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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Há cinco décadas o Glorioso e Redentor MOVIMENTO CONTRARREVOLUCIONÁRIO de 31 de março de 1964 venceu mais uma vez os traidores da Pátria

Há cinco décadas…
Há cinco décadas, o Brasil estava à mercê de grupos de esquerda que fizeram de João Goulart o arauto de suas ideias revolucionárias, crédulo de uma falsa liderança que pensava exercer e que lhe obliterou a capacidade de análise dos fatos que fugiam ao seu controle.

A incitação de Leonel Brizola ao desrespeito às regras disciplinares nos quartéis e fora deles, ponto nevrálgico da hierarquia militar, com o intuito de abater o moral das Forças Armadas para atraiçoá-las, por meio de militares sublevados, abriria caminho à implantação de um governo sindicalista marxista, o que ocasionou a decisiva atuação dos Chefes Militares.

Há cinco décadas, portanto, o termômetro político registrava alto grau de tensão. Goulart, manobrado por seu cunhado Brizola e por militantes radicais que o inflamavam a pôr-se, de maneira violenta, contra o Estado organizado, prometeu “represálias do povo (O CRUZEIRO Extra – Edição Histórica, p. 8) no seu último discurso como presidente, na derradeira manifestação no Automóvel Clube do Brasil. 

Palavras explosivas que conduziriam a uma guerra civil e que vieram a exigir a pronta resposta das Forças Armadas na defesa do Estado Brasileiro contra a anarquia que comunistas, aliados a indignos militares, decidiram instalar no país.

Há cinco décadas, a Família, mais estruturada, mais unida, mais respeitada, veio às ruas em defesa da Nação, do sossego de seu lar, do futuro de seus filhos, ameaçados por uma minoria sem laços afetivos com o país, idólatras de regimes estranhos.

Há cinco décadas, a Igreja, mais religiosa, mais cônscia dos seus deveres com os fiéis, mais coerente entre suas pregações e suas ações, participou, de maneira efetiva, junto à Família, do movimento de apoio à constitucional intervenção militar.

Há cinco décadas, a Mulher, mais decidida, mais resoluta, mais instruída, mais inserida nas questões políticas, tinha consciência de que o entulho vermelho traria a desgraça aos brasileiros e permitiria a entrada de tacões estrangeiros encharcados do sangue de outras vítimas atraiçoadas. A sua participação a dignificou, o que não se pode dizer da mulher atual, desinformada, por isso, omissa, em consequência, cúmplice.

Há cinco décadas, a Imprensa, mais investigativa, mais inteligente, mais culta, mais patriota, aliou-se às Instituições anteriores e, em Editoriais e manchetes, execrava a ousadia da esquerda em atentar contra as estruturas da nacionalidade e clamava por uma atitude terminante das Forças Armadas, às quais cabem intervir, sempre, em defesa da integridade institucional ameaçada, na ocasião, pelas ostensivas manifestações dos insurgentes que visavam à ruptura do Estado.

Enfim, há cinco décadas, havia uma Sociedade, mais esclarecida, mais atuante, que se fez presente nas ruas centrais da cidade do Rio de Janeiro, apoiando a decisiva atuação do Exército que, atendendo ao seu clamor, fez retornar ao país o equilíbrio político, a paz social e a unidade militar, que renegados, estroinas que ainda infestam o Brasil, pretendiam solapar.

Tudo aconteceu há cinquenta anos, porém, o germe da perfídia fora fecundado muito antes, e com o surgimento de Luiz Carlos Prestes, nasce a serpe, e o bote traiçoeiro, o crime sórdido da traição (Intentona Comunista de 1935) é consumado. 

Há cinco décadas, João Goulart, atentando contra a segurança da pátria e a instabilidade de suas Instituições, proporcionou a criação de um clima propenso a uma quartelada ou a uma nova Intentona. Os militares se anteciparam.

Ao combativo jornalista David Nasser, onde quer que esteja, peço permissão para ajustar as suas palavras ao momento atual, redigidas há cinco décadas, em favor da Contrarrevolução que se fez urgente:  

Os mais de dez anos de silêncio dos militares não significam mais de dez anos de capitulação, mas de prudência, de silêncio para o grande despertar da nacionalidade.  
(Original em O CRUZEIRO Extra, Edição Histórica, p. 4)

Se tarda esse novo despertar é porque a ‘sociedade cidadã’ ignora o que significa ‘nacionalidade’.

Por: Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa, membro da Academia Brasileira de Defesa. 

Transcrito do Clube Militar - A Casa da República
 

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