de contribuir cada um com dois mil nomes devidamente checados.
Solidariedade? Pragmatismo: se Marina conseguir criar a tempo a sua Rede, muito provavelmente concorrerá à Presidência em 2014. Para a oposição é um bom negócio, pois quanto mais numerosos forem os concorrentes, maior a divisão de votos. Consequentemente, aumenta a chance de haver 2.º turno.

O raciocínio parte do princípio que hoje quem tem votos é a presidente Dilma Rousseff. A oposição pode até vir a ficar bem, mas por enquanto sabe que está mal na foto. Precisa recorrer a todos os recursos a fim de tentar equilibrar o jogo, já que a situação tem a popularidade da presidente, a exposição inerente ao cargo e todos os meios à disposição. Uma das maneiras é incentivar a concorrência que possa subtrair votos de onde eles estão mais concentrados: no governo. Marina pode até não repetir o desempenho de 2010, quando atraiu 20 milhões de eleitores. Mas, se entrar na disputa, fica com parte do eleitorado de esquerda, jovens e decepcionados com a política em geral.

Claro que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), também entra nessa conta. Por enquanto os tucanos estão achando ótima a movimentação dele e não o veem como uma ameaça ao senador e provável candidato do PSDB, Aécio Neves.  Ao contrário. Na avaliação deles Campos ajuda a difundir críticas ao governo e a atrair eleitores no Nordeste. Aqui de novo o mesmo raciocínio: quem tem votos da região é Dilma, não o PSDB. Portanto, ela teria a perder.

Além da questão regional, na visão dos tucanos o governador de Pernambuco também atrairia parcela do eleitorado governista que já estaria cansado do PT, crítico à maneira de Dilma governar e em busca de uma "novidade". Isso sem falar no potencial de desagregação da base aliada ao governo que o PSDB enxerga na presença de Eduardo Campos em cena como provável candidato. Muito bem, vamos que saia tudo conforme o desenho desse figurino, que haja 2.º turno, que o candidato tucano passe para a etapa final. O que garante que os outros concorrentes não ficarão neutros ou com Dilma?

Pois é, por ora só a esperança de que as premissas estejam certas e o vento sopre a favor. 

Fonte: Dora Kramer - O Estado de São Paulo

31/03/13 - CONTRARREVOLUÇÃO DE 31 DE MARÇO DE 1964 - 49 ANOS DEPOIS - Salve o 31 de março!

31/03/13 - CONTRARREVOLUÇÃO DE 31 DE MARÇO DE 1964 - 49 ANOS DEPOIS
A Nação Brasileira Precisa Despertar! Este artigo é dedicado àqueles que não viveram antes e por esta razão desconhecem as causas que deram origem a Contrarrevolução de 1964. “Naquela época a nossa mídia era dotada de um alto grau de independência e de nacionalismo e o seu patriotismo era genuíno e consciente. Hoje, vendida e venal” (Jornal Inconfidência).Qual a razão do Partido dos Trabalhadores está agitando uma Nação que foi pacificada pela Lei de Anistia? Trata-se de irresponsabilidade, revanchismo, ou de  uma quarta tentativa de implantação do comunismo entre nós? Desde que o comunismo passou a influir na política brasileira a partir de 1922, com o objetivo de implantar a ditadura do proletariado em nossa Pátria, foram três as tentativas de tomada do poder: - em 1935 por intermédio da Intentona Comunista; em 1964 com os comunistas alinhando-se a uma parcela da burguesia; e, posteriormente, por meio da violência revolucionária, quando a tônica foi o emprego da luta armada com atentados seletivos ou não, seqüestros de diplomatas estrangeiros, assaltos a bancos, a hospitais,  roubos de carros, sequestros  de aviões e, por fim, para sobreviverem, até ônibus foram assaltados. Para tanto, mataram trabalhadores e outros cidadãos, sem piedade, durante sua ações e em muitos casos também assassinaram reféns e justiçaram companheiros por ousarem discordar, em algum momento, do grupo. Os exemplos são vários e conhecidos. Só os ignoram os interessados em nega-los.  

O governo Contrarrevolucionário, buscando pacificar a Nação lhes outorgou em 1979 uma Anistia Ampla, Geral e Irrestrita, portanto muito além do que reivindicavam.  Mas os comunistas desconhecem o que seja viver em paz e o que seja respeitar o direito do contraditório e, embora preguem a democracia, desconhecem o real significado da palavra. Aliás, como desconhecem quase tudo o que alardeiam.  Tendo o PT partido que abriga quase a totalidade das organizações de esquerda existentes no Brasil e que se  dizia à prova da corrupção  e que no partido não deixava ninguém roubar - alcançando o governo por meio de um processo eleitoral legítimo, em muito pouco tempo, deu início a nova tentativa de implantação de uma ditadura de esquerda, agora por ação direta do ex-Ministro Chefe da Casa Civil que passou por intermédio da corrupção a comprar a consciência de várias autoridades nos diversos setores da vida pública e privada do nosso país. Os órgãos de imprensa escrita, falada e televisada,  a partir do  mês de maio de 2005, confirmam esta assertiva. E a busca desta compra de consciência tinha e continua tendo um único objetivo: fortalecer o PT e o governo  para que este possa, a sua maneira, implantar o partido único entre nós. 

E que maneira é esta? Entorpecendo o povo brasileiro com o canto das sereias e, em particular, os menos favorecidos dando-lhes o vale-alimentação, vale-escola e outros favores, ou seja, oferecendo aos pobres o peixe sem ensinar-lhes a pescar. Por outro lado, uma grande parte das autoridades constituídas e outros setores das elites brasileiras estão corrompidos e fingem estar sofrendo de amnésia por também terem sido compradas pelo vale-esquecimento recheados de favores para si e seus dependentes.   

E assim, o Partido dos Trabalhadores vem destruindo o que ainda resta de altivez na nação brasileira e em seus filhos. Na contra-mão de tudo o que sempre  pregaram e/ou condenaram somos obrigados a conviver com a tragédia nacional da criminalidade e insegurança, da deseducação e da falta de estrutura do Sistema de Saúde entre tantos, e, em breve, muito breve, da fome – de todos bebendo da mesma água no mesmo poço. Então, do caos se erguerá a nova ordem imposta pelo “pt” que será único. Aleluia!   E a oposição está e permanecerá muda, insana. Até  quando? Mas afinal, que oposição? Quem é esta oposição que não mostra a cara? Será que existe uma? Ou será que ela está escondida? Está escondida sim! Encobre o rosto, podendo ter o pescoço puxado a qualquer momento sempre que o “governo”, ou melhor, os “interessados” precisarem, pois  a grande maioria também está com as mãos sujas.  A que ponto chegamos!
 

