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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

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ou Blog Prontidão Total

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Dilma, como presidente da República, tem a obrigação de despachar os incompetentes que estão no governo. O dificil é que ela é um deles

Mais um factoide de um governo movido a factoides

Em reunião, esta tarde em Brasília, com os secretários de Segurança Pública do Rio de Janeiro e de São Paulo, e mais o diretor-geral da Polícia Federal, o ministro José Eduardo Cardoso, da Justiça, irá propor a criação conjunta de um Núcleo de Inteligência para investigar, monitorar e trocar informações sobre os chamados "Black Blocs" - os mascarados que costumam barbarizar durante as manifestações de rua.


É razoável imaginar que o Ministério da Justiça e a Polícia Federal operam em conjunto com as secretárias estaduais de Segurança Pública sempre que há necessidade. Quer dizer: o tempo todo. O contrário seria um absurdo inimaginável. E que desde junho passado, quando emergiram os "Black Blocs", a operação tenha ganhado celeridade e eficiência. Se isso não ocorreu o ministro já deveria ter pedido as contas. Ainda dá tempo.

Como ninguém que está no governo quer sair de lá, a presidente da República tem a obrigação de despachar os incompetentes.

Por: Ricardo Noblat - Blog do Noblat

Protestos pelo Brasil

Após reunião com governo federal, polícias de SP e RJ vão padronizar atuação em atos

Em reunião realizada nesta quinta-feira (31) em Brasília, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e os secretários de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella, e do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, decidiram unificar os protocolos de atuação das polícias durante protestos. A padronização da atuação da polícias integra as primeiras medidas do grupo de inteligência criado na reunião de hoje, que envolverá a PF, secretarias de Segurança Pública e polícias dos Estados. "As polícias de São Paulo e do Rio de Janeiro têm tido um protocolo que orienta a ação e estabelece um regramento. Nossa proposta é unificar os protocolos", disse o ministro, em entrevista coletiva após a reunião.

Além disso, os governos querem discutir o endurecimento da legislação para atos de vandalismo durante os protestos, a padronização dos órgãos do Judiciário no tratamento aos infratores e o envolvimento do Ministério Público e da Polícia Civil para implantar medidas preventivas e evitar atos violentos. O protocolo de atuação das polícias sugerido por Cardozo prevê que os organizadores dos protestos informem as forças de segurança o trajeto, o horário e o que irão fazer nos protestos. "Vamos fazer um protocolo unificado que dará visibilidade à sociedade como a polícia se comporta."

Mudanças na lei
Cardozo disse que será formado um grupo de trabalho entre o Ministério da Justiça, secretarias de Segurança Pública de São Paulo e Rio de Janeiro, CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para estudar mudanças na legislação a partir de sugestões feitas pelos secretários de São Paulo e do Rio. Ambos sugeriram ao ministro mudanças nas leis federais para endurecer o tratamento a quem cometer atos de vandalismo e violência nos protestos, como agredir policiais. De acordo com Cardozo, a ideia é unificar as interpretações jurídicas com relações às infrações. "Estão havendo dúvidas, e é natural que existam, porque o momento é novo", disse. "Precisamos unificar isso para que cada um saiba o modo de agir, até para que os órgãos de investigações criminais tenham segurança jurídica."

O ministro disse que outra ideia é estreitar o monitoramento e a troca de informações feitos pela inteligência de órgãos estaduais e federais. "Não se trata, em tempo algum, de fazer acompanhamento de movimentos sociais. Não é isso. Se trata de entender e poder planejar ações com relação a pessoas que tem se organizado com o claro propósito de infringir a lei." Outra proposta será criar nos Estados grupos operacionais que envolvam Ministério Público e delegados de polícia para implementar ações preventivas para coibir atos violentos nos protestos, além de sanções aos infratores.

Penas mais duras
Segundo Fernando Grella, a proposta apresentada pelo Estado de São Paulo prevê que a agressões a policiais durante os protestos sejam punidas com penas equivalentes a agressões contra jovens (menores de 14 anos) e idosos (com mais de 60 anos). "Por enquanto continuamos trabalhando com a lei que está aí." O secretário pediu também que a pena de reclusão para o crime de dano ao patrimônio seja aumentada --atualmente, a pena é de seis meses.

José Mariano Beltrame afirmou, na entrevista coletiva, que os policiais que atuam nos protestos precisam ter a garantia de que as detenções resultem em ações penais contra os detidos.

Protestos violentos
O encontro ocorre após protestos violentos realizados em São Paulo. Na sexta-feira (25), manifestação convocada pelo MPL (Movimento Passe Livre) no centro da capital terminou em quebra-quebra, com o Terminal Parque Dom Pedro depredado. No ato, o coronel Reynaldo Simões Rossi, comandante do policiamento do centro, foi espancado por vários manifestantes mascarados. No dia seguinte, a presidente Dilma Rousseff, pelo Twitter, ofereceu ajuda ao governo de São Paulo.

Mais de cem manifestantes foram detidos. Sete continuam presos, no CDP (Centro de Detenção Provisória) do Belém, inclusive o estudante e comerciário Paulo Henrique Santiago dos Santos, 22, apontado como um dos agressores do coronel. Ele foi indiciado por tentativa de homicídio, formação de quadrilha, roubo e lesão corporal. Os demais foram indiciados por formação de quadrilha e dano.

No domingo e na segunda-feira, o palco dos protestos foi a zona norte de São Paulo e realizados por moradores revoltados com a morte do estudante Douglas Rodrigues, 17, baleado por um policial militar enquanto caminhava em uma rua da Vila Medeiros.
Na noite de segunda, a rodovia Fernão Dias foi fechada por manifestantes por algumas horas. Carros, ônibus e caminhões foram incendiados e lojas, saqueadas. Veículos também foram furtados. A polícia suspeita que criminosos ligados ao PCC (Primeiro Comando da Capital) se infiltraram nos protestos.

Cardozo descartou, por enquanto, o envio de tropas da Força Nacional de Segurança para auxiliar as polícias locais de São Paulo e no Rio de Janeiro. Na avaliação dele, os Estados dispõem de um efetivo significativo de policiais militares e civis. Após o protesto, o governo de São Paulo acionou, pela primeira vez, o governo federal, e pediu a participação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nos protestos realizados em rodovias interestaduais. Grella e Cardozo mantiveram conversas no início da semana para tratar do assunto. Na terça (29), representantes da PRF se reuniram com a cúpula da Secretaria de Segurança Pública do Estado.

Cerco a "black blocs"
A reunião ocorre em um momento em que os governos buscam formas de endurecer o tratamento a vândalos. Em São Paulo, Alckmin autorizou o uso de balas de borracha nos protestos depois que um protesto no início do mês terminou com atos de vandalismo e a destruição de um carro da PM. No mesmo dia, um casal foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional.

