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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Maduro começa a agir como verdadeiro ditador e preposto dos irmãos Castro

Venezuela começa a conhecer o terror Castro-comunista
A Venezuela está começando a conhecer o que é o terrorismo Castro-comunista desde a segunda-feira passada (15), quando Henrique Capriles anunciou que NÃO aceitaria o resultado apresentado pelo CNE por ter mais de 3.200 provas da mais desavergonhada fraude que aquele país já tenha visto, deu entrada numa petição para que se realizasse uma auditoria e propôs um panelaço em todo o país. O que se viu desde então foi a mais brutal e desumana perseguição e violência promovida pela Guarda Nacional, a mando do próprio usurpador Nicolás Maduro.
Assim ficou o corpo deste rapaz, agredido por ordens do ditador Maduro



Tenho lido as “opiniões” da mídia escrita e tevisada de que, com a morte de Chávez o chavismo morreu junto com ele. Discordo frontalmente desta bobagem uma vez que o “chavismo” nunca foi uma ideologia ou um fim em si mesmo, mas a máscara que os ditadores Castro encontraram para dar curso ao seu projeto de implantação do comunismo no continente. E Chávez lhes caiu como uma luva - malgrado não fosse o “ungido” -, pois tinha vencido as eleições de 1998 com um apoio extraordinário, sofria de um narcisismo patológico e iria manejar uma fortuna incalculável com o dinheiro do petróleo, vital para a sobrevivência de Cuba. A aceitação de Chávez foi por puro oportunismo.

Tendo compreendido isto, os Castro deram asas à imaginação de Chávez, inflaram seu já gigantesco Ego e foram cercando-o como se faz para caçar porcos selvagens. Por sua vez, Chávez, que não via nada além dele mesmo, acreditou que era o novo messias, a re-encarnação de Simón Bolívar e cedeu ao canto de sereia de Fidel Castro. Isto não quer dizer que ele, Chávez, fosse ingênuo mas estava cego pela vaidade e bajulações, e acabou entregando o país inteiro aos velhos abutres cubanos. 

Enquanto isso, Nicolás Maduro, o verdadeiro “ungido” de Havana desde a década dos 80, aguardava tão paciente quanto Jacó, servindo a Chávez (Labão) enquanto sonhava com Raquel (a Venezuela). Com a morte de Chávez anunciada oficialmente, Maduro e seus mentores cubanos apressaram-se e fraudaram todas as etapas para a escolha de um novo presidente. Só que ele não contava que desta vez Capriles não iria trair seus eleitores como fez em 7 de outubro do ano passado e iria reagir. No discurso que proferiu logo após Tibisay Lucena anunciar sua vitória, Maduro disse que o CNE “deveria realizar uma auditoria” para “calar a boca da oposição” que reclamava de fraude. No dia seguinte, entretanto, ele foi juramentado, negou que queria uma auditoria e seu comportamento de ditador, treinado em Cuba, começou a se revelar. 

No caso dos robôs israelenses o critério é fácil: se o suspeito usar turbante, o comando deve ser atirar para matar



ONU questiona uso de 'robôs assassinos' em guerras
A Organização das Nações Unidas (ONU) está preocupada com o desenvolvimento dos robôs LARs (Robôs Autônomos Letais, na sigla em inglês. Pode um robô fazer a distinção entre alvos militares e civis? Entre soldados lutando e os que querem se render?

Quem será responsabilizado por erros, já que robôs não podem ser julgados por crimes de guerra?

Essas são algumas das questões que estão sendo levantadas pela organização, que propõe uma moratória no desenvolvimento desse tipo de armamentos, uma nova geração de máquinas que atacam de forma independente, com autonomia de decisão - ao contrário dos 'drones', por exemplo, os aviões não tripulados usados pelos EUA nos Afeganistão, que respondem a comando humano) .
drones, 
Segundo Christof Heyns, relator especial da ONU para execuções extrajudiciais, essa suspensão permitiria um envolvimento internacional significativo no debate sobre a ética do uso dos Robôs Autônomos Letais em conflitos armados.  Acredita-se que Estados Unidos, Grã-Bretanha e Israel estejam desenvolvendo esse tipo de robô, no entanto, esses países não mostraram interesse em se comprometer com a moratória proposta pela ONU.

