Visitantes desde 1º junho 2013

Free counters!

Blog Prontidão Total

Blog Prontidão Total

Este espaço é primeiramente dedicado a DEUS, a PÁTRIA, a FAMÍLIA e a LIBERDADE.

Vamos contar VERDADES e impedir que a esquerda, pela repetição exaustiva de uma mentira, transforme mentiras em VERDADES.

Escrevemos para dois leitores: “Ninguém” e “Todo Mundo” * BRASIL Acima de todos! DEUS Acima de tudo!

NOS VISITE!!! ENTRAR!!! CONTINUAR>>>


COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

BRASIL! ACIMA DE TUDO

IMPOSTÔMETRO

Ad Sense

domingo, 30 de março de 2014

As copas de Garrastazu e Dilma

A frase é velha, mas espelha a alma nacional: o Brasil é o país do futebol. Por isso mesmo, soam estranhos gritos nas ruas: "não vai ter Copa". Essa campanha contra o evento esportivo mais importante do mundo só entra na cachola quando se intui que seu alvo não é o futebol, mas os governos, os escândalos de corrupção, as coisas mal feitas e, no meio da algaravia, a anatomia arquitetônica de arenas esportivas se sobrepondo, no entorno, à lama de becos e ruelas, ônibus estropiados, filas intermináveis em postos de saúde e corredores de hospitais locupletados de macas.

Sob essa teia do presente, emerge a imagem do passado, a Copa de 70, aquela em que um general de amedrontador sobrenome, Garrastazu Médici, de nome Emílio, dominava a cena por inteiro. [curioso que o general de "amedrontador" sobrenome  {general-de-exército EMILIO GARRASTAZU MÉDICI} era aplaudido quando chegava ao Maracanã, já Lula e Dilma - nomes que não amedrontam... suponho... são vaiados.]  Tempos de emoção, dor e medo. Tempos de uma polifonia controlada, diferente desses nossos tempos internéticos, quando só se permitiam as vozes das ruas caso quando acompanhadas pelo som de fanfarras que buzinavam as glórias do futebol.

Quanta emoção assistir pela TV a vitoria da seleção canarinho naquele memorável 21 de junho de 1970: 4 a 1 sobre a Itália. Que orgulho ver a nossa artilharia pesada com seus 19 gols, um a cada 28 minutos. Milhões de brasileiros repartindo seus sentimentos entre a vibração e o torpor, como se ambos fossem elos de uma mesma corrente. A máquina da ditadura, girando sobre o psiquismo das massas, dobrava ânimos. Pelé, Tostão, Gérson, Rivelino, Jairzinho e Carlos Alberto, esculpiam, nos campos do México, a face risonha dos brasileiros; em outra banda, o poderoso Garrastazu manobrava sua batuta, ora para reger o coro da Copa, com o refrão "90 milhões em ação", ora manobrando os eixos de chumbo de seu governo.

A orquestra cívica tocava a sinfonia do desenvolvimento com segurança. [ENQUANTO AGORA VIVEMOS O "ATRASO COM BADERNA e INSEGURANÇA".] A catarse fazia acorrer às ruas engalanadas milhões de brasileiros, convocados para receber os campeões mundiais em seu desfile no caminhão de bombeiros. Bandeiras, urros, fogos de artifício, bares despejando no ar vapores de cerveja e cachaça. Passada a euforia, a alma nacional recolhia-se em contrito silêncio, contendo o medo, a angústia, a impotência.

Nas salas palacianas, recolhia-se ele, Médici, o sisudo general que aliviava a férrea imagem com um radinho de pilha colado ao ouvido, o mesmo que tentou escalar Dadá Maravilha para a seleção. João Saldanha, o primeiro técnico, soltou um berro para gáudio da galera: “Presidente escala ministério; a Seleção, escalo eu”. Zagalo tomou o seu lugar.

