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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Justiça cancela todos os beneficios do condenado Delúbio Soares - o mensaleiro perdeu a barba e os privilégios

Justiça do DF suspende direito de Delúbio ao trabalho
Em razão de privilégios indevidos, Vara de Execuções Penais corta todos os benefícios concedidos ao petista – incluindo o direito de passar o carnaval com a família

Após privilégios indevidos, Delúbio perde direito ao trabalho - Decisão foi tomada na noite desta quinta-feira pela Vara de Execuções Penais (VEP)


 Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT e condenado no processo do mensalão, deixa o Centro de Progressão de Pena (CPP), onde cumpre pena em regime semiaberto, e vai para seu primeiro dia de trabalho na CUT nacional (Sérgio Lima/Folhapress)
A Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal determinou nesta quinta-feira a suspensão cautelar dos benefícios externos concedidos ao ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares. A decisão é consequência dos privilégios concedidos ao petista no Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Brasília, sob administração do governo de Agnelo Queiroz (PT). Isso significa que Delúbio ficará temporariamente impedido de exercer sua função na Central Única dos Trabalhadores e permanecerá no Centro de Internação e Reeducação (CIR), em tempo integral. Também perderá o direito de deixar o presídio para passar o carnaval com a família.

A VEP também determinou que o governo informe, em até 48 horas, se tem condições de manter os presos do mensalão sob sua custódia e se já abriu alguma sindicância para investigar os casos de tratamento privilegiado. Além disso, a Vara de Execuções Penais pede a lista completa de todas as pessoas que estiveram na Papuda para visitar os presos do mensalão - sejam autoridades ou não. A intenção é averiguar se os mensaleiros receberam familiares e amigos fora dos dias e horários de visita. 

Como VEJA mostrou, as mordomias de Delúbio - como o direito a um cardápio diferenciado e a visitas fora do horário - foram mantidas mesmo após determinações anteriores da própria VEP. Quando a carteira do petista desapareceu dentro do presídio, os agentes impediram os demais presos de deixarem a cela até que o objeto fosse encontrado. Os privilégios derrubaram dois diretores do CPP nos últimos dias.

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