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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

REAGE FLAMENGO: busca compensar a omissão das autoridades no combate aos criminosos e a proteção dispensada por grupos sempre prontos a apoiar DIREITOS HUMANOS para bandidos, esquecendo os DIREITOS dos HUMANOS DIREITOS

Site prega ‘livrar o Aterro de gays, cracudos e mendigos’

Outras páginas que incitam o ódio contra minorias proliferam nas redes de sociais

 A imagem do ator americano Charles Bronson (1921-2003), ícone do cinema western e de filmes de ação, empunhando uma pistola cromada, dá o tom da página “Reage Flamengo! Queremos nosso bairro de volta!” no Facebook. Com 142 integrantes, o grupo fechado vem difundindo desde outubro passado mensagens de ódio contra minorias e convocando adeptos a participarem de rondas para “livrar o Aterro do Flamengo de gays, cracudos e mendigos”. 

A página do Reage Flamengo com a imagem de Charles Bronson Reprodução do Facebook  - Charles Bronson atuou em uma sequencia de filmes denominados DESEJO DE MATAR e que expressavam a revolta de um cidadão que teve toda a família assassinada por bandidos e que não foram punidos pelas autoridades policiais e judiciárias, obrigando a busca da JUSTIÇA PELAS PRÓPRIAS MÃOS

A defesa da intolerância, contudo, não é uma singularidade da página “Reage Flamengo!”. Há pelo menos um ano, proliferam pelas redes sociais grupos que pregam a homofobia e o uso da violência contra negros, moradores de rua, nordestinos e dependentes de drogas. É o caso da página “Grupo Anticracudos”, que tem pouco menos de cem seguidores.

Por meio das redes sociais, os membros dessas espécies de irmandades fechadas também destilam o ódio em mensagens de apoio a barbáries como a ocorrida na noite da última sexta-feira, quando um adolescente, de 15 anos, suspeito de praticar roubos no Flamengo, foi espancado e preso com uma tranca de bicicleta, nu, a um poste.

Testemunhas contaram que, na noite seguinte ao episódio, pelo menos 30 homens perseguiram e agrediram moradores de rua e gays, que circulavam pelo Aterro do Flamengo. Por meio de mensagens postadas nas redes sociais, os membros desses grupos costumam marcar como ponto de encontro a Praça São Salvador. Foi de lá que teria partido uma ronda.

Segundo Eliseu Neto, psicanalista e integrante do comitê de cidadania LGBT carioca e do núcleo LGBT do PPD, pelo menos três jovens foram agredidos e perseguidos no Aterro do Flamengo devido à opção sexual deles. Os relatos, lembra Eliseu, foram postados em sua página no Facebook: — Eles não atacam apenas gays ou mendigos, mas qualquer pessoas com quem eles criem implicância — disse Neto, que participará hoje de uma reunião sobre esse assunto no Comando-Geral da PM.

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