No Rio de Janeiro, em meados de setembro entrou em vigor a nova Lei de Organização Criminosa. No último protesto violento na cidade, em 15 de outubro, 70 manifestantes foram enquadrados na lei e muitos chegaram a ser levados ao Complexo de Bangu. Dias depois, foram liberados após decisão judicial.

Os protestos do dia 15 de outubro alcançaram o recorde de detenções em São Paulo e no Rio de Janeiro desde que teve início a onda de manifestações no país. Somando as duas cidades, foram 261 detidos –201 no Rio e 60 em São Paulo. Ontem (29), o secretário-geral da Presidência da República, ministro Gilberto Carvalho, admitiu que o governo não sabe como lidar com os "black blocs" e disse que há uma disposição do Executivo em entender melhor esta forma de protesto.

Clique e veja galeria de fotos de protestos

 Fonte: UOL/Notícias



 

Esses vagabundos que se manifestam pelo direito de promoverem baderna precisam é levar porrada, choque elétrico, bala de borracha e um ou outro ser atingido por munição letal ajuda a restabelecer a ordem

Manifestantes fazem ato no Centro para reivindicar direito a protesto

Cerca de mil pessoas saíram às ruas; vias foram interditadas -  Jair Seixas está preso desde 15 de outubro; Rafael Braga Vieira, há três meses - Ambos estão na Penitenciária de Gericinó (Bangu)

Aproximadamente mil pessoas protestaram na Cinelândia, no Centro do Rio, na noite desta quinta-feira, contra prisões ocorridas em atos realizados na cidade nos últimos meses. Parte do grupo, entre eles mascarados, seguiu para a Lapa. A Rua do Passeio, na altura da Rua Senador Dantas; a Avenida Mem de Sá, altura dos Arcos; os dois sentidos da Avenida República do Paraguai e a Rua do Riachuelo, a partir da Rua do Lavradio, além da Avenida Rio Branco, chegaram a ser interditadas devido à passeata. O trânsito foi completamente liberado às 19h30m.


 Manifestantes chegaram à Candelária por volta das 17h30m - Marcelo Carnaval / Agência O Globo 
Este tipo de concentração em área com restrição de acesso/fuga  causada por edificios e amplo acesso por meios aéreos é excelente para uso de helicópteros na contenção

Os manifestantes começaram a se reunir por volta das 15h, em frente à Câmara de Vereadores do Rio. Eles caminharam em silêncio pela Rio Branco, ao som de apenas um tambor. Muitos usavam faixas na boca, para simbolizar censura. Por volta das 18h, a Avenida Presidente Vargas foi interditada, na esquina com a Rio Branco. Cerca de 30 Black Blocs estavamà frente da manifestação.

Jair Seixas, o Baiano, está preso desde o dia 15 de outubro, e Rafael Braga Vieira está encarcerado desde 20 de junho. Ambos estão na Penitenciária de Gericinó (Bangu). Durante a caminhada, manifestantes carregaram bandeiras do grupo Black Bloc e faixas pretas com palavras de ordem. Eles distribuíram tiras de pano preto para serem amarradas na cintura, em sinal de luto, e flores para simbolizar um funeral. Cerca de 200 policiais militares acompanhavam o protesto. Os PMs revistavam alguns dos participantes do ato. 

Em frente ao Fórum do Tribunal de Justiça do Rio, manifestantes montaram caixas pretas com os retratos do governador Sérgio Cabral e do prefeito Eduardo Paes. Nestas montagens, eles pedem que se abra a "caixa-preta do governo". No local havia personalidades como Leandra Leal e o poeta Chacal, além de ativistas, como Átila Roque, diretor executivo da Anistia Internacional Brasil.

Um pequeno grupo de manifestantes improvisou um jogo de futebol no meio da passeata. Eles protestam contra a Copa do Mundo e pedem mais saúde e educação de qualidade para a população. Na Rua Primeiro de Março, alguns comerciantes fecharam as portas com medo de ações violentas. Na Presidente Vargas, dez pessoas se deitaram com flores em frente à cruz que simboliza a chacina da Candelária, ocorrida em 1993, quando oito moradores de rua, entre eles seis menores, foram mortos no local.

Fonte: Extra

Bandidos tentam resgatar traficantes durante audiência no fórum de Bangu

Criança morre e dois PMs ficam feridos em tentativa de invasão do fórum de Bangu
 De acordo com o 14º BPM, quatro homens armados com fuzis tentaram resgatar criminosos
Policiais reagiram à ação
Uma criança morreu e três pessoas ficaram feridas durante uma tentativa de invasão ao fórum de Bangu, na Rua Doze de Fevereiro, na Zona Oeste do Rio. A criança, que teria oito anos, e se chama Caio, estava indo para um treino de futebol de salão no Bangu Atlético Clube. Ele estava no lugar errado, na hora errada — afirmou um morador, identificado apenas como Ivan, que passava pelo local.

Cena do crime foi isolada pela polícia - Reprodução TV Globo

Dois dos feridos são policiais militares. De acordo com o 14ª BPM, o tiroteio ocorreu após a tentativa de resgate de criminosos que participavam de audiência no local, próximo ao calçadão de Bangu. Entre os presos a serem resgatados estariam os traficantes Alexandre Bandeira de Melo, conhecido como Piolho, e Vanderlan Ramos da Silva, o Chocolate.

A ação começou quando policiais reagiram à invasão de quatro bandidos armados com fuzis. O cruzamento das ruas Francisco Real e Silva Cardoso está interditado em razão da ocorrências. Os feridos foram encaminhados para Hospital Albert Schweitzer e estão no centro cirúrgico. Uma mulher de 55 anos está entre os atingidos. Ela foi alvejada no abdôme. Ninguém foi preso até o momento.

Fonte: O Globo

ROTA apreende drogas e armas em Jaçanã

Rota apreende 300 kg de drogas e armas no Jaçanã

Policiais das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) apreenderam nesta quarta-feira, 30, mais de 290 quilos de maconha, 35 de cocaína, 2 submetralhadoras, pistolas e revólveres em 5 casas da Rua Alto Paraguai, no Jaçanã, zona norte de São Paulo. A maioria do material foi apreendida em compartimentos secretos e duas pessoas foram presas.

Durante patrulha, a polícia percebeu que um homem havia corrido depois de ver a viatura. Ele foi abordado em sua casa na Rua Adutora Cabuçu, onde foi identificado como Rudnei Costa Silva, de 25 anos, foragido da Justiça por furto, roubo e tráfico de drogas. O suspeito denunciou que seu primo armazenava drogas e armas em cinco residências na Rua Alto Paraguai.