De um lado, a lâmina do facão cortando, de outro, a catarse coletiva se espraiando. Dor e prazer forçados a conviver, a estética dos estádios imbricando-se à tétrica anatomia das prisões. Sobre todos, pairava a sensação de estar sendo vigiado, seguido, perseguido; era assim nos escritórios, nas ruas, nos bares, nas esquinas, nas livrarias, nas salas de aula.
A personagem de Metamorfose, de Kafka, cai bem. Gregor Samsa, certa manhã, ao abrir os olhos, após sono inquieto e atormentado, viu-se transformado em monstruosa barata. Não foram poucos os brasileiros que se identificaram com aquele corpo deitado de costas, pernas para cima, com dificuldade para se virar e sair andando. Um terror que a conquista do tricampeonato nas arenas mexicanas procurava encobrir.

A névoa de 44 anos deixa ver ainda com nitidez a era Médici, até porque, às vésperas de mais uma Copa, e desta vez, no habitat da seleção Canarinho, a melhor hipótese está, há tempos, bem definida: o Brasil vivenciará a maior catarse coletiva de sua história. Por quê?
Eis algumas razões: o Brasil quer se livrar do fantasma de derrota no Maracanã em 1950; respira hoje ares democráticos; vive o ciclo da intensa dinâmica social, de modo que os 30 milhões que ascenderam à classe média poderiam usar seus pulmões para disseminar o ar de felicidade, entoando refrãos cívicos mais fortes que o “Salve a Seleção” e o “Pra frente, Brasil”, da letra do clássico escrito por Miguel Gustavo em 1970. [infelizmente os BRASILEIROS DO BEM, os BRASILEIROS PATRIOTAS vão ser punidos com a segunda derrota da seleção em terras nacionais - não chegando sequer as quarta-de-final; afinal será o castigo justo e merecido aos brasileiros que elegeram e reelegeram um Ignorantácio Lula da Silva, presidente da República, e elegeram uma Dilma para o mesmo cargo - três eleições seguidas e que aviltaram aquele cargo; cargo  que Médici, Castelo Branco, Geisel, Costa e Silva, Figueiredo e outros dignificaram.]
Mas a catarse virá, caso a seleção ganhe a Copa? Pode ser. Mas o fato é que não há mais disposição do povo para ser joguete nas mãos de políticos. A índole dos cidadãos mudou. Não significa concluir que muitos brasileiros estão contra a realização da Copa em nossas arenas, algumas ainda em fase de conclusão.

A manifestação de contrariedade tem um alvo claro: a irresponsabilidade dos governantes. Não se admite que, em pleno século XXI, políticas populistas sejam usadas para alavancar e/ou prejudicar perfis, governantes, candidatos ou quaisquer atores do palco político. Nas últimas quatro décadas, a evolução do pensamento nacional ajudou a combater muitas mazelas. O voto de cabresto foi uma delas. A realização da Copa do Mundo no ano das eleições abre vasto terreno para exploração política. Ocorre que o eleitor sabe identificar os oportunistas. O acervo negativo que, nos últimos anos, se abateu sobre a sociedade abriu uma corrente de reações.

Hoje, o Brasil se apresenta como um dos mais avançados territórios do planeta nas frentes da conquista de direitos, igualdade de gêneros e promoção da cidadania. Sobre a base de uma democracia em consolidação, apesar de intermitentes crises no bojo de suas instituições, o país avança. A Copa da era Dilma, diferente da Copa dos anos de chumbo do governo Médici, não deverá ser usada como armadura política. Quem se arriscar a pegar nessa ferramenta para se aproveitar poderá cair do cavalo.

Dilma é uma ex-militante que sofreu nos cárceres o peso da opressão. Sabe que não se fabrica alegria em laboratórios artificiais. Precisa entender as manifestações de rua como expressão de uma democracia que oxigena os pulmões sociais. E saber tirar lições, entre as quais a de que o produto nacional bruto da felicidade resulta de bem-estar geral do povo. Nas vésperas da Copa, é possível sentir que o corpo social está com febre. E carece remédio.

Por: Gaudêncio Torquato, jornalista, professor titular da USP, consultor político e de comunicação. Twitter: @gaudtorquato

Nenhum comentário:

Pesquisa personalizada