E o “pt” que “sempre” foi tão avesso ao “pacto da mediocridade”, ao “populismo”, ao “maniqueísmo”, ao “toma-lá-dá-cá”. Bem, tudo isto é História! Palavreado! Decoreba!    Os militares, dentre os quais me incluo, sempre entenderam a importância do respeito ao princípio da hierarquia e aprenderam que o comandante ou chefe é responsável por tudo que acontece ou deixe de acontecer sob seu comando. Aprenderam muito mais e, principalmente, que cabe ao comandante ou chefe defender seus subordinados e os interesses da unidade ou grande unidade que comanda. Este, o motivo da atual decepção de muitos militares e, também de civis, ao verem o Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra sendo processado injustamente por um grupo de comprovados ex-terroristas, por desempenhar missão constitucional imposta pelos seus comandantes da época e o descaso total da Força, pelo menos até hoje, insistindo em lavar suas mãos. Ficaram decepcionados ao tomarem conhecimento pela imprensa da intenção do governo em repassar verba para uma ONG( órgão de fachada do PC do B), para que esta construa um memorial na cidade de Xambioá em homenagem aos guerrilheiros do Araguaia que pegaram em armas contra o regime estabelecido (e que ainda continua sendo o mesmo), com o dinheiro do contribuinte, enquanto a Força também lava suas mãos. Trata-se, esta e outras que estão ocorrendo,  sem sombra de dúvidas, de homenagens inoportunas e descabidas. Nos fazem lembrar “Sucupira”, espaço ficcional de obra de Dias Gomes. Lá tudo era verossímil, possível e compreensível. Ora, são pessoas que pegaram em armas por opção, mataram vários militares e civis que agiam no cumprimento do dever e hoje vivem se auto - endeusando com o apoio do governo e de uma parte da mídia infiltrada ou que se vende ao vil Metal.

 Então pergunta - se: que exemplo os Comandantes estão dando aos seus subordinados, senão o de que o militar não deve cumprir ordens superiores, mesmo que para defender sua pátria de agressões internas ou externas, porque estará correndo o risco de ser um possível e novo Coronel Ustra, entregue aos revanchistas por quem cabe por direito e obrigação defendê-lo? É o incentivo ao descumprimento de ordens superiores. É o incentivo ao crime militar. Que decepção! Ainda bem que os homens passam e o Exército Brasileiro vai permanecer, embora o atual governo esteja fazendo de tudo para transformá-lo em guarda nacional. Tudo isto é, no mínimo, paradoxal.    


Entendo que nós, verdadeiramente democratas, civis e militares patriotas, já não podemos continuar apenas trocando e-mail.Temos que comparecer diante de nossos representantes, estejam eles na Caserna, no Congresso, na Justiça e em outros setores e exigirmos posicionamentos claros e precisos. Não se trata de fazer nenhuma revolução. Trata-se, isto sim, de mostrarmos aos nossos representantes (militares e civis) que eles estão nos cargos para, por intermédio de palavras e ações, defenderem as Forças Armadas, defenderem o Congresso Nacional, a Justiça e a Nação, nunca interesses particulares como vem ocorrendo no atual momento político brasileiro. E vejam bem. Não confundamos patriotismo com militarismo ou com torcida da Seleção Brasileira em Copa do Mundo. Escrevo para aqueles que são patriotas em qualquer situação e a qualquer preço.  


Em verdade, os terroristas e guerrilheiros de ontem estão criando uma nova Memória Nacional que está sendo apresentada  para os mais jovens e que talvez venha prevalecer em lugar da verdadeira que está praticamente esquecida. Ou vamos agir como cidadãos, ainda mais presentes, no que diz respeito às causas da democracia, diferentemente do que temos feito até agora, ou seremos queimados na fogueira  da nossa vergonhosa apatia e silêncio que só é quebrado por intermédio de e-mail. Está na hora de ultrapassarmos este estágio.    
Finalmente deixo algumas questões para reflexão: 
   - Quando alguém declara que não foi preciso estudar para tornar-se Presidente da República, que argumentos estamos utilizando hoje para  estimularmos nossos jovens a estudar?  
   - Se um militar é acusado, julgado, execrado por ter cumprido ordens superiores, cumprido com o seu dever, colocado a sua vida a serviço da Pátria, sem ser agora defendido por quem deveria fazê-lo,  como manter a ordem e a disciplina na tropa se necessário?
  - Se o militar sabe hoje, por exemplo superior, que estará sozinho se tiver que responder criminalmente por atos de serviço, no cumprimento do dever, quando necessário o que será que vai acontecer? Não temos dúvidas que tudo isto é um desestímulo ao cumprimento de ordens. É este o plano do governo? O caos? A falência total das instituições, a quebra da disciplina?   
 - Quando um ex-terrorista,  ex-assaltante político e portanto ex-criminoso  de ontem, por força de uma Anistia que lhe foi concedida  torna-se autoridade governamental e recebe majestosas quantias de indenização( dinheiro do contribuinte já tão esquecido e enfraquecido)  por alegar ter sofrido pretensa tortura, maus tratos e etc, pergunta-se:   
  - Quem o obrigou a ser terrorista? Quem obriga quem a ser marginal?  

 - Em que lugar do planeta Terra se trata ex-terrorista a pão-de-ló, exceto atualmente  no Brasil?   
   - Se os terroristas de ontem tinham uma causa que julgavam justa, as Forças Armadas tinham uma que considera-se NOBRE, ou seja, a defesa, a qualquer preço, da Pátria, das Instituições, da Liberdade, da ordem. Seus representantes não estavam lá por opção; estavam cumprindo seu dever, oferecendo-se em sacrifício para que a ORDEM vigente fosse preservada.    
Já refletiram sobre o fato de que a moda está pegando?   

  
Neste momento, criminosos que estão enjaulados nas Penitenciárias de Segurança Máxima não são inimigos ideológicos, mas são inimigos, sociais e públicos da Nação. Se, de repente, os “ventos” mudarem poderão virar heróis, ministros, mártires e milionários porque, certamente, o Estado pagar-lhes-á polpudas indenizações por suas “perdas”.   
 Qual é a diferença?   

 
Quais os valores que às famílias dos militares, dos policiais militares,  policiais civis e simplesmente civis mortos  em atentados ideológicos realizados por estes que hoje se dizem inocentes receberam de indenizações até hoje do Estado?
Esta é uma pergunta que não quer calar. Que Estado é este?  

 
A CONTRARREVOLUÇÃO DE 1964, jamais será esquecida pois como declarou o Presidente Castello Branco em seu discurso de 21/04/1964, ela não se fêz para manter privilégios de quem quer que seja, mas para em nome do povo, e em seu favor, democratizar os benefícios do desenvolvimento e da civilização. 


Fonte:  A Verdade Sufocada - Por: Aluisio Madruga de Moura e Souza

Miriam, apesar de parcial e das agressões que faz a verdade, teu artigo é de qualquer forma uma homenagem ao Salve o dia 31 de março

Visita inevitável Eu era menina ainda, mas já gostava de notícia. Grudei no rádio e fiquei ouvindo as informações da movimentação das tropas do general Olímpio Mourão Filho. O que eu não podia imaginar, por ser tão criança, é que aquele 31 de março era o começo de um tempo terrível que tiraria vidas da minha geração, produziria dor e obscurantismo, e que 49 anos depois ainda seria difícil revisitar.