Ao checar a denúncia, a Rota encontrou em uma das casas um sistema de câmera de segurança que monitorava imagens da região e mais de 500 comprimidos de ecstasy, dentro de um cofre. Nas outras quatro casas da mesma rua, duas pistolas, dois revólveres e duas submetralhadoras foram encontradas, além de mais de R$ 29 mil e balanças de precisão para pesar as drogas. As casas tinham compartimentos secretos embaixo da pia ou da escada. Na última casa revistada, o armário tinha um fundo falso que dava para outro cômodo, onde além de drogas havia anotações sobre a movimentação financeira do tráfico.

O segundo suspeito que morava em uma das casas foi encontrado próximo dos locais da denúncia. Gledson Henrique Silva de Souza, de 29 anos, também foi preso. Cinco coletes à prova de bala, cartuchos, celulares e 2,3 quilos de crack também foram apreendidos. O material foi todo levado para a 6ª delegacia do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc).

Policiamento
Desde segunda-feira, 28, o policiamento está reforçado na região do Jaçanã depois que violentos protestos contra a morte do adolescente Douglas Martins Rodrigues, de 17 anos, por um policial militar, fecharam a Rodovia Fernão Dias e provocaram uma onda de destruição no bairro. Na terça-feira, 29, houve toque de recolher e o comércio das principais vias da região fecharam as portas com medo de novos ataques. A participação do Primeiro Comando da Capital nas ações é investigada.
Fonte: Estadao.com

Os 'black blocs' são bandidos, criminosos perigosos e devem ser tratados como tais - gostem ou não as celebridades que os defendem

Comportamento criminoso

O Black Bloc é uma organização criminosa, com todas as suas características, pois tem sua atuação de caráter permanente, com base em estrutura definida, horizontalizada na distribuição de missões. Possuindo ideologia própria, os black blocs contestam a estrutura do poder capitalista no mundo, praticando constantemente atos agressivos, de anarquia, afronta à ordem pública, desordem generalizada e ameaça à incolumidade de cidadãos pacíficos.



Foto: Agência Brasil

Há o sentido de organização estruturada para a prática de crimes de danos ao patrimônio publico e privado. Eles têm ideia-força e símbolos (do anarquismo, sobretudo), vestem-se de negro, cobrem o rosto com máscaras e panos para proteção do anonimato e possuem características próprias de enfrentamento às forças de repressão. Fazem uso de perigoso arsenal para resistência agressiva e guerrilha urbana — há instrução específica —, inclusive coquetéis molotov, estilingues e objetos perfurocortantes. 

Trata-se de uma organização estruturada para finalidade anárquica e de contestação a qualquer organização social dominante sob o conceito do autonomismo. Vale ressaltar que o autonomismo se desenvolveu como um conjunto de experimentos sociais organizados — surge no início dos anos 80 na Alemanha Ocidental — por setores que optaram por se manter à margem do modo de vida dominante imposto pelo capitalismo e criar focos de sociabilidade alternativos dentro das sociedades capitalistas, mas pautados por valores e práticas opostos aos dominantes.

O Black Bloc utiliza-se também, em sua estrutura de organização criminosa, do anonimato de redes sociais na divulgação para convocação dos atos de desordem. A organização difunde táticas de guerrilha urbana e arregimentação para a sua causa, através de sites, e ainda dispõe de uma mídia privada — eles se opõem aos demais órgãos de imprensa —, com a finalidade precípua de registrar e divulgar os excessos policiais durante as manifestações, procurando mostrar episódios de violência de integrantes das forças legais, para desacreditá-las perante a opinião pública. Regozijam-se, no entanto, ao mostrarem, por exemplo, uma viatura policial ou de imprensa incendiada.

Este é o comportamento dos criminosos dos Black Blocs. Alguns cidadãos — até celebridades — lhes prestam apoio incondicional. Absurdo e insensatez. Quem é da área de educação, por exemplo, não pode apoiar a má educação e a falta de civilidade de vândalos, sem falar no péssimo exemplo dado aos alunos, jovens e crianças em período de formação social.

Quanto à recente decisão da Justiça que soltou a maioria dos acusados de atos de vandalismo ocorridos no Centro do Rio, em 15/10, não se discute, cumpre-se. Foi tomada com base na lei em vigor. A polícia precisa, portanto, juntar provas concretas que enquadrem tais ativistas radicais na organização criminosa (Lei Federal 12.850/13), já que o flagrante individual de atos de vandalismo nem sempre é fácil de obter. É hora e vez de começarmos a pensar na edição da Lei Antiterrorismo, com penas mais pesadas, que desencoraje e puna os terroristas urbanos. Aos inimigos da democracia, o rigor da lei.

Por: Milton Corrêa da Costa, tenente-coronel da reserva da Polícia Militar do Estado do Rio.

Educação petista assassina português no sorteio do Paulistão 2014

Federação Paulista de Futebol comete gafe e assassina português em sorteio do Paulistão 2014
Além de errar a ortografia de "Associação", FPF errou o nome do Palmeiras

Yahoo Esporte Interativo/Reprodução TV Globo - Federação Paulista de Futebol errou na ortografia da palavra "Associação"

A Federação Paulista de Futebol errou feio na ortografia, no sorteio que definiu os grupos do Campeonato Paulista de 2014. A Associação Portuguesa de Desportos e a Associação Atlética Ponte Preta viraram "Assossiação", com o dois "S", em vez de um "C".
Mas os erros não pararam por aí. A Sociedade Esportiva Palmeiras foi chamada de Associação Esportiva Palmeiras.

 

O deslocamento de tropas federais para o controle dos distúrbios civis - especialmente em áreas em que a baderna causa mais impacto - vai liberar PMs para o policiamento preventivo. A Justiça também pode ajudar, sendo mais severa com os baderneiros presos

Polícia Militar atribui aumento de crimes a deslocamento de tropas para atuação em protestos

Capital registrou 113 assassinatos em agosto - São 18 casos a mais na comparação com o mesmo mês de 2012

[a participação de tropas federais no controle de distúrbios, especialmente em áreas de grande concentração popular e nas quais a baderna causa maiores danos,  é necessária - sempre em caráter provisório e agindo com energia, até mesmo para dissuadir os baderneiros (especialmente os que estão a serviço do PT) - e conveniente. Mas, a colaboração da Justiça é essencial, procurando manter os criminosos presos pelo maior tempo possível. Apesar da imparcialidade que deve haver na atuação de um juiz, é sempre possível interpretar determinado dispositivo legal de forma mais desvantajosa para o criminoso, levando em conta que o interesse coletivo tem que se sobrepor ao individual, especialmente quando defender este significa defender um bandido.

O que se nota é a Polícia Militar prende mas o 'esquadrão pró-baderna', formado por advogados da OAB que atuam sempre a favor dos baderneiros, entra em ação e a Justiça, de forma leniente, libera os marginais.

Está sendo criada na repressão aos baderneiros a cultura: a polícia prente, a Justiça solta.]

