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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Bagunça generalizada no DF – Cada povo tem o governo que escolheu – quem mandou votar no PT, no AgnUlo Queiroz? Gilberto Carvalho vai ao local do confronto entre PM e MST apoiar João Pedro Stédile (chefe da GANG) - Governado do DF, AgnUlo Queiroz, PT-DF, proíbe uso do BOPE na repressão aos baderneiros do MST



CAOS EM BRASÍLIA – E tem tudo para piorar – PAROU BRASÍLIA 
Agnelo Queiroz proíbe o BOPE - tropa de elite da PMDF - de atuar na repressão à baderna do MST = "movimento social terrorista"
Marcha com 16 mil integrantes do MST fecha vias N1 e S1 no Eixo Monumental
O grupo segue em direção a Embaixada dos Estados Unidos, informou o Bptran
Os motoristas que passarem pela via N1 e S1 do Eixo Monumental devem ficar atentos às alterações no trânsito. De acordo com o 1º Batalhão de Polícia de Trânsito (Bptran), o trânsito foi bloqueado devido a um protesto do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), que começou por volta de 14 horas.

  Marcha do MST segue em direção à Esplanada dos Ministérios
Absurdo só aceitável em Brasília – governada pelo PT – e capital do Brasil – também governado pelo PT.
Uma das vias mais importantes da Capital Federal, que dá acesso a Praça dos Três Poderes – sede dos Três Poderes da República – é bloqueado por baderneiros, marginais a serviço da desordem e do crime

Segundo os organizadores, a marcha do MST conta com 16 mil pessoas que, até o momento protestam de forma pacífica. Após sair do ginásio Nilson Nelson, o grupo segue pelo gramado central em direção à via S1, que teve quatro das seis faixas bloqueadas. A previsão é de que o grupo siga pela via S2. O protesto deve terminar diante da embaixada dos Estados Unidos.

O Bptran recomenda que os motoristas desviem pela via que dá acesso ao Colégio Militar de Brasília e contornem o ginásio até o Tribunal de Contas ou sigam pelo Parque da Cidade - que  também já está congestionado. Mais cedo, cerca de 750 crianças chamadas de "sem-terrinha" e professores ligados ao MST foram até o Ministério da Educação (MEC), na Esplanada dos Ministérios para protestar contra o fechamento das escolas do campo e a precarização do trabalho dos professores da área rural.

Ônibus fecha acessa de outros coletivos à Rodoviária do Plano Piloto e é abandonado por motorista
Após protesto, ônibus libera saída de coletivos na Rodoviária do Plano Trecho foi liberado pelos motoristas por volta das 13h desta quarta-feira
O ônibus que impedia saída de outros coletivos da plataforma inferior da rodoviária do Plano Piloto, que dá acesso ao Eixo Monumental, liberou o local por volta das 13h desta quarta-feira (12/2). A ação é em protesto pela liberação da rescisão de contrato de empregados da empresa Riacho Grande, antiga Rota do Sol, para trabalharem em outras empresas. Outros rodoviários reivindicam atrasos de salário. Funcionários da Viplan também participaram do protesto.


Ônibus da empresa Riacho Grande, antiga Rota do Sol, impediu a saída de outros veículos da rodoviária
De acordo com o motorista Dílson Martins, hoje seria a liberação da rescisão do contrato. Ele disse que está parado desde dezembro esperando a conclusão da transferência da Riacho Grande para a empresa São José. Os manifestantes negociaram com o secretário de Transportes, José Walter Vazquez Filho, e o presidente da TCB, Carlos Koch, que afirmaram que o protesto não tem nenhuma relação com o Sindicato dos Rodoviários. "Os manifestantes tiveram sorte de não serem presos", declarou Koch. De acordo com Vasquez, a situação já está resolvida. "A empresa deve pagar os funcionários pelo sindicato ainda hoje. Caso os rodoviários não recebam, eles podem me procurar", afirmou. Os motoristas e cobradores devem começar a trabalhar na empresa Urbi na quinta-feira (13/2).

Ameaça de invasão do MST interrompe sessão do STF
Clima é tenso na Praça dos Três Poderes - Segundo a Polícia Militar do DF, o protesto conta com 15 mil pessoas - Pelo menos 32 policiais ficaram feridos, segundo a GloboNews

A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta quarta-feira foi interrompida abruptamente quando manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) ameaçaram invadir o prédio, que fica na Praça dos Três Poderes, em Brasília. No momento da confusão, quem presidia a sessão era o vice-presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski. Segundo a Polícia Militar do DF, a marcha do MST conta com 15 mil pessoas. O clima é tenso no local. A PM chegou a atirar balas de borracha e bombas de efeito moral. Os manifestantes revidaram atirando pedaços de madeira. Segundo a GloboNews, pelo menos 12 policiais militares teriam ficado feridos por paus e pedras atirados pelos manifestantes.  Fui informado agora pela segurança que o tribunal corre o risco de ser invadido. Vamos fazer um intervalo na sessão — disse o presidente interino do STF.


 Policiais entram em confronto com manifestantes do MST Jorge Willian / O Globo
Ao contrário do que informou a assessoria de imprensa do STF, a sessão foi retomada após as 17h. A confusão ocorreu por volta das 16h10. Os manifestantes derrubaram uma cerca de metal e conseguiram furar parte do bloqueio formado por seguranças do STF. Houve troca de agressões físicas entre os seguranças e os manifestantes. No momento da correria, o tribunal julgava um processo de paternidade que corre em segredo de justiça. O policiamento teve de ser reforçado na área.

O trânsito ficou congestionado com várias pistas bloqueadas na tarde de hoje. Após sair do ginásio Nilson Nelson no início da tarde, o grupo seguiu primeiro até a Embaixada dos Estados Unidos onde houve também um inicio de tumulto. A PM reforçou a segurança apesar de uma pequena correria. Em frente à embaixada americana, eles gritaram palavras de ordem contra o uso de agrotóxico e a espionagem americana. — Estamos em frente a esta bandeira de ódio que é culpada pela atual situação mundial do agronegócio — gritou um dos manifestantes.

O grupo pretende entregar uma carta à presidente Dilma Rousseff com doze pontos de reivindicação. Entre eles, o assentamento imediato de famílias, melhorias na infraestrutura de escolas, hospitais e transporte. Segundo o movimento, são mais de 100 mil famílias acampadas em todo país. O MST critica o governo Dilma. Na avaliação de líderes, a reforma agrária no atual governo foi “pífia”. — O assentamento do governo Dilma foi o pior desde dos anos 60 — disse Roberto Baggio, da coordenação nacional do movimento.
Neste momento, a marcha está dividida com um grupo em frente ao Supremo e outro perto do Palácio do Planalto.


  Fonte: Correio Braziliense e O Globo

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