Um professor americano me perguntou outro dia porque só agora o Brasil faz a sua Comissão da Verdade, já que a ditadura acabou em 1985. Eu respondi que o Brasil tem problemas de encarar seu passado, é meio atávico esse defeito. E que, de vez em quando, pintamos o cenário com outras cores para aceitar nossos erros, e daí decorrem teses como as da “mild slavery” (escravidão suave). Mas que, felizmente, estamos mexendo no que ficou congelado por um tempo excessivamente longo.

Na mesma semana me ligou Rosa Cardoso, que integra a Comissão da Verdade. E o que ela tinha a contar era muito. Naquele fim de semana (o último) haveria o encontro da Panair para ouvir, pela primeira vez em quase 50 anos, o que houve com a empresa que por perseguição política teve todas as rotas canceladas pelo governo e foi à falência. Ainda assim, os funcionários se reúnem frequentemente, vão com seus crachás para se reconhecerem tanto tempo depois. A empresa pagou todas as dívidas trabalhistas. A Comissão da Verdade de São Paulo se preparava para ouvir — ouviu na semana passada — o depoimento de Inês Etienne dentro do capítulo de ditadura e gênero. Inês, que sobreviveu à Casa da Morte, tinha sido chamada, junto com outras pessoas, para falar das sevícias sexuais que atingiram tantas prisioneiras.

O corpo de João Goulart será exumado. Os especialistas ouvidos disseram que, talvez, os exames não sejam conclusivos, porque ele pode ter sido morto por um remédio que afeta o coração e que, tanto tempo depois, pode não ter deixado vestígios. A suspeita permanece.
Não há um único torturador que tenha passado um único dia na prisão pelo crime cometido, de tortura, morte e desaparecimento, como o do deputado Rubens Paiva, do estudante Alexandre Vanucchi, do líder Honestino Guimarães, do jovem Stuart Angel, do jornalista Vladimir Herzog, do operário Manoel Fiel Filho. São tantos. É difícil nomeá-los. Esquecê-los, impossível. [a jornalista - excelente, quanod cuida de economia, esquece que todas essas mortes, atribuídas aos militares, não tem provas de quem as praticou. Todos os depoimentos ou é dde um terrorista que disse ter visto, ter sentido na própria carne ou então de alguém que ouviu dizer. Provas, que são necessários, não existem.
Sobre o tal deputado Rubens Paiva, o depoimento mais 'sólido' o que narra sua prisão, foi prestado por um individuo que não teve sequer a preocupação de conhecer um pouco a estrutura dos organismos de combate ao terrorismo e misturou alhos com bugalho. Vejamso:
o sujeito, o tal depoente, diz que o deputado foi preso por homens do PIC da Aeronáutica e até os petistas - em sua maioria incapazes de pensar - sabem que o PIC = Pelotão de Investigações Criminais foi e continua sendo da estrutura da Polícia do Exército. Assim, não existe e nunca existiu PIC da Aeronáutica. Além do mais a estrutura de combate aos terroristas e traidores, centralizada no caso do Rio no DOI-CODI do Iº Exército, ocupava dependencias do Quartel do 1º Batalhão de Polícia do Exército - Batalhão Marechal Zenóbio - situado na rua Barão de Mesquita, não havendo ligação estrutural entre o PIC/PE/iº Ex e o DOI-CODI- tmabém do Iº Ex.
Fica a pergunta: quem prendeu Rubens Paiva? o pessoal da Aeronáutica ou o pessoal do Exército, no cado do PIC = PE.]

Ainda assim, os militares aposentados se reuniram nos seus clubes e acusaram quem hoje busca informações de ser “totalitário”. Repetem a tese de ter havido dois lados. Pois é. Um lado era a juventude encurralada. [juventude encurralada??? : juventude que sequestrava, que 'justiçava', que assaltava, que matava'? isso é que ser encurralada.]  O outro, o Estado com o poder exercido de forma ilegítima pelos militares, usando a sua força contra quem ousou discordar. A Comissão da Verdade se descentralizou, outras vão se formando para investigar os vários eventos desse tempo que prometeu ser breve e se prolongou por 21 anos. O que fazer com as instalações onde pessoas sofreram e heróis perderam a vida? O antigo Dops do Rio é hoje o Museu da Polícia. Cheio de armas dos vários tempos. Impossível conviver com um memorial que deveria ter. O antigo DOI-Codi funcionava no quartel da Polícia do Exército na Barão de Mesquita, na Tijuca. Lá morreu Rubens Paiva, lá inúmeras pessoas foram torturadas, como Arthur Poerner, que narrou o que viveu num livro com o sugestivo nome de “Nas profundas do inferno”. Angel foi morto na Base Aérea do Galeão. A tortura foi disseminada, foram muitos os locais de sofrimento. [tudo que lembre os terroristas, inclusive seus restos mortais, deveriam ser incinerados e as cinzas jogadas em locais desconhecidos; são traidores da Pátria e merecem apenas o desprezo dos BRASILEIROS DO BEM.]
 
O passado deve passar. Eu, hoje, avó de meus netos, sei quanto tempo me distancia da menina grudada ao rádio em Caratinga naquele 31 de março. Mas minha convicção profunda é que, antes, é preciso cumprir o ritual da dolorosa visita ao passado.

Fonte: Blog da Míriam Leitão

Dilma vai trocar membros da Comissão da Verdade que querem um relatório com alguma verdade - e a presidente quer um relatório totalmente parcial e mentiroso. Ela quer crucificar os militares, já que não aceita ter sido derrotada por eles

Em busca da Verdade

A Comissão da Verdade passa por um processo interno de debate para definir qual seu verdadeiro objetivo, se promover uma catarse nacional para superar os traumas causados pela ditadura militar, como querem alguns de seus membros, ou preparar um relatório que deixe registrado para a História o que foram os tempos da ditadura, além de documentos que possam ser consultados na internet pelos interessados. Além da discordância de fundo entre seus membros, há discordância também sobre os procedimentos a serem adotados.