Depois de três meses em queda, enquanto a situação do estado já preocupava as autoridades de segurança, os casos de homicídios aumentaram na cidade do Rio. Os últimos indicadores de criminalidade, divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), revelam que, em agosto deste ano, houve 113 assassinatos na capital contra 95 no mesmo mês de 2012. Isso significa um crescimento de 18,94%. O relatório do ISP também não traz boas notícias para o estado, onde não houve mudança na tendência de alta: pelo sexto mês seguido, comparado ao mesmo período de 2012, o número de homicídios cresceu, chegando a 406 em agosto deste ano, contra 294 em 2012 (mais 38,04%). Outros crimes também seguem a tendência. A PM atribui o deslocamento de policiais para as manifestações como a causa do fenômeno. Em agosto, ocorreram mais de 30 protestos. 

O sinal de alerta disparou entre especialistas de segurança. E não só por conta dos homicídios, mas principalmente pelo recrudescimento das estatísticas de modo geral em todo o estado, na comparação entre agosto deste ano e o mesmo mês de 2012. Os roubos a estabelecimentos comerciais aumentaram 44,54%; a residências, 26%; de veículos, 44,31%; a transeuntes, 32,46%; e em coletivos, 82,31%.

Sociólogo: “Essas políticas se esgotaram”
Para o sociólogo Ignácio Cano, do Laboratório de Análise da Violência da Uerj, a alta dos crimes deixa claro que as políticas de segurança bem-sucedidas estão se esgotando. Ele ressalta que medidas como a implantação das UPPs, o estabelecimento de metas para a redução de crimes e a criação da Divisão de Homicídios ajudaram a promover uma queda histórica dos índices de violência em 2011 e em grande parte de 2012. — Essas políticas se esgotaram. Já deram o que tinham que dar. Agora está tudo estagnado. O estado não tem um projeto para continuar esse processo de redução, principalmente na Baixada e na Zona Oeste do Rio — diz o sociólogo, destacando que as manifestações vêm mobilizando parte do efetivo da PM, que acaba sendo deslocado do policiamento nas ruas.

A opinião é compartilhada por Paulo Storani, antropólogo e ex-capitão do Bope, que vê na falta de policiais nas ruas um dos fatores para o incremento da violência: — Esse crescimento se deve a um conjunto de fatores. A PM está se desdobrando para deslocar efetivo para as manifestações. O policiamento ostensivo previne o crime.

Storani observa que a falta de contingente é um problema antigo, agravado com as UPPs, que têm recebido a maioria dos policiais recém-formados. Segundo ele, outro fator é a adaptação dos criminosos às medidas de segurança.

Na Baixada, o maior número de mortes
Sem fazer análise do que estaria por trás desses números, o presidente do ISP, tenente-coronel Marcus Ferreira, através de sua assessoria, reconheceu um crescimento no estado da chamada letalidade violenta (soma do número de homicídios dolosos, lesões corporais seguidas de morte, roubos seguidos de morte e autos de resistência). Houve, em todo o estado, 453 mortes em agosto que podem ser enquadradas no conceito de letalidade violenta. Em julho, tinham sido 357 casos, uma variação de 26,9%, ou 96 mortes a mais. O percentual ainda é maior quando se compara com o mesmo mês de 2012, quando foram registradas 350 mortes: 29,4%, ou 103 mortes a mais. A Baixada Fluminense foi o cenário da maior parte das mortes, 34,2% do total do estado aconteceram lá. Quando se leva em consideração a circunscrição, a Zona Oeste (com região de Santa Cruz e adjacências) também se destaca como uma área problemática, com a maior incidência de mortes no mês: 30.

A hipótese levantada pelos especialistas é uma certeza para a Polícia Militar. Segundo a corporação, o número de crimes subiu em áreas onde PMs passaram a ser deslocados para atuar em manifestações que terminaram em violência. Com isso, o patrulhamento ostensivo foi prejudicado. Mas a corporação adianta que, até o final do ano, mais 689 novos policiais serão formados e trabalharão em unidades convencionais e também em UPPs.

Por nota, a PM informa ainda que outras medidas estão sendo adotadas, como o remanejamento de 18 policiais atualmente da Banda de Músicos do 12º BPM (Niterói), que irão para unidades operacionais, e também de cerca de 60 PMs do 1º Batalhão de Polícia Burocrática (BPB), que já estão fazendo rondas a pé das 16h às 22h, de segunda a sexta-feira, em Botafogo, onde houve aumento em alguns índices de criminalidade. Outros cem PMs do Batalhão de Grandes Eventos fazem agora o patrulhamento em Santa Teresa e na região da Saara, no Centro, aos sábados.

Ao mesmo tempo, a PM contabiliza, em levantamento interno, resultados que considera positivos: um aumento, de janeiro a setembro deste ano, de mais de 23% na apreensão de pistolas e de 11,38% na de fuzis, em relação ao 2012. O número de prisões também cresceu: 26%.

Dilma mente e finge que algemou a inflação

Na Pasárgada dos vampiros de anúncios federais, Dilma enfim consegue enxergar a inflação. Mas faz de conta que algemou a assombração que jurava não existir

Nos últimos dez meses, enquanto recitava que a inflação estava sob controle, Dilma Rousseff tentou rebaixar a “pessimistas de plantão” ou “pessoas que torcem para que o Brasil dê errado” todos os que enxergaram o perigo escancarado pela altitude dos índices.

Nesta segunda-feira, durante a cerimônia festiva promovida em São Paulo por uma revista estatizada, a presidente enfim admitiu ter visto o que até agora jurava não enxergar. Mas a assombração, além de ter aparecido uma vez só, já foi algemada, mentiu a supergerente de araque com o desembaraço de quem se sente entre comparsas. “A inflação que no início do ano se mostrava alta e incomodava a todos foi enfrentada sem tréguas”, decolou a oradora. A salva de palmas confirmou que Dilma estava em casa. Se houvesse por lá um único e escasso jornalista de verdade, é improvável que a presidente se atrevesse a usar verbos no passado ─ “mostrava”, “incomodava” ─ para tratar de um problema presente que tende a agravar-se no futuro imediato. E decerto evitaria confinar “no início do ano” uma sequência de algarismos inquietantes que vai chegar a dezembro sem ter sido interrompida.

Em junho, a inflação anual (medida por organismos governamentais) alcançou 6,7% ─ bem acima da meta de 4,5%. De novo, a presidente e seu ministro da Fazenda recorreram à taxa de tolerância de dois pontos percentuais para insistir na tapeação: meta é qualquer coisa até 6,5%. Como justificar os 6,7% que haviam ultrapassado a última fronteira do perigo? Guido Mantega explicou à chefe que 0,2% a mais é o mesmo que nada. E Dilma comunicou à nação que tudo continuava sob controle.