Fonte: UOL/Notícias

Justiça Militar custa muito caro segundo TCU – a tendência é a extinção



Justiça Militar na mira do TCU e do CNJ
Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) revela que o Superior Tribunal Militar, menor corte superior do país, é o órgão do Judiciário com maior número de servidores ativos, aposentados e pensionistas remunerados acima do teto constitucional, que é o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Qualquer medida que for adotada contra a Justiça Militar da União é consequencia única e exclusiva da omissão – por leniência, comodismo, ou mesmo por ... . – dos ministros que integram o Superior Tribunal Militar.
Por muitos anos, a Constituição Federal determinou que o Conselho Nacional de Justiça teria em sua composição  um representante da Justiça Militar. Só que em nenhum momento o STM teve coragem de exigir a vaga que a Carta Magna lhe assegurava.

RESULTADO: os revanchistas simplesmente fizeram uma emenda ao texto constitucional e eliminaram a vaga do STM – e o excelso pretório castrense aceitou, silenciosamente.]  

O TCU identificou ao menos 20 casos, cujos pagamentos somam R$ 3,8 milhões. O Congresso Nacional concentra nove em cada dez funcionários públicos que ganham salário acima do teto.
 [o que facilita para os inimigos da Justiça Militar - em  sua maior parte ratos terroristas - é a inércia daquela Justiça especializada em se defender.
A Justiça Militar é caluniada e aceita silenciosamente os golpes - é sabido que os integrantes das Forças Armadas, na ativa, não podem se manifestar - e quando o fazem estão sujeitos a uma série de restrições que podem gerar até punições.
Mas,no exercício da função de ministro do Superior Tribunal Militar, os oficiais generais das três armas que ali estão, bem como os cinco ministros civis, PODEM e DEVEM responder com firmeza as críticas que lhe são dirigidas - são membros do Poder Judiciário defendendo um tribunal superior agredido de forma injusta e sem fundamento.
Fica sempre uma dúvida: por que o STM não faz uma campanha, um 'lobby', buscando ser a instância final para os delitos militares e assim passaria a julgar em grau de recurso as apelações provenientes dos estados que hoje possuem, via tribunais de justiça estaduais, a condição de última instância para crimes militares cometidos por integrantes das Forças Auxiliares.
Quando a sentença sobre um crime envolvendo PM ou BM não se esgota no TJ do estado, é encaminhada para o STJ, quando a instância final para tais crimes deveria ser o Superior Tribunal Militar.]

Os dados estão citados em reportagem de Fábio Fabrini, do jornal O Estado de S. Paulo“,  na edição desta sexta-feira (31/5). Devem reforçar as discussões no Conselho Nacional de Justiça, que anunciou em abril a criação de um grupo de trabalho para estudar a possibilidade de propor ao Poder Legislativo a extinção da Justiça Militar. “Os números são escandalosos. São indicativo de um verdadeiro descalabro financeiro”, afirmou o ministro Joaquim Barbosa, na sessão de 2 de abril último.

A proposta de avaliar a viabilidade da Justiça Militar foi apresentada na ocasião pelo conselheiro Bruno Dantas e complementada pelo conselheiro Wellington Saraiva, durante julgamento de processo administrativo contra dois juízes do Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais. Com sete desembargadores e seis juízes, o TJM-MG consome R$ 30 milhões por ano de recursos públicos, para julgar pouco mais de 300 processos.

De acordo com Bruno Dantas, “a situação escandalosa” se repete no tribunal militar de São Paulo, que consome R$ 40 milhões, e no do Rio Grande do Sul, que gasta em torno de R$ 30 milhões para julgar poucos processos.  O Superior Tribunal Militar consome R$ 322 milhões com 15 ministros, 962 servidores e julga em torno de 600 processos por ano. Segundo Bruno Dantas, o gasto do STM corresponde a um terço do orçamento do Superior Tribunal de Justiça.

Fonte: Folha de São Paulo

A pergunta da menininha

Um pouco de humor

Uma menininha perguntou para sua mãe: “Como é que surgiu a raça humana?”
A mãe respondeu: “Deus fez Adão e Eva; eles tiveram filhos e assim surgiu toda a humanidade”.

Alguns dias depois, a menininha fez para seu pai a mesma pergunta. O pai respondeu: “Muitos anos atrás havia macacos, e nós evoluimos deles”.

A menina confusa volta para sua mãe e diz: “Mamãe, como é possível que você me tenha dito que a raça humana foi criada por Deus, e papai diz que nós evoluímos dos macacos?”

A mãe responde: “Olha, querida, é muito simples. Eu disse para você sobre a origem do meu lado da família, e seu pai disse para você sobre o lado dele”.