Uma parte do grupo de sete membros que compõem a Comissão considera que um de seus objetivos é levar à opinião pública o maior número possível de informações sobre as atrocidades cometidas pela repressão militar durante a ditadura, de preferência da boca de parentes e pessoas que estiveram envolvidas na luta armada, de maneira a que esses depoimentos sirvam para promover uma verdadeira catarse nacional, a melhor maneira de superar os traumas que ainda permanecem latentes na cidadania. Sem esse tratamento de choque, seria impossível avançar no nosso processo democrático, sustentam os que defendem a tese


Outros consideram que a superação já foi alcançada pela negociação política feita na transição da ditadura para a democracia, culminando com a Lei da Anistia e a eleição de Tancredo Neves para a presidência da República. O trabalho da Comissão da Verdade, nessa visão, seria o de contar a História daquele período para que não se repita. A maneira de chegar aos objetivos de cada grupo também difere. Se ainda é majoritário o grupo que prefere uma atuação mais discreta, que culminaria num relatório e na possibilidade de consulta de documentos pela internet, ganha força na Comissão a tendência a incluir nomes nesse relatório final, o que também provoca controvérsias. Há membros do grupo que consideram uma radicalização dispensável a inclusão de nomes, e alegam que das 40 comissões que já foram feitas no mundo sobre o assunto, nenhuma fez relatórios dando nomes aos torturadores ou aos que participaram direta ou indiretamente das ações criminosas da repressão militar.

No Chile, que fez duas comissões, a última fez uma lista de nomes que foi enterrada em uma caixa para ser aberta dentro de 50 anos. Há muitas dúvidas, por exemplo, sobre a participação de empresários ou médicos no financiamento e auxílio às torturas. Enquanto a ação de alguns pode ser comprovada através de testemunhas, outros poderiam ser acusados sem que tivessem tido condições de recusar a participação.  Há depoimentos de empresários que alegam terem sido forçados a colaborar financeiramente através de ameaças e chantagens. Há também diversos laudos assinados por legistas que, analisados por uma equipe de especialistas, foram considerados falsos ou com erros primários. A intenção dos médicos que assim agiram teria sido denunciar a farsa que estava sendo montada pelos militares.


Outra questão que está sendo debatida com muita intensidade dentro da Comissão da Verdade é a sua limitação diante da lei aprovada pelo Congresso. Grupos de pressão, que têm eco na Comissão, querem que ela abra processos contra os acusados de terem participado do esquema de torturas. Por outro lado, grupos de militares enviaram à Comissão relatos de ações terroristas contra alvos militares, exigindo que também esses sejam alvo da Comissão.

 
Como a lei brasileira que criou a Comissão da Verdade não permite nem uma coisa nem outra, as pressões vêm de vários lados, e expõem as diferenças de pensamento de seus membros. Essa visão diversificada, que deveria ser benéfica para o resultado final do trabalho, acaba impedindo que ele se desenvolva sem interferências ideológicas. 


Pessoalmente, considero estranha essa tentativa de se armar uma encenação teatral para envolver a opinião pública emocionalmente. Mais eficaz para o interesse do país será produzir um relatório minucioso denunciando como funcionava a máquina de repressão militar, definindo a responsabilidade de cada um e dando os seus nomes quando for possível a identificação acima de quaisquer dúvidas. Os eventuais processos não criminais têm que ficar por conta das vítimas e dos seus familiares. [por que também não é feito um relatório minucioso contando sobre o covarde e cruel assassinato so soldado Mario Kozel Filho?  - assassinato com autores devidamente identificados e realizado pela organização terrorista da qual a atual presidente da República era membro influente; por que não apresentar um relatório detalhado sobre a morte do tenente Mendes, assassinado a coronhadas, por porcos terroristas da organização do maldito desertor Carlos Lamarca? por que não narrar com detalhes o assassinato do capitão Chancler por porcos terroristas, assassinato que ocorreu na presença dos filhos menores da vítima? alguns dos autores foram devidamente identificados, pensionados, indenizados por tal crime; por que não incluir no relatório a morte do marinheiro inglês? autores devidamente identificados: por que não incluir a morte do major alemão, por ter sido confundido com o oficial que abateu o porco Che Guevara? tem mais porquês.]

Por: Merval Pereira  - Jornal O Globo

Salve o 31 de março! – A contra-revolução democrática

Porque a intervenção militar foi necessária. 
Por:  Alessandro Barreta Garcia 
Nada mais falso do que afirmar que a esquerda brasileira lutou por democracia. Nunca lutaram, e continuam não lutando. Vamos aos fatos. As características do comunismo mundial são muito claras, Brown (2012) as apresenta da seguinte forma, elas são; políticas, econômicas e hoje, especialmente ideológicas. Na política destacam-se o monopólio dos ministérios, polícia e forças armadas ou todas as instituições, a serem controladas pelo partido. Havendo também, o chamado centralismo, onde se discutia o que deveria ser feito e a partir dessa discussão chegava-se a uma conformidade, dessa, a disciplina e a sujeição às ordens por todo partido era uma condição inquestionável (principio do totalitarismo).

Na econômica desenvolvia-se uma oposição a economia de mercado, com exceções na agricultura e em algumas atividades econômicas. A grande predominância do mercado não agrícola era especificamente estatal, portanto uma economia de comando, ou seja, de cima para baixo, e não do mercado consumidor e fornecedor para a produção. A categoria ideológica era fundamental para alimentar o sonho comunista, sempre baseado na crença, inspiração e na motivação. Deste sonho utópico as desgraças iam ocorrendo, e o povo sempre com aquela velha convicção de que tudo um dia iria melhorar acreditava piamente neste nefasto regime. Tentando sempre justificar a realidade contraditória de paraíso, com um ideário ainda a ser completado, o objetivo nunca era efetivamente alcançado. O abandono destas convicções era irremediavelmente uma tragédia para a continuidade do sonho inalcançável do comunismo. Em síntese, uma consciência internacional alimentando ideologicamente o partido era fator indispensável para nutrir as massas ignorantes e úteis ao partido.
Na luta de classes ocorrida em toda a história, burguesia e proletariado sintetizam a luta em nosso tempo. Para por fim a burguesia, o proletário teria de pegar em armas, essas produzidas pelos próprios burgueses, e usá-las conta eles. Por meio da violência revolucionária, o proletariado é a antítese do burguês no qual é a tese.  Como síntese, o comunismo teria de ocorrer sem estado, classes, trabalho alienado e propriedade. Antes disso, se faz necessário a ditadura do proletariado.
Nesse sentido Paim (2005): Lenine lembra e enfatiza que Marx, reiteradamente, atribuiu à violência o papel de parteira da história, como escreve, citando Engels, "ela é a parteira de qualquer sociedade velha que transporta uma nova sociedade nas entranhas; ela é o instrumento em virtude do qual o movimento social domina e estilhaça as formas políticas petrificadas e mortas." (PAIM, 2005, p.65).
Para Bueno (2010), a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, mobilização em favor da democracia e da contra-revolução militar. A marcha para impedir o comunismo no Brasil foi impressionantemente maior que os movimentos sindicais. Uma mobilização de 500 mil pessoas. Todos pela contra-revolução democrática. No dia 2 de abril de 1964, 1 milhão de pessoas saldava o regime militar. Era “A marcha da vitória”.
Por que a intervenção militar foi necessária?
Segundo Gorender (2003) no inicio dos anos 60 as reformas de base esboçavam o prenúncio de uma pré-revolução da esquerda. Nessa época, precisamente em 1962, Amazonas, Grabois e Pomar articulam o que para eles seria o verdadeiro partido comunista, o PC do B (Partido Comunista do Brasil)Separando-se do PCB (Partido Comunista Brasileiro) anteriormente chamado de PCB (Partido Comunista do Brasil), o PC do B surgia como o verdadeiro partido dos proletariados. Sua tarefa seria impor imediatamente o anti-imperialismo, alinhando-se ao partido comunista da China, Grabois enaltecia Mao Tse-tung.

