Visitantes desde 1º junho 2013

Free counters!

IMPOSTÔMETRO

sexta-feira, 29 de março de 2013

Ministério da Defesa e Comissão Nacional da Verdade fogem do debate com militares em ato comemorativo dos 49 anos da Contrarrevolução de 31 de março de 1964

Militares criticam Comissão da Verdade em ato comemorativo ao golpe militar

Ele reclamam da decisão de só investigar crimes cometidos por agentes do Estado

Os presidentes dos Clubes Militar, Naval e da Aeronáutica divulgaram nota nesta quinta-feira em ato comemorativo ao golpe militar com ataques à Comissão Nacional da Verdade. No texto, assinado pelo almirante Ricardo Antonio Veiga Cabral, pelo general Renato Cesar Tibau da Costa e pelo tenente-brigadeiro-do-ar Ivan Moacyr da Frota, eles criticam a resolução da comissão de investigar apenas os crimes cometidos por agentes do Estado.

E que não venham agora os democratas arrivistas, arautos da mentira, pretender dar lições de democracia”, escreveram os militares reformados. “Ao arrepio do que consta da Lei que criou a chamada Comissão da Verdade”, os titulares designados para compô-la, por meio de uma resolução administrativa interna, alteraram a Lei em questão limitando sua atividade à investigação apenas dos atos cometidos por agentes do estado”, criticaram.

Procurado, o almirante Veiga Cabral disse que não será realizado nenhum ato no domingo, dia 31 devido aos problemas ocorridos no ano passado, quando manifestantes entraram em confronto com militares reformados em frente ao Clube Militar, no Rio. — Este ano, o ministro proibiu qualquer manifestação das Forças, mas os clubes não são subordinados e podem se pronunciar. Então, nós resolvemos publicar essa nota por uma questão de justiça com essa Comissão da Verdade que só está chamando casos de um lado — disse Cabral.

De acordo com ele, os comandantes das Forças Militares não participaram da produção da nota. — Eles são militares, não são políticos. Apenas foram proibidos e obedecem hierarquicamente ao Ministério da Defesa.

A Comissão Nacional da Verdade afirmou que não iria comentar as declarações feitas pelos militares reformados. Até o momento, o Ministério da Defesa não se pronunciou sobre o assunto.

Fonte: O Globo

[o que o MD e a CNV teriam a responder? Nada
Apesar de revanchistas a turma da CNV sabe que está contrariando a Lei que a criou quando investiga apenas um do dos lados;
já o MD se acovarda por absoluta falta de argumentos que inclusive motivaram ao covarde ato de proibir manifestações de militares.
Salve o 31 de março!]

Nenhum comentário:

Pesquisa personalizada