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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

PT não quer retorno de Pizzolato - que teria dossiê contra quem se salvou de condenação no Mensalão

Os petralhas não têm o menor interesse que Henrique Pizzolato seja extraditado pela Itália - depois da prisão pela Polícia Federal, ontem, em Maranello. Publicamente magoado com o PT, que ajudou a fundar, Pizzolato seria o principal arquivo vivo das operações de transferência de grana do Mensalão. Pizzolato teria informações capazes de comprometer figurões  que ficaram de fora ou escaparam de condenação na Ação Penal 470.

Aos 61 anos, Pizzolato sabe que corre o risco concreto, se voltar ao Brasil, de se transformar em um “Celso Daniel”. O temor da petralhada é que Pizzolato, quando vier preso ao Brasil, revele segredos sobre os esquema muito além do Mensalão. Pizzolato e sua mulher Andréa Haas, já espalharam para todos que existe um dossiê comprometedor, que vem à tona, caso corra risco de vida. A sorte dele – que tem dupla cidadania – depende do governo italiano.

Na Ação Penal 470, o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil e ex-dirigente do poderoso fundo de pensão Previ foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão por formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro. Se a Itália o extraditar, vai cumprir pena em regime fechado. Pizzolato teria de pagar a mais alta multa aplicada aos mensaleiros, até agora: mais de R$ 1,3 milhão (valor ainda sem correção). Mas o grande acerto de contas de Pizzolato é com seus companheiros do PT.

Os petralhas ainda se recordam da ameaça feita pela mulher de Pizolatto, Andrea Eunice Haas, no final do depoimento dado á CPI dos Correios, em dezembro de 2005: “O PT vai pagar o que fez com ele”... Por enquanto, a conta ainda não está quitada. No entanto, existem suspeitas de um “acerto”. Suspeita-se que Pizzolato fugiu do Brasil, via Argentina, usando um passaporte falso em nome de seu falecido irmão Celso Pizzolato, contando com a ajuda dos petralhas - que preferem ele bem longe do Brasil.

O azar da petralhada foi que uma das bandas anti-governista da Polícia Federal seguiu todos os passos de Pizzolato, desde a fuga. Os petralhas podem ter novos dissabores se for investigada, a fundo, a recente movimentação de contas que Pizzolato mantinha na Suíça. Ainda não se sabe se ele agiu apenas para si, ou se também operou para o esquema mensaleiro.

O Ministério Público Federal já investiga se existe alguma relação entre as movimentações de conta de Pizzolato no exterior e uma volumosa remessa de dinheiro para o Brasil, coincidindo com as vultosas doações para os super-arrecadadores José Genoíno e Delúbio Soares. As recentes operações de Pizzolato teriam sido monitoradas pela Polícia Federal e pelo Coaf (órgão que investiga as atividades financeiras no Brasil).

A partir da prisão de Pizzolato que a petralhada prefere que seja asilado pelo governo italiano -, ficou evidente que existe um plano concreto para assassinar a reputação de muitos operários de alto escalão do Partido dos Trabalhadores. A safadeza petralha contra o STF – debochando da Justiça brasileira - começa a dar resultados negativos para o governo do crime organizado...

A corrupção e a impunidade continuam imperando no Brasil. Mas, a exemplo do que ocorreu no julgamento do Mensalão, o chamado rigor seletivo tende a atingir os alvos petistas. Certeza disso é se houver, repentinamente, uma guinada em favor de celeridade e punição exemplar a todos os envolvidos no Rosegate. Se o processo que investiga a melhor amiga e ex-super-secretária de Lula avançar, em pleno ano reeleitoral, aí sim a arrogante petralhada deve temer pelo futuro...
Fonte: Blog Alerta Total - Jorge Serrão

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