Para Rollemberg (2001):
 Cuba apoiou concretamente os brasileiros em três momentos diferentes. O primeiro, como disse, foi anterior ao golpe civil-militar. Nesse momento, o contato do governo cubano era com as Ligas Camponesas. Após a instauração do novo regime e, desarticulada as Ligas, o apoio cubano foi dado ao grupo liderado por Leonel Brizola, composto de outras lideranças dos movimentos sociais do período pré- 1964, tendo como base os sargentos e marinheiros expulsos das Forças Armadas. A partir de 1967, desmobilizadas as tentativas de implantação da guerrilha ligadas a este grupo, Carlos Marighella, presente na Conferência da OLAS, surgiu, para os cubanos, como o grande nome da revolução no Brasil. Daí até o início dos 1970, Cuba treinou guerrilheiros de organizações de vanguarda que seguram o caminho da luta armada, principalmente, da ALN, da VPR e do MR-8 (ROLLEMBERG, 2001, p. 19-20)[1].
Em busca de uma reforma agrária, em oposição à industrialização e predomínio do estado no curso do desenvolvimento econômico brasileiro, nos anos de 1955 já era possível observar o desenvolvimento das Ligas Camponesas.  Francisco Julião foi o idealizador da época. Dessa forma: “Seu lema era levar “justiça ao campo” através da reforma agrária, “na lei ou na marra”, o que implicava em invasões de propriedades rurais, criando um clima de terror em parte da elite brasileira(PRIORE e VENANCIO, 2010, p.273). Nesse clima de terror pelo qual antecedia a contra-revolução de 1964, o Brasil se encontrava com o perigo de uma revolução do proletariado, esta que certamente tomaria o caminho das revoluções típicas da mentalidade comunista internacional. O Brasil com os militares afastava-se do terror da URSS, China e Cuba, só para citar alguns.
Parabéns guerreiros. Uma singela homenagem àqueles que foram os verdadeiros guardiões de nossa democracia, bem como do estado de direito, este pelo qual gozamos por enquanto. Salve 31 de março de 1964, uma data de comemoração e de reflexão a caminho da eterna anulação do comunismo. O regime do ódio, das mortes e do terror.
REFERÊNCIAS
BROWN, A. Ascensão e queda do comunismo. Tradução de Bruno Casotti. – 2ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2012.
BUENO, E. Brasil: uma história: cinco séculos de um país em construção. São Paulo: Leya, 2010.
GORENDER, J. Combate nas trevas. A esquerda brasileira: das ilusões perdidas à luta armada. 5a edição. São Paulo, Ática, 1998.
PAIM, A. Avaliação do marxismo e descendência. Lisboa, 2005. http://www.institutodehumanidades.com.br/arquivos/avaliacao_do_marxismo%20_1_.pdf
PRIORE, M, VENANCIO, R. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2010.
ROLLEMBERG, D. O apoio de Cuba à luta armada no Brasil. Rio de Janeiro: Mauad, 2001.
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[1] ALN (refere-se à Ação Libertadora Nacional), VRP (Vanguarda Popular Revolucionária) e MR-8 (Movimento Revolucionário – 8 de Outubro).

sábado, 30 de março de 2013

Assassinato do Sargento Walder Xavier de Lima
Em 27/10/70, Getúlio de Oliveira Cabral (Gogó), Theodomiro Romeiro dos Santos (Marcos) e Paulo Pontes da Silva, do PCBR, “cobriam um ponto” na Avenida Vasco da Gama, em Salvador, quando, de um jipe, desceram quatro agentes que lhes deram voz de prisão. Getúlio conseguiu fugir, sendo perseguido por um dos agentes, trocando tiros.
Theodomiro e Paulo foram presos, sendo colocados no banco traseiro do jipe. O pulso direito de Theodomiro foi algemado ao pulso esquerdo de Paulo.


Theodomiro Romeiro dos Santos - assassino frio e covarde, se orgulha de não se arrepender de nada e fazer tudo novamente, se necessário

Na pressa de ajudar o outro agente, que se esquivava dos tiros de Getúlio, não revistaram a pasta de Theodomiro. Os três agentes subiram no veículo e conduziram-no, por uns 30 metros, em direção aos tiros, para auxiliar na captura de Getúlio.

Nesse intervalo, Theodomiro retirou um revólver .38 da pasta que portava e, com a mão esquerda, atirou pelas costas no agente que saía do jipe. Morria ali, traiçoeiramente assassinado, o sargento da Aeronáutica Walder Xavier de Lima, deixando viúva e dois filhos menores. Ato contínuo, Theodomiro deu mais dois disparos, ferindo o agente da Polícia Federal Amilton Nonato Borges, sendo posteriormente dominado.


Pelo crime Theodomiro foi condenado à morte, pena comutada para prisão perpétua e, posteriormente, para oito anos de prisão. Em 17 de agosto de1979, teve sua fuga da penitenciária da Bahia facilitada,ajudado pelo Padre Enzo e por Haroldo Lima, sendo encaminhado para a Nunciatura Apostólica, em Brasília, onde pediu asilo político e obteve salvo-conduto  e dinheiro para fugir para o exterior.

 
Depois de passar alguns anos em Paris, Theodomiro regressou ao Brasil, em setembro de 1985. Recebido como herói, declarou que iria filiar-se ao PT e que não se arrependia do ato que havia praticado. Theodomiro é juiz do Tribunal Regional do Trabalho, em Recife/PE, e foi presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho
(AMATRA VI).


A maldita meia verdade e o auxílio que Padre Enzo dava a porcos terroristas
O que mais revolta um verdadeiro democrata é a meia verdade. A meia verdade contém parte da verdade, assim, é difícil contestá-la. A omissão de dados é a principal ferramenta deste engôdo. 

Não duvido das boas intenções do Padre Renzo, ativista da equivocada Teologia da Libertação, tão equivocada que foi reprimida e extirpada da igreja, levando à evasão de teólogos cristãos materialistas (como se isto fosse possível) como Boff, Beto e outros. 