Em setembro, o índice foi de 5,86. De novo acima da meta real, lastimaram os que não perderam o juízo nem a vergonha. Mas abaixo dos 6,5%, festejou o neurônio solitário, que só precisava dessa queda enganosa para dar por resolvido o problema que “incomodava a todos”. Como se não fosse bem mais feroz a inflação real que acossa os bolsos dos brasileiros comuns. Como se as porcentagens oficiais não estivessem deformadas pelo virtual congelamento das tarifas do transporte público, pelo represamento dos preços dos combustíveis e por outros artíficios que as leis do mercado não tardarão a sepultar.

Alheio às evidências, o palavrório triunfalista de segunda-feira não se limitou a enjaular um bicho que segue solto. “Nunca é demais lembrar que temos apresentado sistematicamente um dos melhores desempenhos fiscais no mundo já ao longo de alguns anos”, foi em frente o poste que Lula instalou no Planalto. Mais aplausos referendaram a réplica fraudulenta às críticas feitas pelo FMI aos truques tributários e malabarismos aritméticos concebidos para maquiar contas que não fecham e ocultar os buracos que desmentem o superávit fiscal.

A exemplo da companheira Cristina Kirchner, Dilma acha que o resto do mundo não sabe o que fez no mês passado (e fará no próximo). Também parece convencida de que o País do Carnaval acredita em tudo: “Nós vencemos a inflação, estabilizamos as contas públicas, pagamos a dívida externa, saímos da supervisão do FMI e emergimos neste século como uma das maiores economias do planeta”, flutuou na estratosfera a presidente que comemora até leilão de um lance só. Se melhorar, estraga, concordou a ovação dos áulicos.

Eufórica com a visita a uma Pasárgada forjada por vampiros de verbas federais, Dilma nem precisou do Aerolula para regressar a Brasília. Mandou chamar o trem-bala.

Fonte: Blog do Augusto Nunes

Parentes de TERRORISTAS abatidos na chamada chacina de Quintino se emocionam ao receberem relatório mentiroso da 'comissão da mentira' do Rio

Parentes de vítima da Chacina de Quintino se emocionam na Comissão da Verdade do Rio

Comissão apresentou conclusões da investigação que desmonta versão de militares

Parentes das três vítimas da Chacina de Quintino, na qual três militantes da VAR-Palmares foram mortos, se emocionaram ao lembrar do episódio, durante audiência pública da Comissão Estadual da Verdade do Rio (CEV-Rio) nesta terça-feira. Os familiares receberam dossiês da CEV-Rio com documentos e depoimentos que desmontam a versão dos militares para a morte dos três militantes.

Antônio Marcos Pinto de Oliveira, Maria Regina Lobo Leite de Figueiredo e Lígia Maria Salgado Nóbrega foram mortos por militares em 29 de março de 1972, numa casa em Quintino. Segundo a versão oficial, que consta em registro do DOPS, os agentes teriam sido recebidos a balas na casa onde estavam os militantes, e teriam reagido em legítima defesa. A versão, entretanto, foi desmontada após investigação da Comissão da Verdade do Rio.
Francisco Nóbrega, irmão de Lígia, foi um dos que falou nesta terça-feira à comissão. Ele contou sobre o sofrimento dos pais, ao ver a foto de Lígia estampada nos meios de comunicação como uma das mortas na chacina. - Sugerimos que ela saísse do país, lembro de ter argumentado com ela que a luta armada era uma luta perdida, impossível, e que mais dia, menos dia ela seria morta - declarou Francisco. - Um dia a televisão estampa os rostos de três jovens apresentados como terroristas, que resistiram a prisão e foram mortos pela polícia. O choque foi terrível para os meus pais, principalmente.

Fátima Setúbal, irmã de Antônio Marcos, lembrou o enterro do militante foi feito diante de militares que insultavam a família e faziam ameaças. Nesta terça-feira, ela e os outros parentes das vítimas foram ao local onde houve a chacina, acompanhados de membros da CEV-Rio. Fátima diz ter feito um “enterro simbólico” para o irmão no local. - Quando minha mãe começava a rezar, muito religiosa que era, e a chorar mais alto, eles (os policiais) chegavam armados e falavam para não falar alto e nem chorar alto - afirmou Fátima.
Iara Lobo, filha de Maria Regina, tinha apenas 3 anos quando a mãe morreu. A irmã dela, Isabel, tinha 4. Iara lembrou do episódio em que a Organização dos Estados Americanos (OEA), em 2010, condenou o Brasil por mortes na Guerrilha do Araguaia. - Atualmente, o Supremo Tribunal Federal ignora os tratados internacionais de direitos humanos ao declarar que a Lei de Anistia é para todos. [essa corja revanchista (e/ou seus parentes) precisa lembrar que eles tentaram acabar com a SOBERANIA do BRASIL durante o Governo Militar e NÃO CONSEGUIRAM. Assim, o Brasil continua uma NAÇÃO SOBERANA e o Supremo Tribunal Federal está sujeito a Constituição da República Federativa do Brasil e não a tratados internacionais.]

Clique aqui e conheça a verdade sobre a Chacina de Quintino e sobre a covardia dos terroristas lá abatidos, especialmente sobre Lígia Maria Salgado Nóbrega
 
Dois peritos da Polícia Civil do Distrito Federal, que atualmente trabalham para a Comissão Nacional da Verdade, foram cedidos à CEV-Rio para analisar os laudos sobre a morte dos três militantes. Além de analisar os documentos já obtidos com a comissão, Mauro Yared e Pedro Cunha estão em busca de outros laudos que possam mostrar claramente como foram as torturas sofridas pelos militantes no dia em que morreram. - Temos a convicção que o que se passou foi uma execução sumária dos militantes - afirmou o presidente da CEV-Rio,
w.d.[informamos que o Blog PRONTIDÃO para não colaborar com o desejo insano de ficar sob holofotes do presidente da comissão da mentira do Rio, só escrevemos apenas as iniciais do seu nome e em minúsculas - em proporção direta a importância dele e da mentirosa comissão que preside.] 

Fonte: O Globo

"sem noção" integrantes da Comissão da "verdade" do Rio, já quem interferir até na SOBERANIA da República Argentina

Comissão da Verdade do Rio pedirá à Justiça argentina dados sobre Operação Condor
Grupo quer comprovar a participação de militares brasileiros no desaparecimento de jornalista argentino no Rio
 A Comissão da Verdade do Rio (CEV-Rio) informou nesta quarta-feira que vai solicitar à Justiça da Argentina informações sobre a Operação Condor — cooperação entre os governos militares da América Latina para a repressão aos militantes de esquerda. Neste primeiro momento, o objetivo é identificar militares brasileiros que participaram do desaparecimento do jornalista argentino Norberto Armando Habegger, no Rio, entre julho e agosto de 1978. Andrés Habegger, filho do jornalista, falou hoje à comissão. — Há uma versão de que Norberto teria sido preso por ter trazido uma grande quantia de dinheiro para o Brasil, mas isso nunca foi comprovado. O que temos conhecimento é que ele foi detido por três militares argentinos que, atualmente, estão presos na Argentina por causa de outro crime. Eles teriam tido a ajuda da repressão brasileira para capturá-lo — revelou Andrés.


