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Blog Prontidão Total

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Este espaço é primeiramente dedicado a DEUS, a PÁTRIA, a FAMÍLIA e a LIBERDADE.

Vamos contar VERDADES e impedir que a esquerda, pela repetição exaustiva de uma mentira, transforme mentiras em VERDADES.

Escrevemos para dois leitores: “Ninguém” e “Todo Mundo” * BRASIL Acima de todos! DEUS Acima de tudo!

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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Copa do Mundo. Ou da Fifa?



O presidente da Fifa, Joseph Blatter: em sua gestão, o país sede tem o direito de ficar calado.
Julho de 1998, Stade de France, final da Copa do Mundo. Com 2 x 0 contra no placar e vendo o sonho do penta escapar, o Brasil se desespera em campo. Ao ver Rivaldo tirar a bola de jogo para Zidane receber atendimento médico, Edmundo perde o controle e passa perto de agredir o colega de equipe. Do outro lado do oceano, com a ansiedade natural de um garoto de 16 anos, faço coro com Edmundo, aos berros, pedindo que o time ignore a lesão (ou suposta lesão) do rival e busque o gol de qualquer forma.
Mais tarde, ao acompanhar as análises do lance e pensar com mais calma, fiquei envergonhado. Em 1998, a Fifa dava continuidade à campanha sobre o Fair Play no futebol, algo que me parecia de uma grandeza moral. E a atitude de Edmundo, endossada por mim como torcedor, afrontava diretamente aquele esforço civilizatório.
Cândido como um personagem de Voltaire, era assim que eu via a Fifa: uma entidade civilizadora, acima dos sentimentos primitivos despertados pela vitória e pela derrota. Uma organização magnânima, imbuída de um espirito nobre e dirigida por um suíço – e quem pode ser mais acima de qualquer suspeita do que um suíço?, pensava eu.
Dezesseis anos depois, com um espírito crítico um pouco mais aguçado, fica até constrangedor recordar aquele sentimento. Não só porque Joseph Blatter, Jerome Valcke et caterva estão no centro de incontáveis denúncias. Não apenas porque o jogo político interno lembra uma ditadura fantasiada de democracia, na qual um grupelho usa o poder que o cargo lhe dá para se perpetuar no controle da entidade. Mas porque o papel da Fifa, que parecia tão nobre, acabou completamente deturpado.
A FIFA foi criada em 1904 com o propósito de organizar, regular e internacionalizar o futebol. Deveria ser uma entidade coadjuvante, que se presta a promover o desenvolvimento do esporte, tornando-o mais profissional, mais competitivo, mais acessível e mais apaixonante. Tudo o que faz, portanto, deveria ser para o futebol.
Em uma completa inversão de valores, no entanto, não é mais a Fifa que está a serviço do futebol, mas o futebol a serviço da FIFA. A Federação se tornou uma organização comercial, altamente rentável, que explora o futebol internacional como uma mina de ouro de sua propriedade. Comporta-se não mais como organizadora, mas como dona do espetáculo, coisa que não é e nunca foi.
Blatter e seus compadres sabem que têm nas mãos um diamante único. Seja pelo aspecto esportivo ou pelo aspecto econômico, a Copa do Mundo é objeto de desejo da grande maioria dos países, o que traz um robusto poder de barganha. E é com esse poder que a Fifa tentar impor aos países-sede condições que garantem a ela e seus parceiros privilégios especiais.
Nessa negociação, a pressão da entidade para ter total controle sobre a organização e exploração comercial não enxerga qualquer limite legal ou cultural. Assim, a Fifa, que deveria ser uma mera entidade organizadora de eventos esportivos, chega ao absurdo de pressionar nações soberanas no sentido de revogar temporariamente leis e estatutos nacionais. Não com o objetivo de promover uma Copa do Mundo melhor, é claro, mas de garantir seus privilégios e os interesses econômicos dos parceiros.
No Brasil, a FIFA tentou impor condições incríveis, que incluíam a suspensão da eficácia do Código de Defesa do Consumidor durante a realização dos jogos; a permissão de venda casada de diversos produtos; a punição para quem desistir da compra de um ingresso; a não exigência de cobrança de meia-entrada a estudantes e idosos; a permissão de venda de bebidas alcoólicas nos estádios (vedada pelo Estatuto do Torcedor); e o aumento das penas para quem falsificar produtos oficiais da Copa.
Entre outros episódios, a entidade chegou a tentar impedir a comercialização de acarajé não apenas dentro do estádio que receberá jogos na Bahia, mas num raio de 2 quilômetros em torno das arenas, o que foi entendido como uma forma de proteger um de seus patrocinadores, atuante na área de fast food. Foi um passo além de quando tentou impedir as cervejarias alemãs de comercializar produtos dentro dos estádios, preservando o monopólio da patrocinadora Budweiser
Na Alemanha, ao encontrar resistência dos anfitriões, que não queriam se submeter às exigências por considera-las invasivas, Blatter se irritou e disse que aquela não era “a Copa do Mundo da Alemanha, mas a Copa do Mundo da Fifa disputada na Alemanha”. Ou seja: o país tem o direito de sediar e permanecer calado, até que a Fifa desmonte seu circo e saia de seu território. Não é um comportamento amistoso ou nobre. Não lembra Fair Play. São apenas os donos da bola decidindo quantos minutos terá a partida, quem jogará de cada lado e quais serão as regras do jogo, independentemente do que pensam os demais envolvidos. Se discordarem, o dono da bola leva a redonda embora e acaba com a brincadeira. Ele está no comando.
Por estas bandas, há quem diga que o Brasil conhecia as regras da Fifa quando se candidatou a sediar a Copa do Mundo, e portanto deve aceitar bovinamente qualquer imposição da entidade. No entanto, há de se lembrar que a Fifa também conhecia as leis brasileiras quando aceitou conceder ao Brasil a sede da Copa do Mundo de 2014. Além disso, parece óbvio que o problema não se resolveria se o País recusasse receber os jogos em razão de não concordar com as exigências da Fifa. Não é um problema pertinente ao Brasil, mas ao futebol, já que a entidade organizadora impõem condições exageradas a qualquer nação que aceite sediar o evento.
Enquanto o futebol estiver a serviço de Blatter e companhia, e não o contrário, o maior evento esportivo do Planeta (ao lado dos Jogos Olímpicos) não será digno de ser chamado de Copa do Mundo. Não será a Copa de todas as nações ou de todos os povos. Será tão-somente a Copa da FIFA, e de quem aceitar se sujeitar às suas regras.

Fonte: JusBrasil

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