O  artigo cita, nominalmente, apenas um dos enclausurados apoiados por Renzo, um pobre garoto de 18 anos, chamado Theodomiro. Theodomiro era conduzido preso, sem qualquer possibilidade de fuga, mas, algemado, conseguiu tirar a arma de um dos seus condutores e pelas costas e friamente, assassinou-o. A sua fuga era inviável, havia outros agentes presentes, assim continuou preso. Seus condutores poderiam, com razão, tê-lo matado, mas não o fizeram. Este é o fato. [o que foi um erro: após cometer o bárbaro e covarde assassinato, a única opção digna que restava aos componentes da patrulha era o abate de Theodomiro - afinal, morto em combate, seria o motivo justo e comprovar tinha o fruto da traição do verme terrorista: o corpo do sargenteo, vítima da covardia de Theodomiro.
Aliás, emmeus quase sessenta anos, nunca vi um bandido morto matar um policial, matar um agente da lei. A mesma afirmação vale para os terroristas.]

Haroldo Lima não é apenas um ex-deputado como se identifica no artigo
; e sequer era estudante universitário ao criar a JUC e depois a AP, que, em 1971, transformou-se em Ação Popular Marxista Leninista. Desde o início a AP era um movimento revolucionário armado; ele era, pois, um terrorista. Está na Wickpédia, basta ir ao google.

 
E COMO ANDA TODA ESTA GENTE?
Haroldo Lima está vivo, vivíssimo aliás, por conta da sinecura da ANP que ajuda a enterrar a Petrobrás (desconfio, que, como Marighela, foi contra a campanha "O PETRÓLEO É NOSSO"). 


Theodomiro, juiz aposentado, quer mais que se esqueçam dele. [registre-se que Theodomiro não se furta a se pronunciar sobre o covarde assassinato (hoje um pouco esquecido) e que sempre fez questão de deixar bem claro que não se arrepende de nada e, se necessário, faria tudo de novo.

Aliás, aquele traste quer ser anistiado e, provavelmente, foi.
Saber mais, inclusive com fotos, clique aqui e veja a matéria: Theodomiro, o  frio e covarde assassino que hoje quer ser indenizado e pensionado]. 
 
O Padre Renzo morreu agora, de morte natural.  O agente assassinado era um sargento da Aeronáutica cuja viúva deve ter lutado muito para educar os filhos com o miserável salário com que o governo contempla as Forças Armadas. Talvez a Comissão da Verdade devesse ouví-la para esclarecer o tamanho da sua dor e das dificuldades por que passou. 


E ainda exigem que os milicos se calem neste 31 de março. Pelo amor de Deus, nos deixem chorar os nosso pobres mortos! Em todos os aspectos, pobres! 



Por: General de Divisão Reformado Roberto Maciel - A Verdade Sufocada

 

Emprego doméstico ou desemprego doméstico? Dilma usa chapéu alheio - dos patrões - para fazer média com empregadas domésticas

A bomba-relógio no trabalho doméstico


A PEC aprovada no Congresso corrige injustiça histórica, mas equipara cidadãos a corporações ao onerar o empregador. 

É preciso reduzir os encargos para não ampliar a informalidade e provocar demissões

Foi uma semana rara no Senado. Por unanimidade, na terça-feira 26, os senadores aprovaram, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição que amplia os direitos dos empregados domésticos. A chamada PEC das Domésticas concedeu a esses trabalhadores os mesmos benefícios devidos aos demais desde a Constituição de 1988. A partir da próxima semana, quando as novas regras entram em vigor, todo patrão terá de pagar hora extra e respeitar o limite de jornada de trabalho semanal de 44 horas. Embora o objetivo da medida seja louvável eliminar uma injustiça histórica, resquício do nosso vergonhoso passado escravagista –, os parlamentares, na prática, equipararam os patrões a corporações. A classe média, já acuada com gastos com mensalidade escolar, plano de saúde e segurança, passou a semana fazendo contas. Os custos de manter um funcionário vão subir muito, de 21% a 60%, segundo cálculos de especialistas ouvidos por ISTOÉ, e vão pesar, sobretudo, para quem precisa de babá ou de cuidador de idosos. As consequências são muitas. A delicada relação entre empregador e empregado, construída com grande dose de informalidade, passará por um teste de fogo diante da exigência de uma profissionalização repentina, como a necessidade de controlar o ponto ou a previsão de pagamentos como seguro contra acidente de trabalho, por exemplo. A médio e longo prazos, o País passará por uma profunda revolução em sua sociedade.

De imediato, a PEC deve ter um efeito perverso justamente sobre o grupo que pretende beneficiar. Com o aumento dos custos, a informalidade tende a crescer e os patrões podem resolver abrir mão desse trabalhador. As agências já detectaram um interesse súbito por diaristas. Uma pesquisa recente feita pela ONG Doméstica Legal com 2.855 empregadores mostrou que, com a aprovação da PEC, 85% deles estavam dispostos a demitir funcionários. Extrapolando para o País, seriam 815 mil demissões, ou 12,2% do total de 6,7 milhões de domésticos em atividade hoje no Brasil. As estimativas do impacto da PEC na formalização do emprego no setor também não são animadoras. Segundo cálculos do presidente da ONG, Mário Avelino, a informalidade, que hoje está em torno de 70%, deve chegar a 82%. Para trabalhar fora, muitas domésticas também contratam, informalmente, babás para tomar conta de seus filhos. Dificilmente eles poderão arcar com as despesas previstas na lei.

A questão não é se os domésticos devem ou não ter direitos trabalhistas, mas a forma com que isso está sendo feito. “A emenda exige do assalariado o que só se exige de uma empresa”, afirma Arnaldo José Mazzei, professor de sociologia do trabalho da Faculdade de Administração da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Por isso, é preciso que o Estado divida com o empregador de classe média, que não é uma empresa geradora de lucro, parte dos custos de incluir esses profissionais no sistema de proteção social. O poder público tem de promover compensações em favor da pessoa física, desonerar o cidadão empregador. Uma proposta é reduzir a contribuição patronal do INSS. 

Também é necessário desburocratizar o recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que era opcional e passa a ser obrigatório. Hoje, quem quer registrar um funcionário encara uma via-crúcis e é obrigado a adquirir um certificado digital no valor de R$ 110. Além disso, quando a legislação muda para as companhias, é comum que elas tenham meses para se adaptar. No caso da PEC, que afeta apenas pessoas, o prazo praticamente inexiste. Uma semana separa a aprovação da entrada em vigor da lei, embora vários direitos, como o próprio FGTS, ainda precisem ser regulamentados. Alguns, porém, como o auxílio-creche, chegam a ser esdrúxulos. Hoje, esse benefício é devido apenas por empresas que têm mais de 30 funcionárias com idade superior a 16 anos. Como a regulamentação irá adaptar essa regra à realidade de uma casa onde há apenas uma empregada?