Recurso à OEA contra mensalão é enganar o povo, diz Joaquim Barbosa

Lula tenta emplacar petista pró-mensaleiros na Comissão Interamericana de Direitos Humanos
Ex-ministro Paulo Vannuchi (PT) tenta ser eleger em órgão que vai analisar recurso de correligionários condenados pelo Supremo Tribunal Federal
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva trabalha para instalar, com suporte do governo federal, um assecla na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Paulo de Tarso Vannuchi foi titular da Secretaria de Direitos Humanos durante a gestão de Lula. Ele acredita que o julgamento do mensalão "foi um erro histórico" do Supremo Tribunal Federal (STF) - e esse não é o único tema em que está em desacordo com a Justiça brasileira.

Logo após a divulgação da sentença condenando os mensaleiros, Vannuchi saiu em defesa dos colegas de partido que operaram o maior esquema de corrupção da história do país. "José Dirceu e José Genoino foram condenados sem provas num julgamento contaminado. Isso vai entrar para a galeria de erros históricos do Supremo, ao lado da expulsão de Olga Benário", disse.

Atual diretor do Instituto Lula, Vannuchi alardeia a tese que as condenações foram "políticas" e só ocorreram por "pressão da mídia", ainda que o caso tenha provocado repercussão favorável até no exterior, como um divisor de águas para a Justiça brasileira ante a impunidade de políticos. Vannuchi tenta explicar sua tese capenga: "O Supremo é formado por pessoas humanas e as pessoas humanas erram".

Anistia Ex-preso político, Vannuchi trabalhou pela criação da Comissão Nacional da Verdade, cujos integrantes agora exigem punição a agentes de repressão política por torturas praticadas durante a ditadura militar. Embora o STF considere que os torturadores foram anistiados, Vannuchi defende uma sanção na esfera cível. Ele resolveu criticar a Suprema Corte brasileira novamente na terça-feira, uma semana antes da eleição para as três vagas abertas na CIDH, no próximo dia 6 de junho. "A interpretação de que a lei de 1979 protege o torturador de qualquer investigação constitui um equívoco cometido por ampla maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal. O que se deve fazer é oferecer ao Supremo todas as chances para ele rever sua decisão. E vai rever, em um ou em vinte anos", disse Vannuchi. "Para mim, é inegociável que haja punição e dispensável que haja prisão."

Candidatura - Paulo Vannuchi foi confirmado pelo Itamaraty como o candidato brasileiro às eleições da CIDH. A tarefa da comissão é fazer a triagem das petições enviadas ao órgão jurídico da OEA ao qual está vinculada. Ela recebe denúncias de violação de direitos humanos e decide se as leva ou não ao crivo dos juízes da Corte Interamericana de Direitos Humanos. É para lá que mensaleiros como o ex-ministro José Dirceu e os deputados João Paulo Cunha e Valdemar Costa Neto cogitam apelar caso o STF negue os recursos apresentados para reverter suas condenações.

Se ganhasse a cadeira na CIDH, Vannuchi não participará das reuniões sobre eventuais recursos que os mensaleiros apresentarem à comissão. O regulamento do órgão veta a participação de integrantes em casos ocorridos no seu país de origem e também naqueles em que tenham atuado em alguma decisão anterior como conselheiro ou representante dos interessados no recurso. Mesmo que Vannuchi eventualmente não se declarasse impedido, algum outro membro da comissão poderia requerer o afastamento do petista.

A Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) elegerá, em reunião na Guatemala dia 6 de junho, três dos sete membros que compõem a CIDH. Seis candidatos foram indicados pelos governos dos países da OEA. Além de Vannuchi, concorrem Erick Roberts Garcés (Equador), James L. Cavallaro (Estados Unidos), Javier de Belaúnde López de Romana (Peru), José de Jesús Ororzco Henríquez (México) e Rodrigo Escobar Gil (Colômbia) - os dois últimos pela reeleição. Historicamente, integrantes no primeiro mandato costumam ser reeleitos, o que deixaria em jogo apenas uma vaga.

Advogados, como o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, admitiram recorrer à Organização dos Estados Americanos para garantir que réus que não detêm foro privilegiado sejam julgados em mais de uma instância

A intenção de advogados de defesa dos réus do mensalão de recorrer às cortes internacionais contra as sucessivas condenações impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão é uma estratégia para enganar a opinião pública. A análise foi feita nesta terça-feira pelo ministro Joaquim Barbosa, relator do processo.  “É enganar o público leigo e ganhar dinheiro às custas de quem não tem informação”, disse o magistrado, após a sessão plenária que selou o destino da trinca petista formada por José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares.

