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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

As marcas do ano que inicia



Cinquenta anos depois outro ano deverá entrar para nossa história em consequência da ação predatória da esquerda tupiniquim, retrógrada e sem imaginação ou criatividade.

2014 marca o jubileu de ouro do movimento civil e militar que se contrapôs, por antecipação e repúdio, ao assalto comunista ao poder da República, evitando a deflagração de uma sangrenta guerra civil e dando início às operações de guerra irregular, terrorista, para a qual, há muito, se preparavam os fanáticos da utopia totalitária. O ano de 2014 traz consigo também outras marcas que caracterizam ou caracterizarão mais uma tentativa de tomada do poder, a quarta, pela exploração da ignorância e das desigualdades sociais, mazelas eternizadas como bandeiras de direitos que nunca e em lugar algum os comunistas foram capazes ou tiveram a intenção de eliminar. 

A insegurança pública, a violência, a compensação do crime, a impunidade e, principalmente, a omissão do governo marcam a conquista da cifra anual de 50 a 60 mil vítimas fatais.  

 A incompetência administrativa, a corrupção endêmica, os investimentos sem retorno em países aliados do Foro de São Paulo e a sustentação, entre outras mazelas, da demagogia governamental, tudo às custas de impostos escorchantes, marcam o caos irremediável da economia brasileira. A irresponsabilidade e o superfaturamento marcam a Copa do Mundo do atraso e da vergonha nacional, a ser realizada sob a ameaça do repúdio popular, da desordem, da insegurança e do vandalismo.

A desmoralização da família, o escracho às normas da moral cristã e o desrespeito à lei, à ordem e à convivência social marcam a exacerbação das manifestações predatórias de anarquistas, vândalos com e sem bandeiras. 

A suspeição de fraude cibernética em urnas eletrônicas, a ameaça de baderneiros, de criminosos, comuns e organizados, e a ação de movimentos guerrilheiros, rurais e urbanos, ditos sociais, serão as marcas das eleições presidenciais. A covardia, a conivência e a deslealdade do governo marcam o desgaste e o desprestígio das Forças Policiais, Militares e Civis, podendo, a qualquer momento, ser motivo ou estopim de paralisação geral em qualquer dos eventos previstos para o ano.

Há mais, muito mais marcas a se juntar ao fatídico repertório de fatos e ameaças que pairam sobre a agenda do ano que inicia e que, certamente, entrará para a história como um dos mais agitados e, quem sabe, sangrentos dos 514 anos de Pindorama!  Nesta sequência e em meio ao caos generalizado, todos sabem, particularmente o governo, principal responsável por todo este descalabro, que somente as Forças Armadas serão capazes de minimizar os danos e pôr alguma ordem na casa, a custa, logicamente, de desgaste e de efeitos colaterais cuja responsabilidade, em qualquer caso, lhes serão atribuídas pela deslealdade e pela covardia dos dirigentes políticos.

Por formação profissional, quero crer que o acompanhamento desta conjuntura e a projeção de cenários catastróficos estejam a orientar e a motivar o planejamento e o preparo para as difíceis e desgastantes operações que o futuro quase imediato lhes reserva. Mais do que nunca as lideranças militares e as atitudes de liderança e de coragem física e moral serão exigidas ao máximo porque delas dependerá, exponencialmente, o sucesso de mais este desafio que se impõe a Forças que trazem em seus invejáveis currículos nada menos do que a marca exclusiva da vitória!

Fonte: A Verdade Sufocada - PChagas

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