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Cenas ridiculas, nojentas, repugnantes, mostram porque Marco Feliciano em 2014 será eleito com mais de um milhão de votos

Marco Feliciano, o homem que desafia o País

Apesar do clamor nacional pela renúncia do presidente da Comissão de Direitos Humanos, o pastor-deputado e seu partido, o PSC, ainda resistem, movidos pelo oportunismo político. Para desistir, agora eles querem cargos no governo

Em uma pequena igreja do subúrbio, o pastor evangélico William Seymor promove conversões em massa, iniciando o fenômeno que passaria a ser conhecido como avivamento. Belém do Pará, 1910. Desembarcam no País os pastores suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg com a missão de fundar a Assembleia de Deus, entidade que se tornaria a maior denominação evangélica do Brasil. Um século depois, em 2010, o engraxate Marco Feliciano aluga uma sala comercial e registra em cartório sua própria igreja: a “Assembleia de Deus – Catedral do Avivamento”. 

Desde então, por meio dela, além de explorar economicamente a fé alheia, professa o racismo, a homofobia e o machismo. Em suas pregações, sejam elas no púlpito, sejam no Parlamento ou nas redes sociais, Feliciano tenta impor o atraso a uma sociedade em inequívoca evolução, na qual as vozes da intolerância são sufocadas cada vez mais pelas dos defensores da igualdade entre os homens, independentemente de cor, raça, gênero, credo e opção sexual. [lembramos aos desavisados que a religião defende valores eternos, portanto, perenes o que torna inaceitável que se modernize os preceitos religiosos para 'facilitar a tal sociedade em inequívoca revolução social'  - o pessoa dessa inequívoca revolução social que se contenham e tenham em conta os valores religiocos que, repetimos, são eternos.] Para piorar, o pastor-deputado, sem o menor constrangimento, em nome de ideias ultrapassadas com claro viés autoritário e de conotação desagregadora, profana a memória dos líderes religiosos que ele mesmo escolheu como patronos. Ao tachar um negro de pessoa “amaldiçoada por Noé”, Feliciano desrespeita a todos, incita o ódio e ainda omite de seus fiéis e eleitores que o pastor Seymor, prócer do avivamento, era afrodescendente e já naquela época defendia a liderança feminina nas igrejas. Ele também esconde debaixo do tapete do preconceito e da intolerância que a Suécia, de Vingren e Berg, mesmo sendo o berço do calvinismo protestante, não vacilou ao reconhecer no início do século XXI o casamento homossexual e a adoção por casais gays.[a Suécia é sabido desde muito tempo que sempre se destacou - destaque negativo, enfatize-se - nos aspectos do desrespeito as leis de Deus, à Moral e aos Bons Costumes.]

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Por trás da manutenção de Feliciano também há o velho e surrado oportunismo político orientado por uma lógica eleitoral. Inegavelmente, o PSC – legenda de pequeno porte composta por apenas 16 deputados – foi alçado à ribalta política a partir da superexposição do pastor-deputado. Os louros, seus dirigentes pretendem colher nas eleições de 2014. Membro da bancada evangélica e comentarista político da Rádio Melodia FM, no Rio de Janeiro, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) vaticina: “Ele não renunciará.”  [da mesma forma que o excesso de votos do Chico Alencar serviu para eleger Jean Wyllys - projeto mais importante: regulamentação da profissão de prostituta e prostituto = 'puta' e 'michê' - os milhares e milhares de votos que sobrarão em 2014 dos necessários para Feliciano se eleger, serão utilizados para eleger mais deputados prontos a tornar o parlamento brasileiro uma casa séria, um local de onde brotarão leis que defenderão a FAMÍLIA, os BONS COSTUMES, a MORAL, a TRADIÇÃO, e o respeito à PROPRIEDADE.]

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O peemedebista, profundo conhecedor dos meandros da política, explica: manter o pastor significa dividendos políticos. “Se ele renunciar, não se reelege nunca mais. Se ficar, se reelege com 1 milhão de votos sem sair de casa”, sustenta Cunha. Antes mesmo das eleições, no entanto, o PSC já pensa em faturar politicamente. Na última semana, ao se despedir da bancada, o vice-presidente da legenda, pastor Everaldo Pereira, disse sorridente: “Acho que agora vão nos convidar para o banquete!”. Everaldo passou a reunião explicando que “nunca antes o PSC tivera tamanha visibilidade” e que agora o governo sabia da sua existência e importância. O banquete a que se referiu nada mais é do que a divisão de cargos no governo. O pequeno partido compõe a base da presidenta Dilma Rousseff, mas até agora não teve direito de indicar ministros ou funcionários de primeiro e segundo escalões. Agora, sente-se no direito de pleitear espaço no consórcio governista.



Só a cena ridícula desses dois gays se beijando já mostra porque Feliciano não deve renunciar e deve permanecer na CDH contra tudos e contra todas

BEIJAÇO E MANIFESTAÇÃO NO RIO
Ato contra Feliciano reuniu artistas na sede da ABI. Em protesto contra o preconceito,
a atriz Fernanda Montenegro beijou a colega Camila Amado diante das câmeras
Outra cena ridicula que convalida o afirmado na legenda anterior

Fonte: Revista IstoÉ 

 

Até os argentinos conseguem corromper o governo petista

O feirão da Petrobras

Documentos da estatal revelam os bastidores da venda de patrimônio no exterior – como a sociedade secreta na Argentina com um amigo da presidente Cristina Kirchner

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Na quarta-feira, dia 27 de março, o executivo Carlos Fabián, do grupo argentino Indalo, esteve no 22o andar da sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, para fechar o negócio de sua vida. É lá que funciona a Gerência de Novos Negócios da Petrobras, a unidade que promove o maior feirão da história da estatal – e talvez do país. Sem dinheiro em caixa, a Petrobras resolveu vender grande parte de seu patrimônio no exterior, que inclui de tudo: refinarias, poços de petróleo, equipamentos, participações em empresas, postos de combustível. Com o feirão, chamado no jargão da empresa de “plano de desinvestimentos”, a Petrobras espera arrecadar cerca de US$ 10 bilhões. De tão estratégica, a Gerência de Novos Negócios reporta-se diretamente à presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster.
 
Ela acompanha detidamente cada oferta do feirão. Nenhuma causou tanta polêmica dentro da Petrobras quanto a que o executivo Fabián viria a fechar em sua visita sigilosa ao Rio: a venda de metade do que a estatal tem na Petrobras Argentina, a Pesa. ÉPOCA teve acesso, com exclusividade, ao acordo confidencial fechado entre as duas partes, há um mês. Nele, prevê-se que a Indalo pagará US$ 900 milhões por 50% das ações que a Petrobras detém na Pesa. Apesar do nome, a Petrobras não é a única dona da Pesa: 33% das ações dela são públicas, negociadas nas Bolsas de Buenos Aires e de Nova York. 
 
A Indalo se tornará dona de 33% da Pesa, será sócia da Petrobras no negócio e, segundo o acordo, ainda comprará, por US$ 238 milhões, todas as refinarias, distribuidoras e unidades de petroquímica operadas pela estatal brasileira – em resumo, tudo o que a Petrobras tem de mais valioso na Argentina.
 