O magistrado, que há mais de sete anos estuda a fio as cerca de 50.000 páginas da ação penal do mensalão, criticou o argumento-base da defesa dos mensaleiros: de que o julgamento não permite o duplo grau de jurisdição. Advogados como o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos admitiram recorrer à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) para garantir que réus que não detêm foro privilegiado possam ter a oportunidade de serem julgados em mais de uma instância.
Historicamente, o foro privilegiado, que prevê que parlamentares e ministros de estado, por exemplo, sejam julgados diretamente na suprema corte, foi tratado como regalia, uma benesse àqueles que estão no poder. Quando a regra se reverte para um lado considerado desfavorável, como no caso do mensalão, o direito à prerrogativa de foro foi colocado pelos defensores como uma espécie de perseguição política.

A tese da vitimização foi levada a cabo na noite desta terça-feira, por exemplo, pelo réu número um do mensalão, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. “O estado de direito democrático e os princípios constitucionais não aceitam um juízo político e de exceção”, disse em seu blog, após ter sido condenado por corrupção ativa. Na acusação do Ministério Público, Dirceu é apontado como o “chefe da quadrilha do mensalão”.

O apuro técnico e a transparência do julgamento do mensalão, iniciado no dia 2 de agosto, foram relembradas nesta terça pelo ministro Joaquim Barbosa, que ironizou as propostas de se questionar o trabalho do STF junto às cortes internacionais. “Pergunte aos advogados se já leram a Constituição brasileira. Pergunte a eles se o Brasil é um país soberano o suficiente para tomar suas decisões de maneira soberana”, criticou o ministro.

Fonte: ISTO É

O coronel Ustra e Cláudio Fonteles, o ‘grilo falante’



O coronel Ustra e Cláudio Fonteles
Na macunaímica Comissão da Verdade o coronel Ustra perdeu uma boa oportunidade para fazer ótimas perguntas ao Claudio Fonteles. Poderia ser assim:

” O senhor me permitiria umas duas ou três curtas perguntas sobre o comportamento dos estudantes  ANTES da intervenção militar ?
 

Fonteles talvez não concordasse, dizendo que o depoente era o coronel, e não ele.  Não quero dar lições  ao advogado que assistia Ustra, mas tudo depende do momento, e da maneira, como se insiste  no pedido. Diante da recusa Ustra diria: “O senhor não está sendo razoável, não quero inquiri-lo,
busco apenas me defender. Acredito que o senhor possa me atender sem prejuízo dos trabalhos da Comissão
“. 
 

Fonteles não é a pessoa mais durona que conheço, e uma pequena investida, serena, educada, poderia levá-lo a concordar, amedrontado com o perigo de passar uma imagem de intolerante, de despótico, e assim prejudicar a Comissão. Lembrem-se de que toda a imprensa estava presente, e mesmo os repórteres carregados de ódio por Ustra, registrariam o diálogo. A recusa da vestal  não seria favorável aos devotados restauradores da memória nacional. Mas, concordando, ou não, em ceder a palavra para o  coronel, o fato é que nessas situações quem falar mais alto, quem insistir, sem se incomodar com os  pedidos de silêncio, sempre consegue se fazer ouvir.

Repito: No mínimo os repórteres registrariam as três perguntas – que deveriam ser formuladas de uma só vez. Elas falam por si mesmas. São essenciais.

1) O senhor admira Fidel Castro, ou admirou na sua mocidade ?

2) Que tipo de regime o senhor desejava para o Brasil. O socialismo ?

3) O senhor era militante da AP, Ação Popular ? A Ação Popular era aliada do Partido Comunista?  A AP participou das guerrilhas ? 

Sabemos que admirar Fidel é privilégio até da semi-analfabeta que nos governa;  haver desejado, ou desejar, o socialismo não incrimina ninguém; ser militante da AP, e partir para as guerrilhas,  acontecia naqueles tempos – a presidente foi guerrilheira, ou dizem que foi.

O QUE SE PRETENDE É QUE FORMULANDO AS PERGUNTAS O CORONEL ESTARIA DEFENDENDO A NECESSIDADE DO GOLPE MILITAR E A POSTERIOR REPRESSÃO, SEM QUE FOSSE PRECISO  EM NENHUM MOMENTO SE REFERIR AOS DOIS FATOS. 