Os nomes dos militares argentinos são Enrique José Del Pino, Alfredo Omar Feito e Guillermo Victor Cardozo. A comissão da verdade na Argentina, quando encerrou seus trabalhos, remeteu suas conclusões à Justiça do país, que instaurou um processo em março para investigar o Plano Condor e o desaparecimento de 106 latino-americanos. Entre os casos, está o do jornalista desaparecido no Brasil. Norberto integrava o grupo de guerrilheiros conhecidos por Motoneros, que combatia a ditadura argentina. — Como ele (Norberto) foi sequestrado aqui no Brasil, e em particular no Rio, o que é devidamente comprovado, anunciei que vamos, em conjunto com a Comissão Nacional da Verdade, intervir para que façamos um requerimento ao juiz do processo na Argentina para que inclua na sua linha de investigação todas as circunstâncias em que se deu esse processo (de desaparecimento do jornalista). É óbvio que esse sequestro não se deu só com participação de militares argentinos, mas também de brasileiros. Queremos saber quais foram — afirmou o presidente da comissão, w.d.

Durante a sessão, a Comissão da Verdade do Rio entregou à cônsul da Argentina no país, Alana Lomónaco, um documento produzido pelo Centro de Informações da Aeronáutica (CISA), datado de agosto de 1977 e disseminado para todo o sistema de repressão. O informe, sobre a repressão aos Montoneros, alerta para a chegada de corpos, mortos pela repressão argentina, à Bacia do Rio Uruguai que, após problemas diplomáticos, passaram a ser queimados em fornos públicos. Andrés esteve exilado no México com sua mãe, de julho de 1977 até 1984. Os dois são testemunhas do processo sobre o Plano Condor. Andrés é diretor de cinema e professor do Centro de Investigación Cinematográfica (CIC), em Buenos Aires. Ele está fazendo um documentário, em processo de pesquisa e elaboração, sobre o desaparecimento do seu pai.


Fonte: AFP

Governo tem o maior déficit nas contas públicas desde 1997

Contas do governo têm déficit de R$ 10,5 bi em setembro, o pior para o mês em 16 anos  
Em agosto, a economia com o pagamento de juros foi de R$ 99,5 milhões; déficit de R$ 11,8 bilhões da Previdência foi o grande responsável pelo rombo nas contas públicas 
Em setembro, o governo central (Tesouro, Previdência e Banco Central) registrou um déficit de R$ 10,5 bilhões, o pior resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1997. Em agosto, a economia com o pagamento de juros havia sido de R$ 99,5 milhões, segundo informou nesta quinta-feira o Tesouro Nacional.

O déficit de R$ 11,8 bilhões da Previdência foi o grande responsável pelo rombo nas contas do governo central. Para o resultado, o Banco Central contribuiu com um saldo negativo de R$ 31 milhões, enquanto o Tesouro entrou com um superávit de R$ 1,3 bilhão. No acumulado do ano até setembro, há um superávit primário acumulado de R$ 27,9 bilhões, ante R$ 54,8 bilhões no mesmo período de 2012. Nos nove primeiros meses de 2013, portanto, o saldo correspondeu a 0,80% do Produto Interno Bruto (PIB). A meta do governo central para ao ano é de 1,3% do PIB.

Segundo comunicado do Ministério da Fazenda, o déficit contabilizado no mês passado reflete a "sazonalidade dos gastos previdenciários", com o pagamento da segunda parcela de gratificação natalina à maioria dos segurados e dependentes. O benefício está previsto no decreto 8.064/2013.

As receitas do governo central diminuíram 2,6%, passando de R$ 89,3 bilhões em agosto para R$ 87 bilhões em setembro. As despesas aumentaram 14%, com destaque para o crescimento de R$ 6,2 bilhões nos gastos da Previdência e R$ 4 bilhões nos do Tesouro Nacional.

Fonte: O Globo

Força Russa

Putin supera Obama como homem mais poderoso do mundo na lista da Forbes

Publicação afirma que presidente "continua solidificando seu controle sobre a Rússia e o cenário internacional"

O presidente russo, Vladimir Putin, superou o colega americano, Barack Obama, como o homem mais poderoso do mundo no ranking 2013 da revista Forbes, que tem o papa Francisco em quarto lugar. A Forbes justifica a decisão de situar Putin como o novo homem forte do mundo porque ele "continua solidificando seu controle sobre a Rússia e o cenário internacional".

A lista tem o presidente chinês Xi Jinping em terceiro lugar, seguido pelo papa Francisco e pela chanceler alemã Angela Merkel.   A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, aparece na 20ª posição. [a presença da presidente Dilma,  ainda que entre os 150 primeiro colocados,  já seria mais que suficiente para destruir a credibilidade da lista da Forbes, imaginem colocá-la em 20º lugar.]

A revista americana levou em consideração quatro fatores para selecionar 72 pessoas: sobre quantas pessoas exercem poder; os recursos financeiros sob seu controle; se têm influência em mais de uma esfera; e como utilizam de maneira ativa seu poder para mudar o mundo.

Fonte: AFP 

A baderna coloca o Brasil sob uma situação de exceção; em situação de exceção o Estado fica autorizado a usar medidas de exceção

Especialistas são contra federalizar investigação de vandalismo

Governador Geraldo Alckmin quer punição maior; União e os governos de Rio e São Paulo buscarão alternativas

A partir desta quinta-feira, a União e os governos de Rio e São Paulo buscarão alternativas para combater, em conjunto, os atos de violência que se sucedem a cada novo protesto. Porém, a primeira iniciativa, anunciada por antecipação pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo — a federalização das investigações contra atos de vandalismo —, foi amplamente criticada por especialistas. Segundo eles, são crimes tipicamente locais, e a Polícia Federal já enfrenta enormes dificuldades para cumprir suas próprias atribuições nesses estados, como o combate às ramificações do tráfico de entorpecentes.