 EMPRESÁRIO “K”
Cristóbal López (sorrindo, à esq.), num cassino com os Kirchners (Cristina de vermelho, Néstor de gravata lilás). Amizade com o poder (Foto: Juan Cruz Sanz )
 
O negócio provocou rebuliço dentro da Petrobras por três motivos: o valor e o momento da venda, a identidade do novo sócio e, sobretudo, o tortuoso modo como ele entrou na jogada. Não se trata de uma preocupação irrelevante – a Petrobras investiu muito na Argentina nos últimos dez anos. Metade do petróleo produzido pela Petrobras no exterior vem de lá. Em 2002, a estatal brasileira gastou US$ 1,1 bilhão e assumiu uma dívida estimada em US$ 2 bilhões, para comprar 58% da Perez Companc, então a maior empresa privada de petróleo da Argentina, que já tinha ações negociadas na Bolsa. 
 
Após sucessivos investimentos, a Perez Companc passou a se chamar Pesa, e a Petrobras tornou-se dona de 67% da empresa. Nos anos seguintes, a Petrobras continuou investindo maciçamente na Pesa: ao menos US$ 2,1 bilhões até 2009. Valeu a pena. A Pesa atua na exploração, no refino, na distribuição de petróleo e gás e também na área petroquímica. Tem refinarias, gasodutos, centenas de postos de combustível. Em maio de 2011, a Argentina anunciou ter descoberto a terceira maior reserva mundial de xisto – fonte de energia em forma de óleo e gás –, estimada em 23 bilhões de barris, equivalentes à metade do petróleo do pré-sal brasileiro. [com um detalhe extremamente valioso: a extração do xisto é dezenas de vezes mais fácil, mais barata, do que a extração do petróleo que dizem existir no pré-sal brasileiro - para o pré-sal ainda não existe tecnologia que permita a extração sem prejuízo a profundidades em torno de 6.000m.] A Pesa tem 17% das áreas na Argentina onde se identificou esse produto. No ano passado, por fim, a Pesa adquiriu uma petroleira argentina, a Entre Lomos, que proporcionou um aumento em sua produção.
 
Detalhe curioso: Petrobras vende na baixa o que comprou na alta 
Apesar dos investimentos da Petrobras, quando a economia da Argentina entrou em declínio, há cerca de dois anos, as ações da Pesa desvalorizaram. As desastrosas políticas intervencionistas da presidente Cristina Kirchner contribuíram para a perda de valor da Pesa. De 2011 para cá, as ações da empresa caíram mais de 60%. É por isso que técnicos da Petrobras envolvidos na operação questionam se agora é o melhor momento para fazer negócio por mais que a Petrobras precise de dinheiro. Seria mais inteligente, dizem os técnicos, esperar que a Pesa recupere valor no mercado. Reservadamente, por medo de sofrer represálias, eles também afirmam que os bens da Petrobras na Argentina as distribuidoras, refinarias e unidades de petroquímica que constituem a parte física do negócio – valem, ao menos, US$ 400 milhões. Um valor bem maior, portanto, que os US$ 238 milhões acordados com a Indalo. “Se o governo não intervier tanto, a Pesa pode valer muito mais”, diz um dos técnicos. A Petrobras, até dezembro do ano passado, tinha um discurso semelhante. Na última carta aos acionistas, a Pesa diz: “Estamos otimistas em relação ao futuro da Petrobras Argentina. E agora renovamos o compromisso de consolidar uma companhia lucrativa, competitiva e sustentável, comprometida com os interesses do país (Argentina)...”. Em outro trecho da carta, informa-se que os resultados do ano passado foram “encorajadores” e permitiram, como nos cinco anos anteriores, a distribuição de dividendos milionários aos acionistas.
 
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O maior problema do negócio da Petrobras com o “czar do jogo”, e com todas as operações do feirão, é a falta de transparência. Como demonstra o caso da Argentina, não há critérios claros para a escolha das empresas que farão negócio com a Petrobras. Esse modelo sigiloso e sem controle resultou em calamidades, como a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. Em 2004, a Astra Trading pagou US$ 42 milhões pela refinaria. Meses depois, a Petrobras pagou US$ 360 milhões por metade do negócio. Tempos depois, um desentendimento entre as sócias levou a questão à Justiça. A Petrobras perdeu e foi condenada a comprar não só a parte da sócia, como a pagar multa, juros e indenização. Em junho, a Petrobras anunciou que pagaria mais US$ 820 milhões. 

 
ERRO
Refinaria de Pasadena. Os técnicos da Petrobras aconselharam a fazer acordo. Foram ignorados (Foto: Dave Fehling/Stateimpact Texas)

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A ausência de critério, segundo executivos da Petrobras, aparece também na parte mais valiosa do feirão: as operações da estatal na África. Cálculos do mercado e da Petrobras estimam o patrimônio no continente num patamar entre US$ 5 bilhões e US$ 8 bilhões. A Petrobras produz e explora petróleo em Angola, Benin, Gabão, Líbia, Namíbia, Nigéria e Tanzânia. De 2003 a 2010, investiu cerca de US$ 4 bilhões na África. ÉPOCA teve acesso a documentos internos da Petrobras que apresentam um diagnóstico sobre os negócios na África que devem ser vendidos, incluindo mapas com a localização dos poços e informações sobre seu potencial produtivo. O material mostra muitas possibilidades de lucro. A maior fatia de investimento está na Nigéria, responsável por 23% da produção atual de toda a área internacional da companhia – uma média equivalente a 55 mil barris de óleo por dia. São três poços na Nigéria: Agbami, Akpo e Engina. Os documentos da Petrobras mostram que os três poços têm “reservas provadas” de 150 milhões de barris de petróleo.

Para quem a Petrobras planeja vender tamanho tesouro? A estatal, de novo, não explica os critérios. Até agora, a única negociação avançada é com o grupo BTG, do banqueiro André Esteves. Por meio do investidor Hamylton Padilha, uma das mais poderosas influências na Petrobras, Esteves, segundo executivos da estatal envolvidos com a transação, negocia a compra de parte das operações na Nigéria. Questionado por ÉPOCA, Padilha afirmou ter se reunido com representantes do banco para avaliar investimentos na Petrobras. “Conversei com o pessoal (BTG) sobre esse assunto (venda de ativos da Petrobras). A Petrobras convidou diversas empresas estrangeiras para poder fazer ofertas no Golfo do México, África e até na América Latina. Sei que na área de petróleo eles (BTG) estão olhando. Têm participação em duas empresas ligadas ao setor: Bravante e Sete Brasil”, disse. “Não trabalho para o BTG. Sou investidor. Investi algum dinheiro na Sete Brasil (ligada à construção de plataformas de petróleo).” Indagado sobre quem é a pessoa mais indicada para falar, pelo BTG, sobre investimentos na Petrobras, sobretudo na África, Padilha disse: “A pessoa que trata desse assunto diretamente é o André Esteves”. O BTG disse que não se manifestaria.  
 
Fonte: Revista ÉPOCA  
 

 

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