Desta maneira ele seria preciso e elegante ao mesmo tempo. Dali para a frente, Ustra, dependendo de seu interesse, diria:Já respondi através das declarações do Sr. Claudio Fonteles” , ou, se Fonteles se houvesse  negado a responder: ” Já respondi através de minhas perguntas ao sr. Claudio Fonteles.”

Observem que se não fosse pela Lei da Anistia, ceteris paribus, claudio fonteles, dilma, zé genoino,  zé dirceu, seriam outlaws. As perguntas do coronel colocam os acusadores no papel de acusados,  OU, por outro prisma, cumprindo-se a lei o coronel não poderia estar sendo investigado. 

Aqueles que no tempo de Figueiredo queriam apenas usufruir de todos os benefícios da lei, isto é,  desejavam retornar sem problemas à sociedade, concordando que as mortes e torturas praticadas pelos militares deveriam ser esquecidas, resolveram virar a mesa. Neste momento estão se aproveitando da fraqueza (auto-imposta) dos seus inimigos. Jamais os antigos generais concordariam em  anistiá-los se pudessem imaginar o que lhes estaria reservado: humilhação e o perigo de modificação arbitrária da lei.

Os guerrilheiros não desmentem a maneira como trataram os seus próprios companheiros: julgamento sumário e fuzilamento. Imagino as súplicas dos pobres-diabos. Por outro lado, as  torturas e mortes pelas quais os militares foram responsáveis, estavam muito bem justificadas (para os que assim procederam) quando estes tinham em mente a Intentona de 1937 e o comportamento comunista ao redor do mundo. Imaginavam, com toda a razão, que o mesmo lhes estaria reservado se os guerrilheiros fossem vitoriosos.  Não concordo com as torturas praticadas pela repressão. Acredito que a superioridade moral  deva se sobrepor ao comportamento do adversário.    
                                                                                         
Infelizmente a situação mudou porque agora estamos falando em centenas de milhares de vítimas civis, ou seja, do emprego de bombas atômicas  ou bacteriológicas por terroristas. Sou inteiramente a favor da tortura no caso do terrorismo islâmico que estamos vivenciando, assim como Bush,  Obama, e milhões de pessoas que antes jamais admitiriam que se encostasse um dedo no prisioneiro.

Assunto para outros artigos, mas o leitor pode clicar em cima de:
“ Vocêtorturaria um terrorista ? “  

 Não me interessa saber se Fonteles foi militante da AP, mas é o que consta a seu respeito na  Wikipedia. Essa organização, por motivos táticos-estratégicos, quase sempre foi aliada do  Partido Comunista.  Eu posso dizer com autoridade porque fui coordenador regional do grupo em Brasília, um pouco antes de Fonteles se tornar universitário.  Descobrir, depois dos 40 anos de idade, que o socialismo é a antítese da liberdade, não redime, por si só, os nossos atos. É necessário que se  renegue o passado. Nada de argumentos de “generosidade da juventude” e outras baboseiras.

O que nós queríamos para o Brasil era uma ditadura de esquerda, socialismo, ou seja, estávamos do lado da  crueldade.  É o que precisamos encarar de frente. TODOS os regimes verdadeiramente socialistas tornaram-se famosos pelas barbaridades que cometeram.  Também não sei e nem quero saber se Fonteles deixou o socialismo de lado, ou não gosta mais
de Fidel.
Provavelmente a resposta é dúbia para ambas as questões. Em sua cabeça confusa ele ainda deve ver grandes qualidades no carismático ditador.

Na primeira vez que eu estive em Cuba, discuti com uma mulher numa pequena cidade. Desconfio que era uma líder do Partido. Para colocá-la na defensiva, para irritá-la, eu perguntei o que achava de Stalin:  ” Foi um grande
homem, mas como todos nós cometeu erros. Ele errou 30% e acertou 70%.
  

Na hora achei  natural, mas depois descobri que os percentuais eram UMA PALAVRA DE ORDEM DO PARTIDO porque outro militante cubano respondeu a mesma coisa, e na China,  com respeito a Mao, também recebi os notórios   30% e  70%.   Façam a mesma pergunta ao ministro Aldo
Rebelo, ou até para o deputado Roberto Freire. A resposta seria uma curiosidade. Aliás, não  entendo porque nenhum repórter pergunta na cara do ministro: ” O senhor é comunista ?  ” Se ele é  integrante do Partido Comunista do Brasil qual deveria ser a sua resposta ?  Não  assisto muito a televisão brasileira, portanto se já o encostaram na parede me desculpem.  Nos jornais nunca vi nada nem parecido.  