Além da federalização, o encontro, hoje à tarde em Brasília, também deve servir para a discussão de uma proposta de mudança na lei para aumentar a punição de quem for flagrado em crimes como dano ao patrimônio e agressão a policiais. A proposta será encaminhada pelo secretário de Segurança de São Paulo, Fernando Grella Vieira. Para o coronel José Vicente da Silva, ex-secretário nacional de Segurança Pública, a reunião de hoje, em Brasília, tem a finalidade principal de estabelecer um acordo nacional que facilite a cooperação entre as polícias locais e a Polícia Rodoviária Federal, de olho não apenas nas manifestações de agora, mas de preparação para o cenário da Copa do Mundo. — Federalizar esse caso é uma coisa insensata, irrazoável, é como se fosse federalizar briga de rua. As manifestações são problemas locais e, como tal, têm que ser resolvidas estritamente pelas polícias locais. A Polícia Federal já tem poucos recursos para cuidar de suas incumbências, ela mal dá conta do combate ao tráfico de entorpecentes no Rio e em São Paulo, não tem nem 50 policiais federais cuidando disso no Rio.

Ex-secretária nacional de Justiça, Elizabeth Süssekind afirma que federalizar as investigações não vai mudar o quadro atual e que é preciso analisar os casos separadamente: — Federalizar esse tipo de atitude não vai mudar nada. É importante que essas questões sejam tratadas localmente, porque a forma como essas pessoas se expressam não é federal. O que acontece no Rio não é o que acontece em São Paulo. Isso não vai resolver.

Já o coordenador do Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Marcelo Paixão, diz que a federalização poderia surtir um efeito parcial. — Se o objetivo do governo federal é operar na essência da repressão, a Polícia Federal tem mais poder de investigação do que as polícias militares dos estados, essa técnica de controle vai ter um efeito — explica Paixão, que teme os desdobramentos dos protestos durante a Copa, em especial a violência que poderá ser praticada pela PM.

Elizabeth diz, no entanto, que a reunião pode ter resultado se os secretários e o ministro sentarem para padronizar ações. Para a especialista, porém, a polícia tem falhado ao atuar nos protestos. Ela lembra que a instituição não tinha contato com manifestações populares há 20 anos e que, em um primeiro momento, ficou completamente perdida. [endossamos a posição da ex-secretária naciona de Justiça, Elizabeth Susseking, quando atribui aos 20 anos de inatividade da polícia o fato de nas primeiras manifestações ficou, digamos, 'completamente perdida'. 
Um outro fato que complicou e continua complicando a eficácia da atuação policial é que todas as autoridades - acovardadas pelo maldito 'politicamente correto' - optam por sempre acusar a polícia - quando a PM age com rigor é acusada de excesso, quando age de forma moderada, com menos intensidade e presteza é considerada omissa.
Outro ponto que precisa ser modificado urgentemente -  além do aumento das penas para os praticantes dos atos criminosos chamados de 'manifestações' - é 'facilitar' o trabalho da autoridade policial na  tipificação dos delitos sob as novas leis.
Apesar de termos a certeza que nada disso será feito, pelo simples razão que tanto o aumento de penas como alteração nos procedimentos de tipificação são de competência da União Federal = desgoverno Dilma = e ao desgoverno não interessa reprimir de verdade os baderneiros, já que todos são 'crias' das ações patrocinadas pelo PT e o próprio desgoverno Dilma.]

Dificuldade para identificação
A proposta de aumentar a punição pelos atos de vandalismo e por agressões a PMs passou a ser defendida em público por Geraldo Alckmin (PSDB) nesta semana, depois dos episódios violentos na região da Rodovia Fernão Dias, supostamente em reação à morte de um adolescente por um soldado da PM. Há suspeita de que as ações que interditaram uma das principais estradas do estado e terminaram em saques e vandalismo tenham sido praticadas por criminosos ligados ao tráfico de drogas que teriam se aproveitado do clima de revolta de moradores da região.

O primeiro a se manifestar a favor de um endurecimento das penas foi o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira. Ontem, o governador Alckmin endossou o discurso. — São duas propostas de alteração da legislação federal. Uma para crime cometido contra o policial, que é um agente de estado. Ele (o crime) deve ser agravado. A outra é para o crime de danos. O fato de não manter presos (manifestantes suspeitos de depredação) estimula o vandalismo e a impunidade — disse Alckmin.

Ex-procurador-geral de Justiça, Grella Vieira será o representante do governo de São Paulo na reunião com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, da qual também participará o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame. Para o secretário paulista, a maior dificuldade encontrada pelas polícias nesse contexto de protestos é individualizar a conduta criminosa, ou seja, apontar quem fez o que nos eventos violentos. [mera desculpa; basta lembrar que no julgamentos dos policiais acusados da chamada 'chacina do Carandiru', policiais foram condenados por lotes - não houve a individualização de qual policial fez o que. Tudo funcionou no esquema: um lote de policiais matou um lote de bandidos.]


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

São Paulo não precisa reforçar seu efetivo policial.



 Estado nenhum deve aceitar a Força Nacional de Segurança – que está sendo desvirtuada em suas funções e transformada em uma milícia do governo petista, com fins midiáticos
Polícia Rodoviária Federal vai reforçar efetivo em São Paulo

Reação vem um dia depois de protesto que bloqueou por quatro horas a Rodovia Fernão Dias
O efetivo da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de São Paulo será reforçado após o violento protesto que interditou os dois sentidos da rodovia Fernão Dias, acesso à Belo Horizonte, na noite de segunda-feira, 28. Segundo afirmou na tarde desta terça-feira, 29, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, policiais do Rio de Janeiro serão deslocados para aumentar a segurança nas estradas que cortam o Estado vizinho. A distribuição do reforço foi acertada em reunião entre a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) e a PRF, na manhã desta terça.

As manifestações com cada vez mais atos de "vandalismo" motivaram Cardozo a convocar os secretários de Segurança Pública do Rio de Janeiro e de São Paulo, José Mariano Beltrame e Fernando Grella Vieira, respectivamente, para discutir procedimento de investigação e contenção da onda de violência presente, especialmente, nos dois estados.  "Infelizmente, em várias das manifestações nas cidades brasileiras têm ocorrido desvio claro daquilo que era uma manifestação pacífica. Parece que essa situação exige que órgãos de segurança pública compartilhem informações e tomem informações em conjunto. Vamos discutir uma estratégia comum para enfrentar o vandalismo. A troca de informações e de dados pressupõe uma ação comum", disse Cardozo, em coletiva de imprensa realizada no Ministério da Justiça.

Essa discussão será levada também ao Judiciário e ao Ministério Público. O ministro pretende se reunir, ainda essa semana, com os presidentes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o ministro Joaquim Barbosa; do Conselho Nacional do Ministério Público, Rodrigo Janot; e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado Coêlho.
As reuniões ocorreram após violentos protestos na Fernão Dias, motivados pela morte de um jovem por um policial militar. Durante o protesto, uma pessoa foi baleada, outras 90 foram presas e vários caminhões acabaram incendiados. "No caso da morte do jovem vitimado em São Paulo, além da nossa solidariedade à família, temos manifestado que se faça uma investigação criteriosa, rigorosa, dos fatos, para que a sociedade saiba as razões que levaram a essa situação", disse Cardozo. [depender da vontade do garboso Cardozo os culpados serão sempre os policiais.]