A meu ver Fonteles continua sendo culpado, já que não se arrepende de nada e, pelo contrário, faria tudo de novo. Se o PT não houvesse abandonado seus ideais “revolucionários”, trocando-os pela roubalheira mais descarada em nossa história, o nosso Vishinsky de galinheiro  continuaria desejando, feito no passado, tomar o poder pelas armas ou através de leis votadas  por um Congresso pressionado por sindicatos, estudantes, militares, e grupos fora da lei.  Repito: Fonteles, como quase todos nós, desejava colocar o Brasil num curral e promover “reformas estruturais”. 
Nota do blog A Verdade Sufocada:  Leitores interessados podem clicar em cima do título dos artigos



Bem, nós da AP, éramos aliados dos comunistas e outras organizações menores.  Com a exceção de Brasília, tínhamos a maioria dos estudantes em todos os estados do Brasil, e por essa razão, e de comum acordo com o Partido, o cargo de presidente da UNE era nosso. Os últimos  presidentes da entidade, antes do golpe,  foram, em sequência: Aldo Arantes  (depois tornou-se deputado federal) Vinicius Caldeira Brant e o  Serra. O Partidão ficava com o primeiro cargo abaixo da Presidência,  a Vice-Presidência para Assuntos Nacionais (o último foi Marcelo Cerqueira, também eleito deputado federal pelo PMDB). O antigo presidente do Supremo Tribunal Federal , José Paulo Sepúlveda Pertence, foi vice-presidente para Assuntos Nacionais na gestão de João Conrado. A distribuição dos outros cargos já não me lembro mais.

Bem, vamos em frente
- depois de haver dedado todo mundo..
Nós, da AP, nos considerávamos muito espertos, e como a UNE era pra lá de importante, não tínhamos medo do Partido, deixando de lado o fato histórico que os comunas, muitíssimo mais bem organizados, sempre engoliram seus aliados em todos os países onde as revoluções foram bem sucedidas. Sabíamos disso, mas não achávamos que fosse acontecer conosco. Havia um  bocado de inocência quando não discutíamos o fato de que os estudantes podem ser importantes,
mas em qualquer revolução o que importa mesmo são os trabalhadores, os operários, sendo que estes o Partidão controlava.

Um grande exemplo foi o movimento de 1968 na França. Tudo corria muito bem e a estudantada fazia e acontecia. Os jovens pareciam estar no comando. Com medo de perder o controle da situação o Partido Comunista Francês ordenou que os operários voltassem ao trabalho. Foi o fim do movimento.

Também concordávamos em que os comunas de certa forma nos consideravam idiotas úteis, mas nada parecido com a brutal inocência que hoje vemos em artistas, escritores, intelectuais.  Não se pode esquecer que alguns de nós foram para a guerrilha. Na maioria das vezes nós os acusávamos de estarem em posições excessivamente cautelosas.

Esquecíamos que eram muito mais experientes, gatos escaldados com a intentona  de 1935 e outros momentos da vida nacional. Sabíamos que cumpriam as diretrizes vindas do exterior, da URSS, o que detestávamos, sendo uma das maiores razões para que muitos  de nós tivéssemos nos dirigido para a AP. Também nos desagradava o ateísmo primário e
debochado que praticavam.

Em nossos quadros tínhamos um núcleo cristão, vindo da JUC  – Juventude Universitária Católica. Também não gostávamos, achávamos ridículo, alguns rituais comunas do tipo “auto-crítica”. Mesmo assim éramos muito amigos, embora eu não tivesse a menor ilusão de que nas reuniões do Comitê Central a análise que faziam de mim era fria, calculista, isenta das fraternas conversas
do dia a dia. 

Fora da Igreja da Teologia da Libertação (padres de passeata e freiras de mini-saia) , provavelmente Fonteles não deve ter nenhum porto seguro. Quer a justiça social mas não faz a mínima idéia de que  maneira encontrá-la.  Detesta o capitalismo mas sabe que sem ele é o retrocesso. Talvez imagine,  sei lá, uma espécie de kibutz dentro de um welfare state. Gosta do PT porque além das vantagens materiais não vai querer aos 66 anos de idade se desestruturar, desmoronar psíquicamente, sentir-se perdido.

Portanto segue sua jornada até a morte numa tragédia de quinta categoria, porque essa não é individual, e sim compartilhada com centenas de milhões de pessoas, que não conseguiram deixar os valores da juventude e seguem na mediocridade abissal do caminho esquerdista.


Transcrito do site: A Verdade Sufocada


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