Como adiantou na manhã desta terça à Rádio Estadão, Cardozo negou a intervenção da Força Nacional em São Paulo. "Não houve, até o momento, nenhuma solicitação por parte do governador de São Paulo", afirmou. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo reiterou não ter pedido o reforço.  "Ali em São Paulo a situação é diferenciada do que ocorre em outros Estados. São Paulo tem um grande efetivo que pode atuar. Acredito que, com os homens que têm lá, a PM, a Polícia Civil, a PRF, e se necessário, a Polícia Federal, é suficiente para atender essa situação", ressalvou Cardozo.

O ministro destacou ainda que a ação de vândalos que acabam atuando nos protestos tem sido monitorada de perto pelas áreas de inteligência das policiais estaduais. Agora, eles pretendem analisar se existe uma "federalização" dos conflitos. "Vamos discutir se há uma competência da Polícia Federal para promover inquéritos ou não", destacou.

Vandalismo, democracia e "Anarquismo"!



 Vandalismo, democracia e "Anarquismo"!
A falta de conhecimento histórico do "O Globo" no seu editorial de 30/10, Vandalismo, democracia e fascismo, é vergonhosa, ou propositalmente esquerdista, ao associar os Black Blocks ao fascismo, culpado um inimigo histórico da esquerda no passado.

                                                                      BLACK BLOC

Os Black Blocks,  com suas bandeiras em vermelho e preto, tem sua origem na Alemanha. O termo Black Bloc (Schwarzer Block) foi usado pela primeira vez por um promotor da Alemanha em 1981, ao tentar acusar um grupo violento de manifestantes por associação a um movimento terrorista. Na época, seus adeptos aderiram aos protestos contra a energia nuclear e a construção de mais uma pista de decolagem no aeroporto de Frankfurt.

O Black Bloc é hoje mais uma tática anarquista do que uma organização. E não é exclusividade do Brasil, embora tenha ganhado notoriedade nos últimos meses no país. Seus adeptos estiveram, por exemplo, na convulsão social de março de 2011 em Londres e nas marchas estudantis chilenas; causaram confusão nas manifestações de janeiro passado no Egito, quando se lembrou um ano da revolução; e se infiltraram nos recentes atos contra o governo da Turquia.

O interessante é que o editorial também não questiona se esses "black bodes" estão colocados na "sala" propositalmente para enfraquecer os legítimos protestos contra o governo de esquerda. E também, o inaceitável fato de que praticamente ninguém foi preso, indiciado ou responsabilizado pela "coordenação" dos vandalismos e que ainda a “inteligência” do governo não saiba quem são eles, talvez, tenha vergonha de perguntar para o "Mr. President Obama".  

A crítica acima foi transcrita do Site DEFESANET

Segue abaixo o editorial de O Globo, 30/10/2013

Vandalismo, democracia e fascismo
Confirmou-se a queda no apoio às manifestações na mesma medida em que grupos violentos, autointitulados Black Blocs, passaram a ganhar espaço nas ruas. Em São Paulo, pesquisa da Datafolha realizada antes do quebra-quebra de sexta, no Centro, no terminal de ônibus do Parque Dom Pedro, detectou que 66% concordavam com os atos, contra 89% em junho, ponto de partida da mobilização. Os vândalos já eram desaprovados por 95%.

O resultado pode ser estendido para todo o país, sem erro. A questão agora, e cada vez mais, é que estes grupos fiquem isolados e sejam tratados por instrumentos que tem o Estado para defender a sociedade e a lei. Deve-se, ainda, cobrar do poder público um mínimo de eficiência neste trabalho policial, para que haja efetiva contenção do vandalismo, e com baixo grau de letalidade. Será dramático se houver mortee os embates ganham tal dimensão que este risco está presente.

Entre as imagens que ficarão destes tempos estará a foto do coronel da PM paulista Reynaldo Rossi, no tumulto de sexta-feira, em São Paulo, sendo espancado por Black Blocs enquanto seu segurança, um soldado à paisana, empunhava a pistola para defendê-lo, mas com o dedo longe do gatilho. Sensata também foi a oportuna decisão do coronel de gritar para a tropa não reagir. [sensatez apenas do lado responsável pela contenção dos distúrbios vai ser interpretada como leniência, pusilanimidade e contribuir para a intensificação dos atos de vandalismo e quanto mais sensato o lado responsável pela aplicação da lei for, mais agressivo se tornarão os vândalos.]

Numa das equilibradas declarações que deu, depois, já com o lado esquerdo do tronco imobilizado, devido a uma fratura na clavícula, o coronel abordou um aspecto-chave neste novo tipo de crise de segurança que Rio e São Paulo enfrentam de forma mais direta: “(...) A ação deste grupo transcende a atuação da PM. Temos de contar com a sociedade, repudiando a ação deles. Eles não podem se sentir à vontade para se apropriar de manifestações legítimas.” [bandidos não são contidos pela sociedade, apenas e tão somente pela autoridade e mesmo assim com o uso da força dentro dos limites necessários.]

Há análises variadas sobre a origem deste surto de violência. Desde a identificação de uma espécie de frustração de uma franja da juventude da chamada “nova classe média”, não qualificada pelo ensino público básico para ascender socialmente, até a infiltração, pura e simples, de bandidagem e de interesses do submundo político — aspectos que não se excluem. [a origem principal dessa violência provém de marginais a serviços dos interesses escusos do desgoverno federal – com destaque para os bandidos do Movimento Passe Livre – MPL (que promove a baderna quando o alvo é patrimônio do Estado ou Município e no momento em que os ataques são contra alvos federais, o MPL some, diz não ter interesse na baderna, serem pacíficos, etc.) e para os bandidos da gang black bloc que são milicianos a serviço do PT.
O interesse do desgoverno em promover essa bagunça é mais que notório: permitir ao desgoverno o uso legal da força a pretexto de restabelecer a ordem e assim conseguir o que não conseguiram com o terrorismo praticado durante o Governo Militar.]

Mas o ponto central, agora, é o isolamento do vandalismo, pois, longe de exercer o direito democrático à livre manifestação, ele atenta contra a própria democracia, por desafiá-la. O direito à total liberdade de expressão se refere ao conteúdo da mensagem expressa, não do meio. Por mais liberal que seja o regime, violência não pode ser admitida. Eis por que o espanto quando professores sindicalistas apoiaram os Black Blocs. Tanto que militantes discordaram dos companheiros, e com acerto. Também assusta a simpatia para com vândalos em meios intelectualizados. Hordas de depredadores nas ruas remetem ao fascismo e sua prática de perseguir e agredir fisicamente quem ele considera inimigo. Foi assim na Europa nas décadas de 30 e 40 do século passado.

Fonte: Editorial - O Globo

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